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Património musical dos concelhos. Encontre rapidamente o que procura, digitando, por exemplo, “Lisboa e os seus órgãos de tubos”.

Auditório Municipal de Gaia
Músicas no Concelho

Vila Nova de Gaia e os seus auditórios

Auditórios de Gaia

Salas de espetáculo do Concelho em destaque

Canelas

Auditório Maestro Cesário Costa

Auditório Maestro Cesário Costa, Canelas, Gaia

Auditório Maestro Cesário Costa, Canelas, Gaia

O Auditório Maestro Cesário Costa é, desde 18 de junho de 2021, uma realidade na freguesia de Canelas, em Vila Nova de Gaia. Num investimento a rondar os 930 mil euros, a Câmara Municipal de Gaia apostou na construção deste novo equipamento para servir a população, quer do ponto de vista de serviços de apoio à comunidade, quer no contexto do desenvolvimento de atividades culturais.

Canelas que, de acordo com os censos de 2011, tem 13.459 habitantes, não dispunha, ainda, de um espaço público para albergar serviços de apoio à população ou de infraestruturas que permitam desenvolver atividades de caráter cultural de apoio às diversas coletividades existentes. Este novo espaço conta, ainda, com uma sala comunitária apta à realização de exposições, conferências e diferentes eventos culturais e sociais, apoiados por bastidores técnicos, copa, sanitários e arrumos de equipamentos e mobiliário, privilegiando a interação da vivência do espaço interior com o espaço exterior. A intervenção incluiu, também, os arranjos exteriores na envolvente ao edifício, com requalificação de passeios e jardins da avenida Alves de Oliveira.

Auditório Maestro Cesário Costa

Auditório Maestro Cesário Costa, Canelas, Gaia

Auditório Maestro Cesário Costa, Canelas, Gaia

Grijó

25 de abril foi mais do que a celebração da Liberdade para a União de Freguesias de Grijó e Sermonde. Depois de meses de um trabalho árduo, foi inaugurado o novo auditório da freguesia, uma referência local e concelhia. “O novo auditório Maestro José Gomes é “uma obra que em tempos de pandemia se projetou para ser a Casa da Cultura, do Associativismo, do encontro da comunidade com a Arte, um espaço único, necessário e essencial para que continuemos no caminho do progresso e do desenvolvimento das nossas populações”, explicou César Rodrigues, presidente a União de Freguesias.

O novo espaço, com capacidade para cerca de 230 pessoas (com acessos para pessoas de mobilidade reduzida), não resultou de uma construção de raiz. Localizada no Espaço Mais Grijó, a infraestrutura nasce de um protocolo de cedência a título não oneroso com os gestores do espaço, o que permitiu viabilizar o projeto e diminuir os custos, tendo contado com o apoio da Câmara Municipal de Gaia.

Auditório Maestro José Gomes

Auditório Maestro José Gomes

Auditório Maestro José Gomes

“Esta é uma obra que servirá o Concelho de Vila Nova de Gaia e todos os Gaienses, não existem fronteiras, nem limites desde que as portas de entrada desta sala se abriram”, concluiu César Rodrigues, deixando uma justa homenagem ao profissional que deu nome a este novo espaço: o Maestro José Gomes, presente na cerimónia, juntamente com a sua família.

“Na hora de decidir o nome a atribuir a este auditório, foi unânime a vontade que fosse a de um filho da terra, alguém que marcasse a história deste povo e que estivesse ligado à arte de ensinar a música”, justificou o presidente da união de freguesias.

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

Gulpilhares

Auditório de Gulpilhares

Auditório de Gulpilhares

Auditório de Gulpilhares, Vila Nova de Gaia

Auditório de Gulpilhares

Auditório de Gulpilhares

Auditório de Gulpilhares, Vila Nova de Gaia

Valadares

O Cine-Teatro Eduardo Brazão foi inaugurado em 12 de fevereiro de 1928 com um espetáculo pela célebre Companhia de Teatro de Amélia Rey Colaço – Robles Monteiro, tendo, durante décadas, constituído um importante pólo de difusão cultural e de lazer da região.

Cine-Teatro Eduardo Brazão, Valadares, créditos O Gaiense

Cine-Teatro Eduardo Brazão, Valadares, créditos O Gaiense

A sua construção ficou a dever-se a Alexandre Marta da Cruz, seu fundador, homem notável, chegado a Valadares em 1921, oriundo de África, grande impulsionador do desenvolvimento local.

O evoluir dos tempos provocou a lenta degradação do “Eduardo Brazão” até que a Câmara de Municipal de Gaia, exercendo o “direito de preferência”, adquiriu o espaço em setembro de 1992, primeiro passo para a sua requalificação entregue ao arquiteto Joaquim Massena, acompanhado pelo Escultor José Rodrigues e pelo Pintor José Emídio.

Cine-Teatro Eduardo Brazão

Cine-Teatro Eduardo Brazão

A 19 de maio de 2007 deu-se a inauguração do requalificado e ampliado Cine-Teatro Eduardo Brazão, tendo a parte cultural integrado um espetáculo com a presença de Carlos do Carmo.

Rua Prof. Amadeu Santos – Valadares
4405-510 Vila Nova de Gaia

Vila Nova de Gaia

O Auditório Municipal de Gaia (AMG) é um dos espaços nobres da atividade cultural do Município de Vila Nova de Gaia, localizado na rua de Moçambique, formando com a Biblioteca Pública Municipal um complexo cultural.

O Auditório abriu ao público no dia 13 de Junho de 1997. A Orquestra Gulbenkian, sob a direção do maestro Max Rabinovitsj, realizou o concerto de abertura, interpretando obras de Ludwig Van Beethoven e Franz Joseph Hayden.

Decorridos 20 anos o AMG sofreu um intervenção estética e técnica, que o requalificou, passando a constituir uma referência na zona envolvente. A reabertura ao público aconteceu no dia 9 de setembro de 2018 com um concerto com a participação do músico gaiense Rui Massena, com o projeto Rui Massena  Band.

Auditório Municipal de Gaia

Auditório Municipal de Gaia

Integra a Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses.

Fontes: CMG

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/06/vila-nova-de-gaia-auditorio-musicipal-de-gaia.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-06-22 09:59:302025-09-13 18:30:36Vila Nova de Gaia e os seus auditórios
Rancho de Cantadores de Aldeia Nova de São Bento
Músicas no Concelho

Alvito e o seu folclore

Folclore em Alvito

Grupos e atividade coral no Concelho

  • Associação do Grupo de Cante Coral Alentejano de Alvito
  • Grupo Coral “Amigos do Cante”
  • Grupo Coral e Instrumental “Campos do Alentejo”
  • Rancho de cantadores de Aldeia Nova de São Bento
Associação do Grupo de Cante Coral Alentejano de Alvito

A “Associação do Grupo de Cante Coral Alentejano de Alvito” surgiu espontaneamente após o 25 de Abril, com o fim da ditadura e da censura e com a instauração da liberdade da expressão em Portugal.

Alguns homens de Alvito começaram a juntar-se nas tabernas como já era costume, não só para beber uns copos e conviverem uns com os outros, mas também para cantarem umas “modas” alentejanas. Foi devido a esses “convívios” que um grupo de homens se juntou e decidiu formar um grupo coral ao qual dariam o nome de “Associação do Grupo de Cante Coral Alentejano de Alvito”.

Após alguns homens terem tomado a iniciativa de formarem um grupo coral, dirigiram-se então a Casa do Povo de Alvito e ai tomaram a decisão final. E assim nasceu a “Associação do Grupo de Cante Coral Alentejano de Alvito”, a 11 de maio de 1976, sendo a sua primeira sede na Casa do Povo de Alvito, para o grupo estar sempre preparado para eventuais atuações, ensaiavam periodicamente no Castelo.

Atualmente o grupo tem a sede numas instalações cedidas pela Câmara Municipal de Alvito em 1988, que se situam na rua da Pereira nº 6. O Grupo Coral reúne-se todas as sextas na sua sede para ensaiar as suas “modas”, sede que tem um museu etnográfico.

A “Associação do Grupo de Cante Coral Alentejano de Alvito” hoje em dia é composta por vinte homens e três mulheres, que são frequentemente solicitados para atuarem em encontros de grupos corais, festas de câmaras, Ovibeja.

Associação do Grupo de Cante Coral Alentejano de Alvito

Associação do Grupo de Cante Coral Alentejano de Alvito

Nas suas atuações usam a tradicional farda “Domingueira” que se usava antigamente.

Grupo Coral “Amigos do Cante”

O Grupo Coral “Amigos do Cante” foi fundado em 04 de dezembro de 2002 tendo como membro fundador e primeiro presidente José Luís Fragoso.

No início, o Grupo Coral “Amigos do Cante” teve cerca de 18 elementos. Após alguns ensaios, tomou-se a decisão de legalizar o Grupo, e dai nasceu Associação do Grupo Coral Amigos do Cante de Alvito com o objetivo de preservar e divulgar o cante alentejano.

O Grupo Coral Amigos do Cante tem cerca de 22 elementos todos do sexo masculino.

Desde a data da sua fundação o Grupo Coral Amigos do Cante, tem participado em diversas atividades promovidas pelo Município de Alvito, nomeadamente nas Comemorações do 25 de Abril e Feira dos Santos. Tem mantido várias atuações de norte a sul do país e em Espanha.

Grupo Coral "Amigos do Cante"

Grupo Coral “Amigos do Cante”

O grupo Coral Amigos do Cante tem por hábito comemorar o seu aniversário na primeira quinzena de setembro, que se baseia fundamentalmente num encontro de Grupos Corais.

Grupo Coral e Instrumental “Campos do Alentejo”

Inserido na Associação dos Bombeiros Voluntários de Alvito, o Grupo Coral e Instrumental “Campos do Alentejo”, tem como objectivo a criação, preservação e divulgação da música do Alentejo.

Foi fundado em 1983. Interrompendo a atividade em 1990, sendo nesta primeira fase constituído por 14 elementos de ambos os sexos.

Em 1994, o grupo reapareceu com uma formação de 12 elementos masculinos, praticamente a mesma que mantem até hoje.

O Grupo Campos do Alentejo atualmente é formado por 13 elementos, todos eles do concelho de Alvito. Além de ter feito seis gravações, o grupo tem mantido sempre uma boa aceitação por parte do público. Tem mantido sempre nos seus trabalhos modas características da região. Em todos os trabalhos que o grupo já gravou encontram-se letras e músicas originais, sempre fazendo referência ao Alentejo.

Grupo Coral e Instrumental “Campos do Alentejo”

Grupo Coral e Instrumental “Campos do Alentejo”

Trabalhos editados: de 1983 a 1990 “Pombinha”; “Vila Branca”; “Alvito”. De 1994 a 2006 “Horizontes”; “Memórias”; “Todo o Alentejo”. Com base nestes trabalhos discográficos, o grupo realiza, um espetáculo com grande qualidade envolvendo toda a cultura Alentejana.

Rancho de cantadores de Aldeia Nova de São Bento

O Rancho de cantadores de Aldeia Nova de São Bento, criado há mais de três décadas, é herdeiro de uma longa tradição há muito reconhecida na região como “terra de bons cantadores”.

O grupo, com idades compreendidas entre os 16 e os 93 anos, representa com distinção o Cante Alentejano – considerado em 2014 Património Cultural e Imaterial da Humanidade pela UNESCO.

Desde a fundação em 1986, o Rancho não mais cessou a sua atividade, que tem prestigiado a sua vila, região e país através de atuações um pouco por todo o mundo, do Brasil, aos EUA, da China (Macau), à Alemanha, passando por diversos países europeus como Espanha, França e Bélgica.

Paralelamente tem atuado em palcos nacionais, como os Coliseus, Culturgest ou o Teatro Nacional de São Carlos. Desafiado por António Zambujo, o Rancho de cantadores gravou em 2016 um álbum homónimo, que atingiu o Galardão de Ouro, produzido por Ricardo Cruz, que retrata de maneira exemplar o seu percurso, princípios e valores mas sobretudo a qualidade dos seus intérpretes, evidenciando a coesão e força que se funde humilde e harmoniosamente na unidade do grupo.

São continuadores de uma antiga tradição que terá surgido na agricultura, quando grupos de homens e mulheres humanizavam a sua faina entoando, em conjunto, as belas modas do cancioneiro alentejano. Cantavam não só a dureza da vida mas também a beleza da natureza envolvente. Com o desaparecimento da agricultura extensiva, o cante adaptou-se a esta nova situação, tornou-se outro, cantando uma realidade que já não existia, passando assim de vivencial a evocativo e subsistindo, sobretudo, no local onde os homens se podiam juntar: a taberna.

Rancho de Cantadores de Aldeia Nova de São Bento

Rancho de Cantadores de Aldeia Nova de São Bento

Foi numa taberna, à volta de uma garrafa de vinho, que um grupo de amigos cantando, e bem, as modas desta terra, se organizou para criar o Rancho de cantadores de Aldeia Nova de São Bento.

[ Dados fornecidos pela Câmara Municipal de Alvito ]

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/06/alvito-rancho-de-cantadores-de-aldeira-nova-de-sao-bento.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-06-19 21:15:322024-12-20 22:50:19Alvito e o seu folclore
Banda de Música de Mateus, Vila Real
Músicas no Concelho

Vila Real e as suas filarmónicas

Filarmónicas de Vila Real

Bandas de Música, História e Atividades no Concelho

  • Associação da Banda de Música de Nogueira
  • Banda de Música da Portela
  • Banda de Música de Mateus
  • Banda de Música de Sanguinhedo
Associação da Banda de Música de Nogueira

Já nos primórdios do séc. XIX existiria em Nogueira um grupo de músicos, que tinha por objetivo participar em festas religiosas. Dado o seu interesse e dedicação pela arte musical, o grupo foi crescendo dando mais tarde origem à Banda de Música. Toma-se como data de origem, 1 de Janeiro de 1850.

Em 1910, passou pela primeira vez o comboio na Estação de Carrazedo. A banda foi premiada pela sua atuação, com um cornetim de prata, oferecido pela Rainha de Inglaterra que viajava nesse comboio. Assumia nessa altura a regência da Banda o Sargento Pelotas.

Posteriormente houve um interregno nas atividades, e em 1954 foi reorganizada com o apoio de gentes locais e entidades de Vila Real. Em 1970/71 participou no II Grande Concurso Nacional de Bandas de Música Civis, promovido pela F.N.A.T. O concurso dividia-se em 3 eliminatórias; Coimbra, Porto e Lisboa. A Banda de Nogueira concorreu às 3ª Categoria e classificou-se em 1º, 2º e 3º lugares respetivamente. A 16 de Janeiro de 1974, a convite do Governador Civil e Presidente da Câmara de Vila Real, esteve presente no programa televisivo Os 25 Milhões de Portugueses.

Em 1981, 1982 e 1983 deslocou-se a Espanha, nomeadamente a Verin, a convite do Presidente da Câmara local. Em 1983, foi convidada pela direção da casa de Trás-os-Montes e Governador Civil de Vila Real, a fim de atuar durante 2 dias na Feira Popular em Lisboa. Em 1988, deslocou-se a França a convite da Associação Cultural Paz do Mundo de Roubaix (Norte de França) que presidia às cerimónias.

Em 2005, participou e colaborou no 3º festival de Bandas Filarmónicas com a Federação Transmontano-Duriense de Bandas Filarmónicas, onde recebeu três bandas na nossa sede, com desfile pelas ruas da aldeia e concerto em Vila Real; participou num encontro de Bandas em Pêro Pinheiro e num intercâmbio de bandas promovido pela Câmara Municipal de Vila Real, em Espanha – Benavente.

Em 2006, participou pela primeira vez nas marchas de Santo António em Vila Real, promovido pela Câmara. Apresentou a marcha de Nogueira, subordinada ao temas das vindimas, que envolveu não só pessoas da banda mas também a gente local, grupo de jovens e o grupo coral.

Banda de Música de Nogueira

Banda de Música de Nogueira

A banda tem cerca de 45 elementos efetivos, na sua maioria jovens entre os 7 e o 20 anos, sendo o seu atual maestro e diretor artístico, o Professor Joel Monteiro. Paralelamente, funciona uma Escola de Música, de ensino gratuito.

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração). Dinamiza oficinas de música e atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária podem contratar serviços Reciclanda.

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Banda de Música da Portela

A Banda de Música da Portela foi fundada a 08-12-1840, pela família Figueiredo. Teve como primeiro maestro José Joaquim Figueiredo, sucedendo-lhe o seu filho António Joaquim de Figueiredo e, mais tarde, o seu neto António Joaquim Correia de Figueiredo.

Banda de Música da Portela, Vila Real

Banda de Música da Portela, Vila Real

Após um interregno de cerca de doze anos, a Banda de Música da Portela recomeçou a sua atividade em 1980, apoiada numa Escola de Música, que permitia a aprendizagem musical gratuita. Apresentou-se ao público no mesmo ano, com novo fardamento e um novo elenco de músicos. Possui sede própria, inaugurada a 08-12-1999 onde funciona a Escola de Música. A banda foi condecorada com a “Medalha de Ouro da Cidade”, pela Câmara Municipal de Vila Real.

Banda de Música da Portela, Vila Real

Banda de Música da Portela, Vila Real

Banda de Música de Mateus

A Banda de Música de Mateus foi fundada por volta de 1810. Deve a sua formação a Frei Vicente. Este frade, apaixonado pela música, decidiu ensinar uns rapazes com o fim de os habilitar a cantar uma missa. Passado muito pouco tempo, preparado este grupo de cantores, organizou-se música de rua, prestando-lhe Frei Vicente toda a qualidade de serviços para a fundação. Frei Vicente ficou a fazer parte da Banda, Mestre de Canto e acompanhava, a pé, a música para as festividades onde era necessário o seu serviço.

A Banda de Música manteve-se sem interrupções, alterando-se apenas a sua denominação: Banda de Música de Mateus, Banda de União Portuguesa, Música Velha de Mateus e Associação Cultural e Recreativa da Banda de Música de Mateus.

Em 1990, foi-lhe atribuída pela Câmara Municipal de Vila Real, a “Medalha de Ouro – Mérito municipal”, pelos serviços prestados à comunidade.

A Banda tem atuado ano após ano em vários festivais de música, encontros de bandas, concertos, festas e romarias, quer dentro do Distrito, quer fora e, mesmo, no estrangeiro. O seu elenco é constituído por 5 dezenas de elementos efetivos com uma média etária jovem. O Maestro é, desde 2005, Carlos Pereira.

Banda de Música de Mateus, Vila Real

Banda de Música de Mateus, Vila Real

Banda de Música de Sanguinhedo (f. 1925)

A Banda de Musica de Sanguinhedo está em atividade contínua desde o ano de 1925. A aldeia, Sanguinhedo, é uma terra essencialmente agrícola e nas desfolhadas, fiadas e espadeladas os mais entusiastas davam largas à sua alegria cantando e dançando ao toque de concertinas, ferrinhos, pandeiretas, flautas e outros instrumentos artesanais. Nestas tocatas se iniciou a Tuna que, a partir de 1917, ocupava os serões das noites de inverno ensaiando e divertindo os conterrâneos e as aldeias circunvizinhas.

Daí surgiria a Banda de Música. Havia que adquirir instrumentos, farda, contratar maestro, casa do ensaio… exigia condições económicas e muita tenacidade. Alberto Machado Costa, de Sampaio, figura de prestigio e de sensibilidade artística e muito dedicado às gentes de Sanguinhedo, deu corpo aos seus anseios e a Tuna transformou-se na Banda Musical, que no principio envergava a farda dos escuteiros.

O patrocinador emprestou, segundo uns, ou deu, segundo outros, o dinheiro necessário para a compra dos instrumentos, que, nessa altura, custaram vinte mil escudos. E para suportar as despesas com o maestro, cada músico comprometeu-se a pagar dez escudos mensais, e a dar-lhe comida e dormida dois dias por mês. O maestro assinou uma letra de mil escudos que teria de pagar, se porventura viesse a abandonar a Banda.

Banda de Música de Sanguinhedo (f. 1925)

Banda de Música de Sanguinhedo (f. 1925)

Assim nasceu a Banda e fez a sua primeira atuação em 4 de dezembro de 1925, nas festas em honra de Santa Bárbara. Apesar do abandono provocado pela imigração, a Banda continuou e continua a deliciar as gentes com as suas atuações. Apresentou-se no Minho Beiras e no estrangeiro, em romarias, concertos, acompanhamento de funerais, bailes.

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/06/vila-real-banda-de-musica-de-mateus.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-06-18 10:17:572024-10-27 21:51:37Vila Real e as suas filarmónicas
Coral da Cidade de Vila RealNotícias de Vila Real
Músicas no Concelho

Vila Real e os seus coros

Coros de Vila Real

Grupos e atividade coral no Concelho

  • Coral da Cidade de Vila Real
  • Coro da Sé de Vila Real
  • Coro Misto de Mouçós
Coral da Cidade de Vila Real

O Coral da Cidade de Vila Real surgiu do gosto pelo canto e pela divulgação da música não só na região mas também noutros locais, dentro e fora do país, num contributo para a visibilidade cultural que caracterizou a cidade ao longo da sua História. Constituiu-se oficialmente como associação sem fins lucrativos em Julho de 2009, fruto da vontade e dos donativos dos elementos que, à data, integravam o Coro de Vila Real.

Coral da Cidade de Vila Real

Coral da Cidade de Vila Real, ft Notícias de Vila Real

Desde a sua criação, tem recebido o apoio da autarquia, dos sócios e da Delegação Regional da Cultura do Norte, mediante aprovação de candidaturas no âmbito do projeto de Apoio aos Agentes Culturais.

O Coral da Cidade de Vila Real teve o seu primeiro ensaio no dia 11 de dezembro de 2007, com uma adesão de aproximadamente 30 elementos. A apresentação oficial ocorreu no Teatro Municipal de Vila Real, a 4 de dezembro de 2008. Com um repertório que procura abordar as várias vertentes corais, contemplando temas populares portugueses, galaico-portugueses, espirituais e música sacra de várias épocas, desenvolve a sua atividade no Conservatório Regional de Música de Vila Real, e desde a sua fundação tem participado em diversos eventos musicais, quer desenvolvidos por iniciativa própria quer pela autarquia ou ainda a convite de outros grupos, outras instituições e autarquias, em Portugal e Espanha (Galiza).

Reciclanda

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O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração). Dinamiza oficinas de música e atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária podem contratar serviços Reciclanda.

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Coro da Sé de Vila Real

O Coro da Sé de Vila Real é composto por homens e mulheres, jovens e adultos, que comungam do objetivo comum de louvar a Deus por meio de Música Sacra e Cânticos Litúrgicos.

Coro Misto de Mouçós

Sediado na Estrada Nacional, nº 15 5000-360 Vila Real, o Coro Misto de Mouçós é formado por 35 elementos que vão desde os 10 aos 60 anos. Com duas décadas de existência, animou numerosas cerimónias religiosas e casamentos. Oferece, maioritariamente, um repertório marcado pela música litúrgica. O Coro misto de Mouçós canta a três vozes. Para as acompanhar, estão os instrumentos como o piano, órgão, viola, baixo, sopros e percussões.

Coro Misto de Mouçós

Coro Misto de Mouçós

Fontes: os respetivos coros

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/06/vila-real-coral-da-cidade-de-vila-real.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-06-18 08:54:512024-10-27 21:48:51Vila Real e os seus coros
Orfeão Limiano, Matriz de Ponte de Lima, 2014
Músicas no Concelho

Ponte de Lima e os seus coros

Coros de Ponte de Lima

Grupos e atividade coral no Concelho

Orfeão Limiano

O Orfeão Limiano completou 4 décadas de dedicação ao canto e às atividades culturais, em nome de Ponte de Lima. No primeiro ato de apresentação pública, teve como padrinho o Orfeão de Vila Praia de Âncora que, com a sua Escola de Música, prestigiaram o início de atividade do Orfeão Limiano, marcando presença nesse primeiro concerto que se realizou no Teatro Diogo Bernardes, em 19 de maio de 1979. Aí esteve presente, também, como padrinho, o Cónego Dr. Manuel Faria, insigne compositor e professor bracarense, autor de muitas das composições interpretadas pelo Orfeão Limiano.

O primeiro maestro do Orfeão Limiano foi o Pe. Dr. António de Oliveira Fernandes que, a convite do Cónego Carlos Martins Pinheiro – o responsável pela criação do Instituto Limiano-Museu dos Terceiros – entendeu por bem enriquecer e completar a atividade da Instituição com a criação de um Orfeão.

O Orfeão Limiano realizou e tem realizado um trabalho profundo e notável no panorama artístico e musical, permitindo preencher a lacuna que, no campo da produção artística, deu alma e significado a Ponte de Lima.

Muito trabalho, de qualidade, foi realizado, o que permitiu que o Orfeão Limiano fosse ontem e hoje merecedor de grandes elogios e do apoio que que tem sabido merecer do município limiano. Foi e continua a ser estimado e respeitado pela autarquia, pela Igreja, pelo povo e por todos os grupos culturais. Neste contexto, foi embaixador e levou o nome de Ponte de Lima a grande número de terras do país bem como a muitas cidades da Galiza e Norte de Espanha e França.

O início das suas atuações ficou marcado pela presença nos inesquecíveis Encontros de Coros do Norte de Portugal. Marcantes foram também os Encontros de Coros do Minho, criados em 10 de junho de 1992 por iniciativa do Orfeão Limiano que, depois da organização do primeiro, viu o seu trabalho premiado com a realização de muitos outros, sempre em 10 de junho, em grande número de vilas e cidades do Norte do país.

Em 1998, no dia 4 de março, Dia de Ponte de Lima, foi homenageado o Diretor Artístico do Orfeão Limiano, o Cónego Doutor A. Oliveira Fernandes, numa sessão solene no cinema Rio Lima em que o Orfeão Limiano foi dirigido – como também em vários outros momentos do percurso – pelo professor João Maria Carvalho.

Orfeão Limiano, Matriz de Ponte de Lima, 2014

Orfeão Limiano, Matriz de Ponte de Lima, 2014

Merecedor de destaque foi, também, a gravação do primeiro CD, em 2007, a convite da Casa do Concelho de Ponte de Lima, por ocasião do seu 20.º aniversário. Nele ficaram gravados o Hino de Ponte de Lima e o Hino da Casa do Concelho de Ponte de Lima, cuja apresentação pública ocorreu em 24 de fevereiro no Fórum Lisboa. O trabalho foi executado pelo Orfeão Limiano e pela Banda Sinfónica da Polícia de Segurança Pública, respetivamente dirigidos pelo Cónego Doutor António de Oliveira Fernandes e pelo Maestro Comissário José Manuel Ferreira de Brito.

Em 2009 o Orfeão Limiano esteve presente no XV Encontro de Coros do Minho, em Joane (Famalicão) e em dezembro colaborou com a APPACDM na apresentação do Presépio Vivo, na Igreja Matriz de Ponte de Lima.

A alma e a força do Orfeão Limiano fizeram-se sentir, também, fora de Portugal. Assim, Ginzo de Limia foi a primeira cidade galega – uma das cidades geminadas com Ponte de Lima – a receber o Orfeão Limiano, seguindo-se Ourense, Carvalliño e Cariño. A cidade de Vandoeuvre, em França (cidade geminada com Ponte de Lima) também recebeu o Orfeão Limiano em Maio de 1993.

Ao completar os seus 30 anos, por impossibilidade manifesta do seu Diretor Artístico, o Orfeão Limiano fez uma pausa nas suas atividades.

Alguns anos mais tarde, a Direção do Instituto Limiano-Museu dos Terceiros entendeu ser urgente reativar o Orfeão.

O professor Nuno Tiago Lima foi, então, convidado a assumir a orientação do Orfeão Limiano e, assim, a sua reaparição pública aconteceu em dezembro de 2014, em concertos de Natal na Igreja Matriz de Ponte de Lima e igreja Nova da Correlhã.

Continuou o Orfeão a crescer e a participar em inúmeros eventos como Encontros de Coros, inaugurações, concertos de Natal, comemorações e concertos programados pelo Município de Ponte de Lima.

Para marcar este ano 2019, ano de aniversário, o Orfeão Limiano, depois de já ter realizado vários concertos e contribuído para a edição de um CD, tem programadas várias atividades que passarão por concertos no país e no estrangeiro, pela participação no evento e por um Encontro de Coros em que ficará incluída uma cerimónia litúrgica de ação de graças por todos quantos pertenceram e pertencem ao Orfeão Limiano.

Nessa cerimónia litúrgica, ao completar 40 anos de existência, o Orfeão Limiano presta uma singela mas merecida homenagem a todas e todos quantos, ao longo destas 4 décadas, trabalharam para tornar possível esta celebração.

por João Maria Carvalho

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/orfeao-limiano-matriz-de-ponte-de-lima-2014.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-06-17 17:41:002024-11-08 19:56:10Ponte de Lima e os seus coros
Grupo Folclórico Lavradeiras de Gondar
Músicas no Concelho

Caminha e o seu folclore

Folclore em Caminha

Grupos etnográficos, tradições e atividades no Concelho

Terra de ricos costumes, Caminha mantém uma das mais antigas tradições do Alto Minho: a etnografia e o folclore. Preservar os usos e costumes dos seus antepassados, associados à vida do campo, aos trajes, aos cantares ou às danças é uma forte aposta da autarquia caminhense.

  • Minho (Alto Minho)
  • Distrito: Viana do Castelo
  • Concelho: Caminha

10 grupos

  • Academia de Dança e Música Tradicional de Caminha e Vilarelho
  • Associação de Danças e Cantares Genuínos da Serra d’Arga
  • Grupo de Bombos São Gonçalo de Dem
  • Grupo de Cantares Tradicionais de Âncora
  • Grupo Juvenil de Dem
  • Grupo de Danças e Cantares Regionais do Orfeão de Vila Praia de Âncora
  • Rancho Etnográfico de Vila Praia de Âncora
  • Rancho Folclórico das Lavradeiras de Gondar – GARCEA
  • Rancho Folclórico de Dem
  • vira a Bombar
Academia de Dança e Música Tradicional de Caminha e Vilarelho

A Academia de Dança e Música Tradicional de Caminha e Vilarelho é um grupo recente dedicado a cultivar, preservar e a ensinar o folclore do Alto Minho.

Academia de Dança e Música Tradicional de Caminha e Vilarelho

Academia de Dança e Música Tradicional de Caminha e Vilarelho

Associação de Danças e Cantares Genuínos da Serra d’Arga

A Associação de Danças e Cantares Genuínos da Serra d’Arga foi fundada em 1991 e é composta por três freguesias, Arga de S. João, Arga de Baixo e Arga de Cima. Tem mantido, desde a sua fundação, uma atividade intensa e constante. O grupo apresenta no trajar as caraterísticas da sua região, desde o traje de mordoma, que conta com mais de cem anos, até à afamada lavradeira da Serra d’Arga, cujo traje é com certeza o mais representativo do Alto Minho.

Associação de Danças e Cantares Genuínos da Serra d'Arga

Associação de Danças e Cantares Genuínos da Serra d’Arga

As suas cores são variadas, desde o roxo ou cor de pinhão ao vermelho, azul e verde. O grupo é composto por cerca de 50 elementos de várias faixas etárias. A Associação empenha-se em mostrar e eternizar tudo o que existe de genuíno, tudo aquilo que foi herdado dos seus antepassados, tanto através dos costumes e tradições, como pela simplicidade e a humildade que tão bem caracteriza o povo de Serra d’Arga.

Grupo de Bombos S. Gonçalo de Dem

O Grupo de Bombos S. Gonçalo de Dem conta com dez anos de existência. É formado por doze elementos e atuam em festas, romarias e outros eventos culturais por convite.

Grupo de Cantares Tradicionais de Âncora

O Grupo de Cantares Tradicionais de Âncora é uma valência da Sociedade de Instrução e Recreio Ancorense – SIRA e foi fundado em 1988. Desde essa data que tem participado em diversos espetáculos por todo o Minho, Alentejo e, também, na Galiza.

Do seu repertório fazem parte as apelidadas cantigas de erva, as sachadas do milho e “esfolhadas”, cantigas do linho e cantigas do “argaço”, bem como os cantares de Reis e de Janeiras. Entre as várias formas de danças, destacam-se os viras, as tiranas, as gotas e as canas verdes. No trajar destacam-se os trajes de lavradeira de domingueiros, de festa e os fatos de cotio.

Grupo de Cantares Tradicionais de Âncora

Grupo de Cantares Tradicionais de Âncora

Grupo de Danças e Cantares Regionais do Orfeão de Vila Praia de Âncora

O Grupo de Danças e Cantares Regionais do Orfeão de Vila Praia de Âncora foi fundado em 1971. Dedica-se às danças e cantares do Alto Minho, com especial destaque para a região da Serra d’Arga. O grupo composto por cerca de 40 elementos, conta com vários discos gravados e possui uma fabulosa coleção de trajes regionais, oferecidos pela Secretaria de Estado e da Cultura.

O grupo apresenta vários tipos de traje, como por exemplo os trajes de Noiva, de Mordoma, de Meia Senhora, de Trabalho, Fato da Erva, de Luxo (vermelho, azul e verde). Do seu repertório fazem parte vira de Roda, vira Marcado, Gota da Serra d’Arga, Gota Antiga, António e rusga, entre outras.

Grupo Juvenil de Dem

Fundado em 1976, o Grupo Juvenil de Dem é composto por cerca de trinta elementos, das mais diferentes faixas etárias. Este grupo de cantares genuínos mantém vivas as tradições dos seus antepassados, através dos cantares e dos trajes (de trabalho e festivos) que usam nas atuações.

Do seu instrumental fazem parte as concertinas, o bombo, o reco-reco, os ferrinhos, a viola, o cavaquinho, as castanholas e a pandeireta.

O Grupo Juvenil de Dem já tem dois discos gravados e atua em romarias, festas de solidariedade e convívios.

Rancho Etnográfico de Vila Praia de Âncora

Fundado em 1976, o Rancho Etnográfico de Vila Praia de Âncora  procura ser uma mostra etnográfica das tradições das gentes das terras do Vale do Âncora e da vertente poente da Serra D’Arga. No colorido e na variedade dos seus trajes de trabalho ou de cotio, Domingueiros ou de Festa (traje à Lavradeira, Noivos e Mordomas e Traje de Morgada) e nas voltas do vira, da Gota, da tirana e da Rosinha, o Etnográfico apresenta o Alto Minho Litoral, com nítida influência do folclore da Serra d’Arga.

Desde 1989, é reconhecido como Instituição de Utilidade Pública. Detém, entre vários prémios e condecorações internacionais e nacionais, a Medalha de Mérito Cultural da Câmara Municipal de Caminha. Do seu reportório fazem parte os Viras, Gotas, chula, Rosinha, rusga, tirana, bem como músicas e canções do cancioneiro do Alto Minho.

Está sediado no:

Centro Cultural e Social de Vila Praia de Âncora
4910-431 – Vila Praia de Âncora

Rancho Folclórico das Lavradeiras de Gondar – GARCEA

O Rancho Folclórico das Lavradeiras de Gondar – GARCEA foi fundado em 1984, com o objetivo de mostrar e divulgar os usos e costumes tradicionais da freguesia de Gondar, através dos trajes e das danças. Situa-se na Região Etnográfica do Alto Minho – Vale do Âncora. As danças tradicionais são: Rosinha, Arrastadinha, Gota, Palminhas, vira de Gondar, Viradinho Picado, chula, vira Novo, Dança de Despedida. Os trajes que enverga são: trajes domingueiros – o vermelho, o azul, verde e roxo; e traje de trabalho. As cores vivas dos trajes refletem a alegria e vivacidade do povo da freguesia. Desde a sua fundação, a atividade do rancho tem sido constante. Conta com inúmeras participações em festivais de folclore de Norte a Sul do país e em Espanha.

Grupo Folclórico Lavradeiras de Gondar

Grupo Folclórico Lavradeiras de Gondar

Rancho Folclórico de Dem

O Rancho Folclórico de Dem foi fundado em 1950 e está inserido na região etnográfica do Alto Minho. O seu fundador foi o Dr. Alfredo Moreira, com a colaboração do conhecido etnógrafo Pedro Homem de Mello. As rondas, ou rusgas, ao São João de Arga deram aso a que o Dr. Alfredo Moreira e Pedro Homem de Mello decidissem reunir a mocidade da época, fundando o Rancho Folclórico de Dem, o qual se mantém em plena atividade, percorrendo o país de norte a sul e também o estrangeiro.

O rancho é composto por cerca de 60 elementos, entre jovens e adultos. As danças e cantares apresentadas nas atuações em público são as típicas da Serra de Arga, destacando-se a Arrastadinha, o vira Marcado, o vira à Carreira, a Rosinha, a Velha, o Pinheirinho, a chula, a Gota, a cana verde, o malhão e a tirana, entre muitas outras.

A tocata é composta por concertinas, cavaquinhos, bombos, ferrinhos, castanholas, reco-reco, pandeiro e viola baixo.

Quanto aos trajes, o feminino é formado por: traje à lavradeira de Dem, traje de trabalho, traje domingueiro, traje de noiva e traje de mordoma. O traje masculino é formado pelo traje de romaria e pelo traje de trabalho.

vira a Bombar

A vira a Bombar que tem como principal atividade a animação de rua em festas e romarias com o imponente toque dos bombos e o melodioso som das concertinas. A associação tem como objetivos dinamizar ações interculturais que valorizem a cooperação na defesa dos valores musicais tradicionais e promover e apoiar atividades que contribuam para a salvaguarda do património musical.

Fontes do Musorbis Folclore:

  • Federação do Folclore Português
  • Gente que Canta e Balha
  • Páginas de grupos etnográficos
  • Archeevo (Ministério da Administração Interna)
  • Municípios
Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização musical desde idade precoce, a capacitação de docentes e a qualidade de vida dos seniores.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, APPACDM, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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José Marques, violeiro
Músicas no Concelho

Almeirim e os seus fabricantes de instrumentos

Fabricantes de instrumentos de Almeirim

Jose Marques Custom Guitars

José Marques é um violeiro português com oficina em Cortiçois, Benfica do Ribatejo, concelho de Almeirim, distrito de Santarém, fundador da empresa Jose Marques Custom Guitars.

José Marques, guitarreiro, nasceu em Almeirim, distrito de Santarém, Portugal. Interessou-se desde tenra idade pela música, pelas guitarras e outros instrumentos de corda. No entanto, como era necessário para muitos em Portugal na época, aos 14 anos, José iniciou sua carreira como carpinteiro, que ele continuou por muitos anos com sucesso, ganhando muita experiência e habilidade neste campo.

Enquanto morava no Alentejo, Portugal, José teve a sorte de ser apresentado a um construtor de instrumentos tradicionais de cordas, o violeiro Daniel Luz, e logo encontrou a felicidade de poder aprender a arte de fazer instrumentos. José Marques aprendeu durante dois anos com Daniel Luz a arte de construir guitarra portuguesa, viola campaniça, ukulele, guitarra clássico e vários outros instrumentos, tudo construído à mão.

Leia AQUI a biografia completa.

Violeiros

José Marques, violeiro

José Marques, violeiro

José Marques na RTP

Reciclanda

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Rancho Folclórico de São Domingos de Gravelos
Músicas no Concelho

Vila Real e o seu folclore

Folclore em Vila Real

Grupos etnográficos, tradições e atividades no Concelho

  • Região: Trás-os-Montes e Alto Douro (Trás-os-Montes)
  • Distrito: Vila Real

03 grupos

  • grupo etnográfico de Danças e Cantares “O Cantaréu”
  • Rancho Folclórico de São Domingos de Gravelos
  • Rancho Folclórico e Recreativo de Borbela
  • Rancho Folclórico Nossa Senhora do Carmo de Carro Queimado
grupo etnográfico de Danças e Cantares “O Cantaréu”

Fundada em 1979, a Associação “O Cantaréu” possui diversas valências, nomeadamente teatro, folclore, dança, canção e património cultural.

O grupo de folclore foi constituído em 1993 e é, atualmente, um dos grupos mais representativos da região de Trás-os-Montes.

Organiza anualmente um Festival de Folclore e um encontro de cantadores de Janeiras.

A representação do grupo etnográfico de Danças e Cantares “O Cantaréu” passa pela recriação de quadros etnográficos, através dos quais representa as tradições das gentes de Vila Real.

O grupo é sócio efetivo da Federação do Folclore Português.

Reciclanda

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Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração). Dinamiza oficinas de música e atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária podem contratar serviços Reciclanda.

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Rancho Folclórico de São Domingos de Gravelos

A Associação Cultural e Recreativa de São Domingos de Gravelos é uma coletividade que tem como finalidade: desenvolver e expandir a cultura e recreio. São atividades desenvolvidas pela Associação:

  • Cantares “Vozes do Alvão”
  • Grupo de Oração “GO”
  • Instrumentos (cavaquinho e viola)
  • Rancho Folclórico
Rancho Folclórico de São Domingos de Gravelos

Rancho Folclórico de São Domingos de Gravelos

Regadinho

Rancho Folclórico Nossa Senhora do Carmo de Carro Queimado

O Rancho Folclórico Nossa Senhora do Carmo de Carro Queimado foi fundado por um grupo de jovens entusiastas, ao qual deram o nome de Rancho Folclórico de Carro Queimado – Terras de Panóias. O projeto veio a extinguir-se em 1992, tendo ressurgido em 2004. Por se encontrar integrado no Centro Cultural de Nossa Senhora do Carmo, passou a designar-se Rancho Folclórico Nossa Senhora do Carmo de Carro Queimado.

Tem como principal objetivo manter vivas as tradições, os usos e costumes da região transmontana, assim como os trajes, as danças e os cantares. Inserido numa região onde predomina a agricultura, por isso é um grupo de trajes pobres, onde predomina o cotim e a chita.

As danças interpretadas pelo grupo são fruto da recolha efetuada junto dos mais idosos da aldeia de Carro Queimado e das aldeias limítrofes.

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/06/vila-real-rancho-folclorico-de-sao-domingos-de-gravelos-1.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-06-16 10:52:382024-10-27 21:46:48Vila Real e o seu folclore
Coreto de Ribeira de Pena
Músicas no Concelho

Ribeira de Pena e os seus coretos

Coretos de Ribeira de Pena

Equipamentos no Concelho

Coreto de Ribeira de Pena

Coreto de Ribeira de Pena, ft AJF

Localização

Rua Sá Carneiro
4870 Ribeira de Pena

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

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Teatro Jordão, Guimarães
Músicas no Concelho

Guimarães e as suas escolas de música

Escolas de Música em Guimarães

Estabelecimentos do ensino de música no concelho de Guimarães, Portugal. Em geral, as bandas filarmónicas também possuem a sua escola de música: veja ao fundo informação sobre as bandas de música do Concelho.

Academia de Bailado de Guimarães

Avenida Dom João IV C Com Vila-10-A-cv
4810-532 Guimarães
Tel. (+00 351) 253416884 /
Tlm. (+00 351) 968 518 231
Sítio: www.academiabailadoguimaraes.pt
Correio eletrónico: academia.bailadoguimaraes@gmail.com

Academia de Música Comendador Albano Abreu Coelho Lima

R. Albano Martins Coelho Lima, 334
4835-320 S. Jorge de Selho
Tlm. (+00 351) 913 959 742

Reciclanda

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Academia de Música Fernando Matos

Banda Musical de Caldas das Taipas
Rua Prof. Manuel José Pereira, S/N
São Clemente de Sande
4805 – 640 São Clemente de Sande
Tlm. (+00 351) 927 236 212
Correio eletrónico: academia.bandadastaipas@gmail.com
Correio eletrónico: info@bandadastaipas.com

AMEA

Academia de Música e Estudos Artísticos

Rua Gil Vicente
Centro Comercial Fundador, 1º andar
Guimarães
Tlm: (00 351) 936 647 863
Sítio: amea-guimaraes.pt
Correio eletrónico: geral@amea-guimaraes.pt

Academia de Música e Estudos Artísticos, Guimarães

Academia de Música e Estudos Artísticos

Escola de Dança Flávia Portes

A Escola de Dança Flávia Portes tem ensino de ballet clássico e dança contemporânea. Modalidades: D. Urbanas, Jazz, D. do Ventre, Teatro

Rua Eça de Queirós, 126 A e B
Guimarães, Portugal
Tel.: 253 541 002

Feedback Rock School

Alameda de Rosas Guimarães, 111
4805-121 Caldelas

Feedback Rock School, Guimarães

Feedback Rock School, Guimarães

Sociedade Musical de Guimarães – Conservatório de Guimarães

Largo Condessa do Juncal
4800 Guimarães
Sítio: www.smguimaraes.pt

Sociedade Musical de Guimarães - Conservatório de Guimarães

Sociedade Musical de Guimarães – Conservatório de Guimarães

Pólo do Conservatório em Vieira do Minho – Criado em 2007, em Vieira do Minho, com apoio da Câmara Municipal local, o Polo do Conservatório de Guimarães apoia cultural e pedagogicamente as populações dos concelhos daquela região do Alto Ave (Vieira do Minho, Póvoa de Lanhoso, Terras do Bouro, Cabeceiras de Basto e outros…). Estão inscritos neste polo cerca de centena e meia de alunos e dezena e meia de professores.

O espaço do Teatro Jordão preparou-se para para receber alunos da Universidade do Minho. O teatro destina-se às artes de palco e à instalação da Escola de Artes Performativas da UMinho e da Escola de Música do Conservatório Valentim Moreira de Sá.

Teatro Jordão, Guimarães

Teatro Jordão, Guimarães

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/06/guimaraes-teatro-jordao.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-06-16 10:35:032024-12-06 22:25:55Guimarães e as suas escolas de música
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Musorbis é a nova plataforma que faz parte do projeto Meloteca e se dedica à divulgação do património musical na perspetiva dos concelhos de Portugal.

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    Oliveira do Bairro e a sua música16 Março, 2026 - 16:48
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    Santa Comba Dão e a sua música17 Março, 2026 - 14:53

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