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Património musical dos concelhos. Encontre rapidamente o que procura, digitando, por exemplo, “Lisboa e os seus órgãos de tubos”.

Sociedade Filarmónica Alvaiazerense de Santa Cecília
Músicas no Concelho

Alvaiázere e as suas filarmónicas

Filarmónicas de Alvaiázere

Bandas de Música, História e Atividades no Concelho

Sociedade Filarmónica Alvaiazerense de Santa Cecília

Fundada por escritura notarial a 11 de Outubro de 1923, a Sociedade Filarmónica Alvaiazerense de Santa Cecília é a mais antiga instituição cultural do concelho de Alvaiázere. Ao longo destes 92 anos tem passado por dificuldades, chegando mesmo a interromper as suas atividades. Catorze anos após a fundação surgiu o primeiro período menos bom da sua vida, chegando mesmo à inatividade. No entanto, ainda antes do final da década de 40, a Filarmónica conseguiu de novo organizar-se, reiniciando as suas atuações em 1948.

​Em 1956, o Governador Civil de Leiria aprovou os estatutos da Sociedade Filarmónica Alvaiazerense de Santa Cecília que se mantiveram em vigor quase meio século. Neste período atingiu um lugar de destaque entre as suas congéneres da região, conquistando nas festas da Rainha Santa, em Coimbra, um 2º lugar entre várias das melhores Bandas do país. Depois deste período de apogeu, nos anos 60 a Filarmónica volta a viver um período de dificuldades. A emigração e a guerra colonial contribuíram decisivamente para a sangria da população Alvaiazerense e, consequentemente, para o declínio da instituição. Na década de 1970, a Filarmónica beneficiou de um novo alento com o regresso de muitos naturais das ex-colónias, assim como dos países de emigração, mantendo-se sempre em atividades até ao presente.

Em 1998, por ocasião do seu 75º aniversário, a Câmara Municipal de Alvaiázere atribuiu-lhe a medalha de Ouro do Concelho como reconhecimento pelos serviços prestados em prol da cultura. Em 2003 a CMA cedeu à Filarmónica a escola Adães Bermudes e promoveu a realização das obras necessárias à ampliação e adaptação do edifício concretizando-se assim, a aspiração de ter sede própria.

Dotada de novos estatutos em 2002, a Sociedade Filarmónica Alvaiazerense de Santa Cecília é uma instituição cheia de vitalidade estando esta bem patente na sua Banda maioritariamente constituída por jovens. Salienta-se igualmente pela positiva a Escola de Música frequentada tanto por crianças como adultos que encontraram nesta instituição uma ligação à música e à cultura. Mais recentemente, surgiu a Orquestra Ligeira constituída essencialmente por músicos formados na escola de música da instituição.

Sociedade Filarmónica Alvaiazerense de Santa Cecília

Sociedade Filarmónica Alvaiazerense de Santa Cecília

O maestro Fernando Gomes, antigo clarinetista na Filarmónica Alvaiazerense, é desde 2016 o responsável pela Banda, Escola de Música e Orquestra Ligeira.

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/05/alvaiazere-sociedade-filarmonica-alvaiazerense-de-santa-cecilia.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-05-29 15:08:472024-12-14 23:00:48Alvaiázere e as suas filarmónicas
Sociedade Filarmónica Ansianense de Santa Cecília
Músicas no Concelho

Ansião e as suas filarmónicas

Filarmónicas de Ansião

Bandas de Música, História e Atividades no Concelho

  • Sociedade Filarmónica Ansianense de Santa Cecília

Fundada em 18 de Fevereiro de 1903, a Sociedade Filarmónica Ansianense de Santa Cecília é uma instituição de utilidade pública que inclui quatro valências: Banda Filarmónica, Orquestra Ligeira, Coral Polifónico e Escola de Música. Nos últimos anos, a Banda Filarmónica da SFASC tem-se apresentado ao público ansianense com grande regularidade, seja nas Festas do Concelho, em concertos de aniversário da coletividade, em concertos de Natal e de Ano Novo, nas principais festas religiosas das várias freguesias do Concelho de Ansião, no desfile anual de marchas Populares de S. Pedro e Rainha Santa Isabel e nas corridas de toiros de Santiago da Guarda.

Das atuações que levou a cabo um pouco por todo o país, destacam-se as de Caldas da Rainha (1999), Figueira da Foz e Romariz – Vila da Feira (2003), Alhadas (2004), Abiúl (2011) e Tomar (2011 e 2012).

Numa dinâmica de intercâmbio cultural, participou nos encontros de bandas de Montargil (1998), Juncal (1999), Cascais (2000), Figueiró dos Vinhos, Avelar, Janes – Cascais (2002), Ourém (2011), Penela (Coimbra), Santar (Viseu), Mogadouro (Bragança) e Tomar (2013).

Além fronteiras, a Banda teve a oportunidade de visitar, em 2000, a cidade de Erbach (Alemanha) participando em várias iniciativas de índole cultural, experiência que repetiu em Julho de 2012 ao abrigo do protocolo de geminação entre aquela cidade e a vila de Ansião. Em 2003, a convite da Filarmónica Portuguesa de Paris, participou no Festival Internacional de Música de Paris. Ainda em 2003, aquando das comemorações do seu 100º aniversário, apresentou o seu primeiro trabalho discográfico e foi convidada a integrar a gravação do CD “As Melhores Bandas Filarmónicas da Região de Leiria”.

Sociedade Filarmónica Ansianense de Santa Cecília

Sociedade Filarmónica Ansianense de Santa Cecília

Desde 2011, durante a semana santa da Páscoa, promove o Curso de Jovens Músicos de Ansião denominado Filarmonias.

Reciclanda

Reciclanda

Com municípios e entidades diversas,  a Reciclanda promove a reutilização musical desde idade precoce, faz capacitação de docentes, contribui para a qualidade de vida dos seniores.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

Banda da Sociedade Filarmónica Avelarense

A Sociedade Filarmónica Avelarense é uma coletividade fundada em 7 de novembro de 1915. Está sediada na Vila de Avelar, concelho de Ansião e distrito de Leiria e tem sede própria. A Banda da Sociedade Filarmónica Avelarense é composta por cerca de 50 elementos, onde predomina a juventude. Tem um repertório diversificado e tem como principais atividades abrilhantar festas religiosas, e tocar em encontros de bandas e concertos.

Quando foi fundada e até ao princípio dos 1980, a SFA possuía apenas uma Banda. Por esta altura, foram criadas várias valências que ainda hoje estão em atividade: Grupo Coral, Grupo de Cantares Populares, Orquestra Juvenil e Escola de Música que ministra aulas de Acordeão, Viola, Piano, Órgão, Iniciação Musical e Formação Musical, e onde andam cerca de oitenta alunos.

Além das valências musicais referidas, a Sociedade Filarmónica Avelarense tem ainda uma Biblioteca.

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/05/ansiao-sociedade-filarmonica-de-ansiao.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-05-29 14:26:532024-11-13 22:38:00Ansião e as suas filarmónicas
Rancho Folclórico da Casa do Povo de Fátima
Músicas no Concelho

Ourém e o seu folclore

Folclore em Ourém

Grupos Etnográficos, Tradições e Atividades no Concelho

  • Região: Estremadura (Alta Estremadura)
  • Distrito: Santarém

04 grupos

  • Rancho Folclórico da Casa do Povo de Fátima
  • Rancho Folclórico Os Camponeses da Ribeira do Fárrio
  • Rancho Folclórico Os Moleiros da Ribeira
  • Rancho Folclórico Verde Pinho
Rancho Folclórico da Casa do Povo de Fátima

Fundado em 1977, o Rancho Folclórico da Casa do Povo de Fátima tem como objetivo redescobrir e preservar a vivência dos seus antepassados. Fátima está situada na zona norte da Serra de Aire e pertence à Alta Estremadura, mas sofre fortes influências culturais do Norte do Ribatejo. O Rancho Folclórico tem procurado respeitar, o mais fiel possível, os usos e costumes da Região, nomeadamente através dos trajos, danças e cantares tendo como base de referência os finais do século XIX.

Em 1985, tornou-se membro da Federação do Folclore Português. É sócio, fundador da Associação Folclórica da Região de Leiria – Alta Estremadura.

Composto por cerca de 50 elementos, entre os quais uma representação dos 3 Pastorinhos (símbolo de Fátima), dirigentes, músicos e dançarinos.

Rancho Folclórico da Casa do Povo de Fátima

Rancho Folclórico da Casa do Povo de Fátima

Desde 1980, realiza anualmente o Festival de Folclore da Cidade de Fátima onde participaram já ranchos vindos das diversas regiões do país e estrangeiro. Além de já ter realizado milhares de atuações e de ter participado em centenas de festivais nacionais de folclore por todo o País, continental e insular, efetuou várias digressões no estrangeiro, nomeadamente a França, Holanda, Israel, Espanha, Suíça e Polónia.

Em 1995, participou numa transmissão direta de televisão para vários países do mundo, por ocasião das celebrações do 30º aniversário do documento pontifício “Presbyterorum Ordinis” e do aniversário natalício do Papa João Paulo II. Tem promovido e organizado Encontros Regionais de Folclore entre ranchos vizinhos. Em 1996 foi criado o Rancho Infantil cuja representação se baseia nas brincadeiras e hábitos das crianças do final do século XIX.

Rancho Folclórico da Casa do Povo de Fátima

Rancho Folclórico da Casa do Povo de Fátima

Gravou 2 cassetes e um CD com músicas próprias da Região e da época que representa.

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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Rancho Folclórico Os Camponeses da Ribeira do Fárrio

Sediado no lugar e freguesia de Ribeira do Fárrio, no concelho de Ourém, o Rancho Folclórico Os Camponeses da Ribeira do Fárrio é uma associação de natureza etnográfica constituída em 13 de outubro de 1997.

Rancho Folclórico Os Camponeses da Ribeira do Fárrio

Rancho Folclórico Os Camponeses da Ribeira do Fárrio

Rancho Folclórico “Os Moleiros da Ribeira”

O Olival é caracterizado pelas suas ribeiras, vinhas e olivais, onde se desenvolvem atividades ligadas à agricultura, em particular o cultivo do milho, da vinha e a azeitona.

O Rancho Folclórico “Os Moleiros da Ribeira” iniciou a sua atividade em 1984, tendo como embrião um grupo que participou na récita de carnaval que tinha lugar anualmente no Salão Paroquial, com elementos do grupo da catequese. O sucesso obtido no espetáculo, levou o grupo a dar continuidade à atividade com o nome de “Rancho Folclórico as Violetas de Casais de Carcavelos”.

Em 1987, constituiu-se como associação com o nome “Rancho Folclórico As Violetas do Olival” com o objetivo da promoção de atividades para a divulgação do folclore da região. Em 1990, como consequência da representatividade folclórica atingida pelos trajes e danças, houve necessidade de adotar um nome que perpetuasse os valores culturais e tradições da região. Da Ribeira do Olival, sendo uma das mais abundantes fontes de elementos folclóricos, nasceu a atual denominação “Rancho Folclórico Os Moleiros da Ribeira”, foi também nesta altura que se tornou membro efetivo da Federação do Folclore Português.

O trabalho do grupo tem sido focado na pesquisa e representação da cultura tradicional popular, através do contínuo trabalho de recolhas e ensaios. Destas recolhas resultam danças, cantares, trajes, orações e mezinhas e cozinha tradicional.

O grupo apresenta trajes de noivos, de lavradores ricos, de feira, domingueiros, de trabalho e de pastora. Da gastronomia tradicional salienta-se o quinhão, os chícharos, o bacalhau assado, a friginada, a sopa à lavrador e os bolos de rodilha ou de festa (festas religiosas ou casamentos).

Rancho Folclórico Os Moleiros da Ribeira

Rancho Folclórico Os Moleiros da Ribeira

Em 1992, o grupo adquiriu um espaço onde existia um moinho movido a água em ruínas, que recuperou e onde instalou a sua sede e um Museu Etnográfico.

Rancho Folclórico Verde Pinho

O Rancho Folclórico Verde Pinho é um emblema da União de Freguesias de Rio de Couros e Casal dos Bernardos, e do concelho de Ourém, tendo a sua atividade dedicada ao folclore infantil e adulto. Em 2019, foi aprovado um protocolo de colaboração entre o Município de Ourém e o Rancho Folclórico Verde Pinho com vista à remodelação das instalações da associação, sediada em Carvalhal do Meio, Rio de Couros.

Rancho Folclórico Verde Pinho

Rancho Folclórico Verde Pinho

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/05/ourem-rancho-folclorico-da-casa-do-povo-de-fatima.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-05-28 10:04:502024-10-30 17:03:51Ourém e o seu folclore
Rancho Típico de Pombal
Músicas no Concelho

Pombal e o seu folclore

Folclore em Pombal

Grupos etnográficos, tradições e atividades no Concelho

  • Estremadura – Alta Estremadura
  • Distrito: Leiria

07 grupos

  • Rancho Etno-Popular da Ilha
  • Rancho Folclórico Alegrias do Campo de Carnide
  • Rancho Folclórico As Ligeirinhas de Antões
  • Rancho Folclórico “As Moleirinhas” de Redinha
  • Rancho Folclórico de Vila Cã
  • Rancho Folclórico e Etnográfico do Louriçal
  • Rancho Típico de Pombal
Rancho Folclórico “As Moleirinhas” de Redinha

Vila de Redinha, situa-se na base da Serra de Sicó, num vale fértil, devido principalmente à abundância de água. É atravessada pelo Rio Anços, que tem a sua origem nos Olhos de Água, tendo por isso sido um importante centro de moagem.

É possível que Romaria a Nossa Senhora da Estrela tenha contribuído para as profundas raízes folclóricas na região. Desde sempre, ali aflui bastante povo, pagando promessas, cantando e dançando ao toque de vários harmónios e concertinas que nunca faltam para animar esta tradição.

Rancho Folclórico “As Moleirinhas” de Redinha

Rancho Folclórico “As Moleirinhas” de Redinha

Em 1963, foi fundado o Rancho Folclórico “As Moleirinhas” de Redinha, hoje designado por Rancho Folclórico de Redinha fazendo lembrar os costumes e tradições dos seus antepassados. Tem participado em grandes festivais de Folclore de Norte a Sul do País bem como no estrangeiro, nomeadamente em Espanha e França. Apresentou-se também em alguns festivais de folclore na Ilha do Pico (Açores). Participou ainda no programa “Os Anos que Contam” gravado na Redinha para a RTP1 e no programa “Praça da Alegria”. É membro efetivo da Federação do Folclore Português e também da Associação Folclórica da Região de Leiria – Alta Estremadura.

Tendo o seu Folclore características bem definidas, na Vila de Redinha, aparecem os diversos trajos da região (Romeiros, Moleiros, Camponeses, Lavadeira, Noivos, Boieiros, Domingueiros, Fiadeira e Lavradores Ricos). O Rancho Folclórico de Redinha é hoje um digno representante da Arte Popular da Alta Estremadura.

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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Rancho Etno-Popular da Ilha

No início da década de 70, do século passado, um conjunto de pessoas, do lugar da Ilha, decidiu criar o Rancho Etno-Popular da Ilha. Nessa altura o etno-musicólogo António Oleiro colaborou com a população local na recolha das danças e cantares tradicionais da região, bem como na recuperação dos trajes ancestrais, procurando representar os usos e costumes dos finais do século XIX e início do século XX.

Desde a sua fundação, o Rancho Etno-Popular da Ilha tem participado em festivais de Folclore, a nível nacional, com destaque para a região autónoma da Madeira e internacional tal como a Paris, a Vigo e Itália. Nas representações, podem ser apreciados os trajes de Noivos, Domingueiro Abastado, Domingueiro Pobre e o Traje de Trabalho no campo. Todos estes trajes são cópias, o mais fiel possível, dos que eram usados pelos antepassados desta região.

Rancho Etno-Popular da Ilha

Rancho Etno-Popular da Ilha

Predominam no seu repertório as danças de roda e os rodopios, que eram frequentemente interpretadas no final das “jornas de trabalho” agrícola, tais como: a “sacha” do milho, as vindimas, as colheitas de trigo, milho e outros cereais, bem como, nas desfolhadas e ainda durante as festas e romarias que então se realizavam. O artesanato predominante na Ilha é a “feitura dos capachos”. Esta atividade consiste na utilização do bracejo e do junco secos e entrelaçados com uma técnica apurada que permite realizar diversos objetos de utilização quotidiana, nomeadamente: cestinhas, bases de tachos, esteiras e tapetes, entre outros…

O Grupo pretende contribuir para manter viva a memória coletiva de um património imaterial que constitui um repositório de saberes onde assenta parte do que é hoje a população local. Efetuou dois trabalhos discográficos, um em 1997 e outro em 2006.

É membro efetivo da Federação do Folclore Português, Membro da Associação Folclórica da Região de Leiria – Alta Estremadura e da Fundação INATEL.

Rancho Folclórico de Vila Cã

O Rancho Folclórico de Vila Cã foi criado no início da década de 80 tendo por base as recolhas feitas pelo seu dinamizador. Do seu reportório constam modas de roda com marcação, “Quatros pares a rodar”, “O Fadinho”, em que os pares dançam alternadamente, alguns viras de quatro, o Enleio, e ainda outras modas em que se nota alguma influência ribatejana, pois a ida para a borda d’água era comum no nosso povo.

Rancho Folclórico de Vila Cã

Rancho Folclórico de Vila Cã

Em termos de trajes, tem os domingueiros e de festa, em que os tecidos são um pouco mais ricos, as saias de armur, nas mulheres os lenços dos “caros” e a chapeleta ou giga, o cordão de oiro e brincos mais compridos; o homem de jaqueta e chapéu de aba larga, acompanhado pelo pau de zambujeiro. Os usados nos trabalhos do campo, saias de lã ou de riscadilha, a mulher que anda na ceifa e por isso usa o alteador para a saia não atrapalhar nos trabalhos; a manteeira que leva o jantar no tabuleiro aos homens da lavoura, os homens de camisa de riscado, calça de lã e barrete e o semeador que espalha a semente pelos campos lavrados.

Sendo a zona rica em pinhal, encontramos também o casal de resineiros, ela que colhe a resina para a lata em resultado dos rasgos já antes feitos pelo homem. Também as crianças estão representadas nas suas brincadeiras/tarefas.

Os instrumentos musicais usados são o acordeão, o banjo, os ferrinhos, o reco-reco e a viola.

O Rancho Folclórico de Vila Cã é membro da Federação do Folclore Português e sócio da Associação Folclórica da Região de Leiria – Alta Estremadura.

Rancho Folclórico As Ligeirinhas de Antões

A aldeia de Antões está situada na estrema das freguesias de Carriço, Guia e Louriçal do concelho de Pombal a 20 quilómetros do mar e a 30 quilómetros da Serra de Sicó. O Rancho Folclórico As Ligeirinhas de Antões nasceu de uma simples brincadeira que se tornou realidade até aos dias de hoje, dançando pela primeira vez num cortejo religioso em outubro de 1977.

As suas danças, os cantares e os seus trajes são uma cópia mais fiel possível dos nossos antepassados que se usava em fins do século XIX e nos princípios do século XX, sendo de destacar noivos ricos, fato domingueiro, fatos de trabalho, ceifeira, cegador, pisador de uva, negociante de gado bovino, mulher que leva o almoço ao marido ao campo.

Rancho Folclórico As Ligeirinhas de Antões

Rancho Folclórico As Ligeirinhas de Antões

É sócio efetivo da Federação de Folclore Português desde 1995 e sócio da Associação Folclórica da Região de Leiria – Alta Estremadura. O seu reportório inclui: Que lindas donzelas; bailarico; Fui ao baile aos Antões; Ai Ai Ai; Ceifeirinha e vira de roda.

Rancho Folclórico e Etnográfico do Louriçal

Em 1983 foi fundado o Rancho Folclórico e Etnográfico do Louriçal, tendo feito a sua primeira atuação em 15 de agosto do mesmo ano. Foi fundado com fins culturais, propondo-se fazer recolhas de cantares, danças tradicionais, trajes populares, etnografia da região da Estremadura e divulgação dessa mesma cultura.

Dos trajes que apresenta destacam-se os lavradores, os ceifeiros, os moleiros, a vendedora de tremoços, a vendedora de biscoitos, o resineiro, os trajes de ir à missa, os trajes domingueiros e os trajes dos senhores ricos. Todo o fato um pouco escuro só era vestido no dia do casamento e no dia em que morria servindo-lhe de mortalha. Se o marido morresse primeiro, o lenço era-lhe colocado debaixo da cabeça, no caixão. Destacam-se também os trajes dos ceifeiros do arroz, cultura de grande importância socio-económica para a freguesia.

A tocata é composta por acordeão, ferrinhos, bombo, reco-reco e matracas.

É membro efetivo da Federação do Folclore Português e filiado no INATEL.

Rancho Típico de Pombal

O Rancho Típico de Pombal nasceu em 1951 e desde então divulga as danças, cantares, usos e costumes de uma região, toda ela enraizada, em termos etnográficos, na velha Alta Estremadura. Pedro Homem de Mello escreveu: “Fronteira folclórica (repetimo-lo de uma vez para sempre), Pombal representa, irrefutavelmente, a chave que nos abre as portas da coreografia do Sul…”. O Rancho percorreu Portugal, do Sul ao Norte, do interior ao litoral, não esquecendo as ilhas e uma parte do continente europeu.

Rancho Típico de Pombal

Rancho Típico de Pombal

É sócio fundador da Federação do Folclore Português e da Associação Folclórica de Leiria Alta Estremadura, tendo feito parte de todos os seus Órgãos Sociais, e também da RFPtv. As danças assentam em três características que são o Rodízio, o Rodopio e o Marcadinho. Os trajes são domingueiros e de trabalho, a tocata é composta por acordeões, violas, ferrinhos e reco-reco. É seu lema honrar o nome de Pombal e corresponder ao que é imposto pelas raízes dos seus usos e costumes, danças e cantares.

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/05/pombal-rancho-tipico-de-pombal.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-05-28 11:37:232024-10-30 07:23:37Pombal e o seu folclore
Rancho Típico de Alvorge
Músicas no Concelho

Ansião e o seu folclore

Folclore em Ansião

Grupos Etnográficos, Tradições e Atividades no Concelho

  • Grupo Folclórico Cantares de S. Tiago
  • Rancho Folclórico Danças e Cantares de São Domingos
  • Rancho Infantil Serras de Ansião
  • Rancho Típico de Alvorge
Grupo Folclórico Cantares de S. Tiago

O Grupo Folclórico Cantares de S. Tiago é parte integrante do Centro de Amizade e Animação Social de Santiago da Guarda e constitui a sua mais antiga atividade. Fundado em 1985, logo a seguir à escritura de constituição deste Centro, teve a sua primeira atuação em Santiago da Guarda no dia 28 de julho. As músicas, as danças e os trajes deste grupo são o resultado de uma recolha feita na nossa vasta freguesia, que nos levou a conhecer algumas pessoas, idosas mas de memória fresca e viva, guardando recordações duma juventude e dum tempo passados em que os usos e costumes eram ainda a vivência da tradição mantida por séculos.

Grupo Folclórico Cantares de S. Tiago

Grupo Folclórico Cantares de S. Tiago

Recuperou preciosos elementos do património cultural da zona: as danças de roda e de quatro pares, as saias, as modas de trocar o par, a porca rabicha, o fadinho e outras de que só os mais velhos se lembram. Também o vestuário, de sorrebeco, merino, baeta, pano branco, catrapianha, armur, astracão e outros padrões quase perdidos, veio enriquecer o espólio deste Rancho, reconstituindo as várias formas de fatos de trabalho (campo), de ir ao mercado e domingueiros.

O seu folclore, sendo o fruto duma recolha local, traduz os usos e costumes destas terras serranas. A localização geográfica de Santiago da Guarda, próximo do Litoral mas dele separada pela Serra da Sicó, dá às suas modas uma tonalidade mista de ritmos vivos da beira-mar e das danças mais serenas das serranias do interior.

Tem ainda, por vezes, o cunho indelével das trocas culturais com a vizinha província do Ribatejo, para onde o povo migrava sazonalmente em busca de trabalho. Foi daqui que durante séculos saíram os “ratinhos” para as ceifas no Alentejo e os “barrões” para a zona de Torres Novas onde se apanhava o figo e a azeitona ou para o Vale do Tejo às vindimas. Tais trocas enriqueceram o património etnográfico de uma e outra região, originando um folclore vivo e variado em ritmo e melodias.

Reciclanda

Reciclanda

Com municípios e entidades diversas,  a Reciclanda promove a reutilização musical desde idade precoce, faz capacitação de docentes, contribui para a qualidade de vida dos seniores.

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António José Ferreira
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Rancho Folclórico Danças e Cantares de São Domingos

Sediado no lugar e freguesia da Lagarteira, concelho de Ansião, o Rancho Folclórico Danças e Cantares de São Domingos é uma associação de natureza etnográfica constituída a 12 de maio de 2000.

Rancho Folclórico Danças e Cantares de São Domingos

Rancho Folclórico Danças e Cantares de São Domingos, no Porto Santo, 2016

Rancho Infantil Serras de Ansião
Rancho Infantil Serras de Ansião

Rancho Infantil Serras de Ansião

Rancho Infantil Serras de Ansião, Leiria

Rancho Típico de Alvorge

O Rancho Típico de Alvorge pertence à Secção de Folclore do Centro Social, Cultural e Recreativo de Alvorge. Teve a sua fundação em 1984, por iniciativa de um grupo de pessoas que entendiam que as tradições da sua região deviam ser preservadas e divulgadas. Foi feita uma exaustiva pesquisa e recolha dessas mesmas tradições e património etnográfico, que hoje se pode apreciar nas representações deste grupo. O Rancho é composto por cerca de 50 elementos. Pretende representar, com a maior fidelidade possível, a forma como o povo desta região trajava, cantava e dançava em finais do século XIX, entre outras vivências que ficaram gravadas na memória do tempo.

Rancho Típico de Alvorge

Rancho Típico de Alvorge

Tem feito várias recriações etnográficas, como o cantar das Janeiras, o dia da espiga, a matança do porco. Tem participado em variadíssimos festivais de folclore nacionais e internacionais e em outros eventos culturais, quer no nosso país, quer no estrangeiro, onde já representou a cultura portuguesa por dezenas de vezes.

Com o objetivo de incentivar as gerações mais novas a aderirem ao folclore, tem este grupo, desde 2010, uma Escola Infantil de Folclore onde participam dezenas de crianças.

Para complementar a sua atividade ao serviço do Folclore, tem, desde 2014, um Centro Etnográfico, onde estão preservadas e expostas ao público cerca de 800 peças que fizeram parte da vivência do povo da sua terra durante centenas de anos.

Fontes do Musorbis Folclore:

  • Federação do Folclore Português
  • Gente que Canta e Balha
  • Páginas de grupos etnográficos
  • Municípios
https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/05/ansiao-rancho-tipico-de-alvorge.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-05-28 12:57:212024-11-13 22:36:58Ansião e o seu folclore
Rancho Folclórico da Casa do Povo de Maçãs de D. Maria
Músicas no Concelho

Alvaiázere e o seu folclore

Folclore em Alvaiázere

Grupos Etnográficos, Tradições e Atividades no Concelho

  • Região: Estremadura – Alta Estremadura
  • Distrito: Leiria
  • Concelho: Alvaiázere

02 grupos

  • Rancho Folclórico da Casa do Povo de Maçãs de D. Maria
  • Rancho Folclórico da Freguesia de Pussos
Rancho Folclórico da Freguesia de Pussos

O Rancho Folclórico da Freguesia de Pussos nasceu a 15 de agosto de 1995. O trabalho de recolha mantém o objetivo de alcançar uma representatividade etnográfica digna e fiel. O grupo começou por estudar a freguesia de Pussos, mas cedo percebeu, que as fronteiras territoriais e administrativas não encerram barreiras etnográficas, alargando o seu estudo às freguesias do concelho, e concelhos limítrofes o que permitiu perceber determinadas diferenças que não encerram contradições, mas antes uma riqueza que não pode ser ignorada.

Rancho Folclórico da Freguesia de Pussos

Rancho Folclórico da Freguesia de Pussos

O estudo elaborado, permitiu perceber também que, decorrente dos hábitos de trabalho do povo alvaiazerense, que se deslocava para fora do seu território para as podas, ceifas e vindimas, determinadas influências de outras zonas do país acabaram por ser trazidas para o concelho inscrevendo-se, também, de forma indelével, na sua especificidade cultural e etnográfica.

Os trajos que o grupo enverga, as danças e cantigas que leva ao tabuado são o resultado das recolhas realizadas na população do concelho. Rancho Folclórico da Freguesia de Pussos recria a Ceia de Natal, o “Cantar dos Reis”, a “Matança do Porco”, o jantar da Matança, o “Magusto tradicional”, a descamisada, a apanha da azeitona, as vindimas, o cantar das Almas na Quaresma, o baile de Ano Novo e de Carnaval. É, desde 2012, Instituição de Utilidade Pública. Em 2013, depois de alguns anos como sócio aderente da Federação do Folclore Português (essenciais para o aperfeiçoamento da representatividade do grupo), passou a sócio efetivo.

Rancho Folclórico da Casa do Povo de Maçãs de D. Maria

De um encontro de jovens realizado em 1975, resultou a ideia de se formar um Grupo que fosse fiel intérprete do património cultural e artístico da região que se estava a perder. Desta iniciativa surgiu, em 1976, o Rancho Folclórico de Maçãs de D. Maria e que se vem posteriormente a integrar na ACREDEM – Associação Cultural, Recreativa e Desportiva de Maçãs de D. Maria.

Quatro anos após a fundação, os elementos do Grupo, após intensas reuniões com a Direção da Casa do Povo, pediram a sua integração nesta Instituição, passando por imperativos de ordem legal a denominar-se Rancho Folclórico da Casa do Povo de Maçãs de D. Maria. Esta integração trouxe responsabilidades acrescidas não só pela manutenção do Grupo em atividades, mas também dar sequência a todo um trabalho de recolha e pesquisa de modo a enriquecer o seu repertório.

Rancho Folclórico da Casa do Povo de Maçãs de D. Maria

Rancho Folclórico da Casa do Povo de Maçãs de D. Maria

O intenso trabalho desenvolvido numa perspetiva de valorização do Grupo, foi reconhecido e compensado pelas imensas atuações que realizou nos mais variados recantos do país, em festivais nacionais e internacionais.

Fontes do Musorbis Folclore:

  • Federação do Folclore Português
  • Gente que Canta e Balha
  • Páginas de grupos etnográficos
  • Municípios
Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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António José Ferreira
962 942 759

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/05/alvaiazere-rancho-folclorico-da-casa-do-povo-de-macas-de-d-maria.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-05-28 20:09:222024-12-14 23:01:21Alvaiázere e o seu folclore
Rancho Folclórico de Geraldes
Músicas no Concelho

Peniche e o seu folclore

Folclore em Peniche

Grupos Etnográficos, Tradições e Atividades no Concelho

  • Rancho Folclórico “As Lavadeiras dos Bolhos”
  • Rancho Folclórico de D. Pedro I
  • Rancho Folclórico de Geraldes
  • Rancho Folclórico “Os Camponeses da Beira-mar”
Rancho Folclórico “As Lavadeiras dos Bolhos”

O Rancho Folclórico “As Lavadeiras dos Bolhos” é uma associação de natureza etnográfica sediada em Ferrel, Peniche. Em 2017, participou no VII Festival de Folclore do Concelho de Peniche, no Fórum da Parreirinha.

Rancho Folclórico de D. Pedro I

O Rancho Folclórico de D. Pedro I é uma associação de natureza etnográfica do concelho de Peniche. Foi fundado em 26 de agosto de 1984. É composto por dois grupos, o Infantil e o Adulto. Ao longo da sua existência o Rancho Folclórico D. Pedro I já realizou 21 edições do Festival Anual de Folclore e participou em centenas de festivais de Folclore em todo o país. Em 2017, participou no VII Festival de Folclore do Concelho de Peniche, no Fórum da Parreirinha.

Rancho Folclórico de Geraldes

O Rancho Folclórico de Geraldes foi fundado em 1984. Desde 2013 tem aprofundado o seu trabalho de pesquisa, assumindo um importante papel como representante dos usos e costumes do Conselho de Peniche. O Grupo tem vindo a apresentar-se em prestigiados festivais de norte a sul do país e também em Espanha. Tem participado em programas de televisão, recriações histórias, serões de tradições, mostras do trajo, feiras à moda antiga e outras recriações à época. Tem dinamizado a etnografia do concelho de Peniche, através da organização de eventos como exposições do traje, tertúlias e workshops sobre temáticas do folclore. Já efetuou vários encontros de escolas de folclore e organiza anualmente o seu festival.

Rancho Folclórico de Geraldes

Rancho Folclórico de Geraldes

O seu reportório musical e etnográfico tem como base as pesquisas e as recolhas efetuadas no concelho, através dos arquivos do Museu da Cidade de Peniche, Centro Interpretativo de Atouguia da Baleia e da memória dos mais idosos. O trabalho de recolha assenta em várias vertentes das vivências locais: objetos, trajes, modas, danças, superstições, orações, provérbios, jogos, brincadeiras, festas, círios e medicina popular.

Peniche foi lugar propício para o estabelecimento de uma povoação marítima, tendo em conta a riqueza das águas envolventes e a localização geográfica ideal para desenvolvimento da atividade piscatória. Com o grande desenvolvimento da indústria conserveira, através da salga, vieram gentes de várias zonas do país que aqui se fixaram, influenciando os hábitos e costumes nativos. As modas apresentadas são na sua maioria modas de roda. Os trajes são réplicas dos utilizados no final do século XIX e inícios do século XX no concelho de Peniche, representando aspetos da vida local. Destacam-se, entre outros: Trajes Abastados e Remediados, Trajes de “Ir à Missa” (festa), Mulher e Homem do Mar, Traje de Luto, Moleiros, Rendilheira, Atadeira, Criança e Trabalhadores do Campo.

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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Rancho Folclórico “Os Camponeses da Beira-mar”

O Rancho Folclórico “Os Camponeses da Beira Mar” é uma associação de natureza etnográfica sediada em Ferrel, Peniche (Rua do Cerco, n.º 24 – 2520-142 Ferrel). Em 2017, participou no VII Festival de Folclore do Concelho de Peniche, no Fórum da Parreirinha.

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/05/peniche-rancho-folclorico-de-geraldes.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-05-29 20:56:362024-11-10 12:01:31Peniche e o seu folclore
Rancho Folclórico e Etnográfico Os Oleiros
Músicas no Concelho

Caldas da Rainha e o seu folclore

Folclore nas Caldas da Rainha

Grupos etnográficos, tradições e atividades no Concelho

  • Região: Estremadura (Alta Estremadura)
  • Distrito: Leiria

02 grupos

  • Rancho Folclórico e Etnográfico As Ceifeiras da Fanadia
  • Rancho Folclórico e Etnográfico do Reguengo da Parada
  • Rancho Folclórico e Etnográfico “Os azeitoneiros” de Alvorninha
  • Rancho Folclórico e Etnográfico Os Oleiros
Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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Rancho Folclórico e Etnográfico “Os azeitoneiros” de Alvorninha

Em 28 de agosto de 1983 foram inauguradas as obras de restauro da Igreja Matriz de Alvorninha. Entre as várias atividades culturais que animaram a festa, apresentou-se em palco um grupo de jovens que representou algumas danças folclóricas. Tendo sido recebidos com carinho, foram requisitados para diversas atuações.

Com o seu primeiro nome, Rancho Folclórico “Juventude em Flor”, retratavam uma juventude repleta de energia e que desejava ir mais longe, fazendo uma recolha exaustiva junto da população mais idosa da sua terra.

Após um estudo exaustivo a par da recolha de informações, em 1986 tomaram a decisão de alterar o nome do grupo para Rancho Folclórico e Etnográfico “Os Azeitoneiros” de Alvorninha, trajados a rigor.

Após exaustiva recolha de dados, o grupo trajou em homenagem aos antepassados e à atividade da apanha da azeitona, significativa na localidade.

Apresentam os trajes de noivos, domingueiro, de feirante, de patrões, de trabalho e os utensílios que o complementam.

O Rancho é membro efetivo da Federação do Folclore Português.

Rancho Folclórico e Etnográfico "Os azeitoneiros" de Alvorninha

Rancho Folclórico e Etnográfico “Os azeitoneiros” de Alvorninha

Rancho Folclórico e Etnográfico Os Oleiros

O Rancho Folclórico e Etnográfico Os Oleiros surgiu depois da organização de umas marchas populares, em 1986, por um grupo de entusiastas. Teve a sua origem a 29 de julho de 1987.  Em 1999, no dia do seu XIII Festival Nacional de Folclore, “Os Oleiros” viraram uma página da sua história, ao apresentar os novos trajes, fruto de um longo trabalho de pesquisa e da vontade firme de procurar as suas raízes.

Rancho Folclórico e Etnográfico Os Oleiros

Rancho Folclórico e Etnográfico Os Oleiros

A Região em que se insere é na Alta Estremadura. Os seus trajes representam os domingueiros ricos, remediados e pobres, bem como os trabalhadores agrícolas, que se fazem acompanhar dos seus respetivos utensílios. As suas danças e cantares são as características da região, modas muito cantadas e dançadas pelos seus antepassados. Todos os anos, o rancho organiza o seu Festival Nacional de Folclore, bem como o Festival “Arlindo Estêvão”. Tem participado em festivais, festas e romarias, levando as tradições da região por todo o território nacional e em vários eventos internacionais.

Fontes do Musorbis Folclore:

  • Federação do Folclore Português
  • Gente que Canta e Balha
  • Páginas de grupos etnográficos
  • Archeevo (Ministério da Administração Interna)
  • Municípios

A “Lista dos Ranchos Folclóricos” disponível na Meloteca resulta de uma pesquisa aturada no Google e da nossa proximidade nas redes sociais. No Musorbis, em desenvolvimento, foram revistos todos os historiais de grupos etnográficos. Para facilitar a leitura, foram retirados pormenores redundantes e subjetivos, e foram corrigidos erros de português.

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/05/caldas-da-rainha-rancho-folclorico-e-etnografico-os-oleiros.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-05-27 23:15:372024-10-30 07:08:42Caldas da Rainha e o seu folclore
Rancho Folclórico da Sociedade Recreativa de Cabeça Veada
Músicas no Concelho

Porto de Mós e o seu folclore

Folclore em Porto de Mós

Grupos etnográficos, tradições e atividades no Concelho

  • Estremadura (Alta Estremadura)
  • Distrito: Leiria

4 grupos:

  • Rancho Folclórico da Sociedade Recreativa de Cabeça Veada
  • Rancho Folclórico de Mira de Aire
  • Rancho Folclórico de Pedreiras
  • Rancho Folclórico Luz dos Candeeiros
Rancho Folclórico da Sociedade Recreativa de Cabeça Veada

O Rancho Folclórico da Sociedade Recreativa de Cabeça Veada (RFSRCV) foi fundado em 1986, fazendo parte integrante da secção cultural da Sociedade Recreativa de Cabeça Veada. É sócio efetivo da Federação do Folclore Português, desde Janeiro de 1989. É também sócio fundador da Associação Folclórica da Região de Leiria – Alta Estremadura, desde 1997. Tem a sua Sede na localidade de Cabeça Veada, União de Freguesias de Arrimal e Mendiga, concelho de Porto de Mós e pertence à região da Alta Estremadura.

O RFSRCV é composto por cerca de 40 elementos, entre tocadores, cantadores, dançadores e figurantes. Os trajes que enverga são representativos dos fins do século XIX e princípios do século XX. Foram recolhidos na região que representam, e dos mesmos destacam-se os trajes de noivos, os domingueiros, de festa e com maior predomínio, os trajes de trabalho, devido às diversas tarefas agrícolas, que os trabalhadores rurais efetuavam.

Os instrumentos musicais foram recolhidos através do contacto com a população mais idosa, alguns de fabrico artesanal, como, a flauta pastoril, o pífaro, a castanhola de cana e o reco-reco. O Rancho apresenta músicas autênticas, do povo de antigamente, acompanhadas por acordeões, viola, cavaquinho, bandolim, ferrinhos e reco-reco.

Rancho Folclórico da Sociedade Recreativa de Cabeça Veada

Rancho Folclórico da Sociedade Recreativa de Cabeça Veada

A primeira internacionalização do Grupo, teve lugar em 1992 a Espanha. Voltou ao Estrangeiro em 1998, desta vez, a França. Em 2002, deslocou-se à Hungria e em 2004 esteve em Itália, na ilha da Sardenha, voltando a este país em 2011. Em 1998, fez a reconstituição do “Ciclo do Milho”, que registou em vídeo. Em 2017, o RFSRCV, foi galardoado pelo Município de Porto de Mós, com a Medalha de Prata de “Arte e Cultura”, como reconhecimento do enorme contributo e divulgação do concelho de Porto de Mós.

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce. Clique e saiba mais.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos seniores.

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Rancho Folclórico de Mira de Aire

O Rancho Folclórico de Mira de Aire encontra-se atualmente inserido na Associação com o mesmo nome, fundada em 1996. A sua origem remonta a 1993, no seio da Escola Nº 2 do 1.º Ciclo do Ensino Básico de Mira de Aire. O Rancho Folclórico tinha então como universo, além dos músicos que eram já adultos ou adolescentes, quase exclusivamente, a dançar e a cantar, crianças que frequentavam a referida Escola. Com o intuito de alargar esse universo, foi formalizada a Associação Rancho Folclórico de Mira de Aire que tem como objetivo o desenvolvimento de atividades de carácter cultural, etnográfico e recreativo, não só em Mira de Aire, mas também nos lugares em redor.

Rancho Folclórico de Mira de Aire

Rancho Folclórico de Mira de Aire, foto Natércia

Õ Rancho Folclórico tem em atividade um grupo infantil/juvenil constituído por crianças e jovens dos 4 aos 15 anos e um grupo adulto formado por elementos oriundos do grupo infantil/juvenil e por outros elementos. A tocata é constituída, principalmente, por pessoas já adultas, embora existam jovens que vão alternando a dança com a aprendizagem de alguns instrumentos. Os trajes que o Rancho apresenta são uma recriação do que o povo usava na nossa região outrora, com maior cariz de pobreza do que riqueza, pois o povo da época era humilde e de trabalho. Todas as músicas e danças que constituem o seu reportório são fruto de uma recolha etnográfica que fizeram e que pretendem continuar, com a ajuda dos mais idosos, com o objetivo de recuperar e preservar a maneira de ser, usos e costumes do povo de Mira de Aire e aldeias em redor.

Rancho Folclórico de Pedreiras

O Rancho Folclórico de Pedreiras – Alta Estremadura foi fundado em 1978, por um grupo de jovens que se dedicou à recolha e divulgação cultural das freguesias do concelho de Porto de Mós. A recolha deste grupo ao longo dos anos, concretiza-se na representação de costumes, danças, músicas e trajos das gentes de Porto de Mós entre os anos de 1850 a 1910, aproximadamente. As danças e cantares da época representada eram quase sempre executadas em ambiente de trabalho e festa.

Rancho Folclórico de Pedreiras

Rancho Folclórico de Pedreiras

Os seus trajos são representativos das mais variadas tarefas agrícolas e quotidianas e das classes sociais existentes na época que representa. Desde 1983 é membro da Federação do Folclore Português. Pertence à Fundação INATEL, à Associação Folclórica da Região de Leiria – Alta Estremadura e à Associação Terra Rossa. O Grupo desloca-se anualmente de norte a sul do país, tendo já atuado também na Madeira, Espanha, França, Itália e Polónia. Em 1984 recriou um casamento à moda antiga. No ano seguinte o grupo foi galardoado com a Medalha de prata de Arte e Cultura pelo Município de Porto de Mós. Mais recentemente, em 2001, fez a reconstituição, em tempo real, do ciclo do vinho que registou em vídeo.

Rancho Folclórico Luz dos Candeeiros

Rancho Folclórico Luz dos Candeeiros foi fundado em 1987. É filiado na Federação do Folclore Português desde 1989 e é sócio fundador da AFRLAE. Tem a sua sede em Arrimal, freguesia essencialmente agrícola, na Serra dos Candeeiros, na parte ocidental e marcadamente rural do concelho de Porto de Mós. Representa a região etnográfica da Alta Estremadura. Graças à iniciativa de um grupo de jovens, Arrimal viu o seu RF surgir para que as tradições dos seus antepassados não se perdessem e ficassem a perpetuar pela vida fora. Fizeram uma recolha dos seus usos e costumes, das músicas e danças, dos trajes e da etnografia da sua comunidade cultural de antigamente, respeitando o seu valor sócio-cultural que querem preservar e legar aos seus descendentes para todo o sempre. No logotipo do grupo, a lamparina simboliza a Luz na Serra dos Candeeiros, o Arco da Memória e um moinho de vento, edificação da economia local muito abundante na Serra dos Candeeiros sendo uma das fontes primordiais de sustento familiar até meados do século XX.

Rancho Folclórico Luz dos Candeeiros

Rancho Folclórico Luz dos Candeeiros

Dado o isolamento geográfico da localidade serrana as práticas rurais e as diversas tradições foram sendo perpetuadas e herdadas sem grandes alterações ou influências num maior espaço de tempo, chegando muitas aos nossos dias.

Por outro lado, a proximidade com a atual região do Ribatejo e com a ida dos ranchos de pessoas para os trabalhos sazonais naquela região recebeu destes bastantes influências e podendo verificar-se em algumas das modas, na forma elegante do dançar e agarrar o par.

Pretende o “Luz dos Candeeiros” levar de terra em terra as recordações dos seus antepassados, mantendo-as vivas e respeitando-as incondicionalmente em todos os aspetos.

Tem participado nos mais conceituados Festivais Nacionais e Internacionais de norte a sul do País, Açores (COFIT), Madeira, alguns deles no âmbito do CIOFF.

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/05/porto-de-mos-rancho-folclorico-da-sociedade-recreativa-de-cabeca-veada.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-05-28 21:10:302024-11-12 01:10:12Porto de Mós e o seu folclore
Rancho Folclórico Casais de Santa Teresa
Músicas no Concelho

Alcobaça e o seu folclore

Folclore em Alcobaça

Grupos Etnográficos, tradições e atividades no Concelho

  • Região: Estremadura (Alta Estremadura)
  • Distrito: Leiria

06 grupos

  • Rancho Folclórico Casais de Santa Teresa
  • Rancho Folclórico de Acipreste
  • Rancho Folclórico do Vimeiro
  • Rancho Folclórico dos Moleanos
  • Rancho Folclórico e Etnográfico “Papoilas do Campo” de Cela Velha
  • Rancho Folclórico Mira-Serra de Louções
Rancho Folclórico Casais de Santa Teresa

O Rancho Folclórico Casais de Santa Teresa pertence a uma pequena aldeia que lhe deu o nome, Casais de Santa Teresa, situada junto à imponente Serra de Aire e Candeeiros. Este grupo tem a felicidade de pertencer à histórica freguesia de Aljubarrota, que por sua vez se integra no concelho de Alcobaça.

Rancho Folclórico Casais de Santa Teresa

Rancho Folclórico Casais de Santa Teresa

Rodeados de história e tradições, as gentes humildes viviam essencialmente do trabalho do campo, onde o grupo fundamenta os trajes de azeitoneiros, moleiros, vinhateiros, feirantes, entre outros. O Rancho Folclórico Casais de Santa Teresa foi fundado em 2006 e tem vindo a recolher a riqueza que os antepassados deixaram em herança, transmitindo isso mesmo através das suas danças e cantares.

Reciclanda

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O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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Rancho Folclórico de Acipreste

Acipreste que é uma aldeia da freguesia de Évora do concelho de Alcobaça. É um lugar de cor, devido aos frutos dos pomares que o constituem, o que torna esta localidade uma das principais fontes de produção do setor. Com uma população essencialmente rural, mantém na lide do campo alguns dos ensinamentos agrícolas transmitidos pelos monges cistercienses.

Fundado em 1980, o Rancho integra-se na Associação Recreativa do Acipreste. É sócio efetivo da Federação do Folclore Português e da Associação de Folclore da Região de Leiria – Alta Estremadura.

No início, apresentava-se com um grupo infantil e um grupo adulto, mas atualmente apenas só com um grupo, com idades entre os 4 e os 80 anos.

Rancho Folclórico de Acipreste

Rancho Folclórico de Acipreste

Tem desenvolvido bastantes recolhas e compilado ao máximo o seu espólio etnográfico regional. No entanto, com a certeza que muito está por descobrir, mas que a cada dia que passa se torna mais difícil.
O grupo apresenta-se no seu essencial com trajes e utensílios de trabalho, pois era uma localidade muito pobre e onde muitas das pessoas se tinham de deslocar para outras terras vizinhas para ganhar a “jorna” ou até mesmo fazer trabalhos sazonais como vindimas, ceifas, apanha da azeitona e cavas. As pessoas mais abastadas não eram muitas e as que existiam eram proprietárias de quase todas as terras. Os modelos dos trajes que vestem são cópias fiéis de modelos cedidos aquando das recolhas. Das modas que o grupo apresenta destacam-se as danças de roda e os viras.

Rancho Folclórico do Vimeiro

O Rancho Folclórico do Vimeiro é uma associação de natureza etnográfica do Concelho de Alcobaça com sede no pavilhão desportivo do Vimeiro. Realiza em 2021 o seu 25° aniversaria.

Rancho Folclórico do Vimeiro, Alcobaça

Rancho Folclórico do Vimeiro, Alcobaça

Rancho Folclórico dos Moleanos

O Rancho Folclórico dos Moleanos foi fundado em 1978 e dedica-se, desde então, à recolha de tradições, na zona serrana do concelho de Alcobaça, dando especial atenção aos trajes, modas, danças superstições, lendas, provérbios, jogos, festas, medicina popular e objetos de uso comum.

Os trajes, uns genuínos e outros cópias fiéis dos utilizados no final do século XIX, princípio do século XX, não são ricos mas variados, representando aspetos da vida local. Destacam-se, entre outros, o de moleiros, azeitoneiros, trabalhadores da eira, noivos. Apresenta, entre outras modas, a Dança Serrana, a Moda a Dois Passos e o Fado e as Carreirinhas.

Rancho Folclórico dos Moleanos

Rancho Folclórico dos Moleanos

Desde 1987 tem organizado o seu Festival de Folclore, em Alcobaça. Participou em vários programas de televisão, festivais de folclore, festas e romarias por todo o país e no estrangeiro, nomeadamente em Espanha e França. Em 1987 fundou a sua Escola de Música, com finalidade de incentivar os jovens da terra à iniciação musical e assegurando, deste modo, a continuidade de músicos para integrar a tocata do Rancho. Em 1994, representou a Estremadura no Festival de Folclore do Algarve e em 1995 foi declarado Pessoa Coletiva de Utilidade Pública. O Rancho Folclórico dos Moleanos é um dos mais representativos do Concelho de Alcobaça.

Rancho Folclórico Mira-Serra de Louções

Fundado em 1987, o Rancho Folclórico Mira-Serra de Louções está sediado no lugar que lhe deu o nome, Louções, aldeia da freguesia de Turquel e do concelho de Alcobaça.

Desde 1993, está filiado na Federação de Folclore Português e é sócio da Associação Folclórica da Região de Leiria – Alta Estremadura. Apresenta como trajes: domingueiros, trabalhadores abastados e trabalhadores do campo.

Tem percorrido Portugal de norte a sul tendo também atuado no estrangeiro, com o objetivo de levar de terra em terra as recordações dos antepassados.

Rancho Folclórico Mira-Serra de Louções

Rancho Folclórico Mira-Serra de Louções

Rancho Folclórico de Mira - Serra Louções, Alcobaça

Rancho Folclórico de Mira – Serra Louções, Alcobaça

Rancho Folclórico Papoilas do Campo de Cela Velha
Rancho da Cela, Alcobaça

Rancho Folclórico Papoilas do Campo de Cela Velha

Fontes do Musorbis Folclore:

  • Federação do Folclore Português
  • Gente que Canta e Balha
  • Páginas de grupos etnográficos

No Musorbis foram revistos todos os historiais de grupos etnográficos. Para facilitar a leitura, foram retirados pormenores redundantes e subjetivos, e foram corrigidos erros de português.

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/05/alcobaca-rancho-folclorico-casais-de-santa-teresa.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-05-27 20:50:442024-10-30 06:28:21Alcobaça e o seu folclore
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