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Património musical dos concelhos. Encontre rapidamente o que procura, digitando, por exemplo, “Lisboa e os seus órgãos de tubos”.

Rancho Folclórico Neveiros do Coentral, Castanheira de Pera
Músicas no Concelho

Castanheira de Pêra e o seu folclore

Folclore em Castanheira de Pera

Grupos Etnográficos, Tradições e Atividades no Concelho

  • Região: Estremadura (Alta Estremadura)
  • Distrito: Leiria
Rancho Folclórico Neveiros do Coentral

O Rancho Folclórico Neveiros do Coentral foi fundado em 1964, pelo etnógrafo coentralense Dr. Herlander Machado, para participar nas comemorações do 1º Cinquentenário da criação do seu concelho, Castanheira de Pera. Teve a sua primeira atuação a 11 de julho daquele ano, frente aos Paços da Câmara Municipal de Castanheira de Pera.

Rancho Folclórico Neveiros do Coentral, Castanheira de Pera

Rancho Folclórico Neveiros do Coentral, Castanheira de Pera

O nome de Neveiros, adotado pelo Rancho, representa uma evocação histórica dos tempos em que a gente do Coentral subia ao alto da Serra da Lousã, durante a invernia, para apanhar neve e a depositar nos sete poços cobertos – atualmente ainda se pode visitar três – onde depois de calcada com maços de calceteiro, se conservava empedernida até ao verão. E assim nos séculos XVII a XIX, de maio a outubro, as ucharias reais de Lisboa recebiam a neve da Serra da Lousã, para que o Rei e a sua Corte pudessem deliciar-se com doces e bebidas geladas. Em carros de bois, pelos tortuosos caminhos da Serra, a neve era transportada até Constância e Barquinha – confluência dos rios Tejo e Zêzere – para depois seguir para Lisboa, pela via fluvial. Muita neve se derretia pelo caminho, mas mesmo assim, chegava com certa abundância a Lisboa, ao ponto de o excedente do consumo da Corte ser vendido no famoso Café Martinho da Arcada e em outros botequins da capital.

Associando valores da Etnografia, do Folclore e da História, o Rancho Folclórico Neveiros do Coentral tem procurado ser um Museu Vivo dos antigos costumes da freguesia do Coentral, do Concelho de Castanheira de Pera e da Serra da Lousã, procurando:

  • Divulgar a árdua e singular atividade dos Neveiros;
  • Recuperar e mostrar as antigas músicas, danças e cantares da gente do Coentral e da Serra da Lousã;
  • Recriar os usos e costumes dos seus antepassados, através dos seus trajos e da constituição do Núcleo Museológico “A Casa do Neveiro”.

Fruto de um cuidadoso trabalho de pesquisa, em que foram consideradas várias fontes, tendo como objetivo a recolha e fiel reconstituição dos trajos antigos dos povos serranos da região correspondente ao norte do Distrito de Leiria e, mesmo para além da sua linha de demarcação com o Distrito de Coimbra, ao próprio vestuário dos povos vizinhos.

Sempre que possível, foram usados os tecidos tradicionais – surrubeco, burel, merino, cotim, baeta, chitas, riscadas, brocado, linho e rendas – e, também, os adereços próprios caracterizadores do trajo – cestos e cestas, canastra de vendedeira de peixe, aguadoiro, sacho, manta de trapos, lanternas de azeite, cajado, roçadoira, molhal, peneira, bilha do mel, cântaro de água, forma das meias de lã, barretes.

Rancho Folclórico Neveiros do Coentral, tambor e concertina

Rancho Folclórico Neveiros do Coentral, tambor e concertina

O Rancho Folclórico Neveiros do Coentral apresenta várias danças, mexidas e alegres, onde as formas, os acessórios e as coreografias variam de música para música. Nas formas destacamos as danças realizadas em roda, em fila ou em cruz. Em algumas das danças, além do traje, são utilizados acessórios que se destacam, como por exemplo o chapéu ou a peneira (utensílio circular composto por uma armação em trama destinada a reter a passagem de grãos maiores). Coreograficamente destacam-se as voltas do vira, os braços no ar, as rodas à direita ou à esquerda e os cruzamentos, ao som da música em muitos casos em ritmo rápido.

As danças apresentadas pelo Rancho Folclórico Neveiros do Coentral são as seguintes: dança dos neveiros, dança da lomba, fado corrido, valsa serranita, meu amor ao passeio, dança dos tapadinhos, vira do coentral pequeno, rosinha, dança do fojo, marcadinho, fungágá, vira do camelo, rica prima, fado mandado, dança da eira, dança das raparigas, dança do chapéu.

Rancho Folclórico Neveiros do Coentral, tocata

Rancho Folclórico Neveiros do Coentral, tocata

A tocata é constituída por vozes, cantadores e cantadeiras, e por instrumentos como concertinas, banjo, bandola, bandolim, cavaquinho, tambor, reco-reco e ferrinhos. Os instrumento apresentados eram os utilizados pelo povo serrano nos convívios e nos bailes “à antiga”. A música é da tradição popular, tal como as velhas letras dos antigos cantares, havendo sido feito, em alguns casos, um tratamento literário inspirado nos dados etnográficos recolhidos.

Rancho Folclórico Neveiros do Coentral, bandola

Rancho Folclórico Neveiros do Coentral, bandola

O Grupo editou o DVD Encantos de uma terra… Cultura de um povo, com a história, os costumes e as danças num filme de 90 minutos. Publicou também um CD áudio com algumas músicas do Rancho Folclórico Neveiros do Coentral. O CD Rancho Folclórico Neveiros do Coentral contém as faixas: 1. Dança dos Neveiros; 2. Dança da eira; 3. vira do Coentral Pequeno; 4. Rica prima; 5. Dança do Fojo; 6. Fado corrido; 7. bailarico do centro; 8. Meu amor ao passeio; 9. Dança da Lomba; 10. vira do Camelo; 11. Fado mandado; 12. Moda dos Tapadinhos; 13. Fungagá

O Rancho possui o núcleo museológico A Casa do Neveiro. Em tempos, o Dr. Herlander Alves Machado, fundador do Rancho Folclórico Neveiros do Coentral, sonhou criar um espaço destinado a preservar o seu historial, assim como a recolher os usos e costumes dos seus antepassados.

Tendo por base este pressuposto e inicialmente localizado num espaço exíguo, cedido pelo CIRUC, os Neveiros do Coentral reuniram o seu espólio. Porém, conjugando o trabalho de pesquisa no terreno e o querer de fazer mais, permitiram levar por diante, um projeto mais vasto. Esse projeto, consistia em fazer associar e em integrar no historial dos Neveiros do Coentral, todo um manancial de objetos, utensílios caseiros, agrícolas, artesanais, etc. que representassem os usos e costumes das nossas gentes homenageando, também, o nosso fundador e os nossos antepassados.

Em 1996, aproveitando a cedência de uma zona não utilizada no centenário edifício da Junta de Freguesia do Coentral, construído em pedra granítica e onde nasceu em 1835 D. Manuel Agostinho Barreto, bispo do Funchal, o Rancho fundou o Núcleo Museológico “A Casa do Neveiro”.

Nestas novas instalações foram recriadas a 1ª Escola Feminina, instalada em 1913 no então Centro Escolar Democrático União Coentralense (hoje CIRUC), a casa dos nossos antepassados (com alguns objetos e utensílios do seu dia a dia), os velhos usos e costumes da agricultura e pastorícia, a indústria artesanal de fabrico de meias e luvas de lã, assim como está patente o historial e espólio do Rancho Folclórico Neveiros do Coentral.

Em 2015, fruto da cedência de um novo espaço por parte da União de Freguesias de Castanheira de Pera e Coentral, a disposição do núcleo foi alvo de uma reorganização.

Rancho Folclórico Neveiros do Coentral, reco-reco

Rancho Folclórico Neveiros do Coentral, reco-reco

Fontes do Musorbis Folclore:

  • Federação do Folclore Português
  • Gente que Canta e Balha
  • Páginas de grupos etnográficos
  • Archeevo (Ministério da Administração Interna)
  • Municípios
Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira:
962 942 759

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/05/castanheira-de-pera-rancho-folclorico-neveiros-do-coentral.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-05-26 14:32:542024-12-20 22:46:22Castanheira de Pêra e o seu folclore
Filarmónica União Taveirense
Músicas no Concelho

Coimbra e as suas filarmónicas

Filarmónicas de Coimbra

Bandas de Música, História e Atividades no Concelho

Filarmónica União Taveirense

A FUT foi fundada em1869, no que era então uma pequena aldeia rural dos arredores de Coimbra, na margem esquerda do Rio Mondego. Tem pautado por manter-se fiel aos objetivos definidos pelos seus fundadores, Padre João Pessoa Godinho e D. Duarte de Mello (Visconde de Taveiro), “ … o ensino e a divulgação da música e promover e incentivar outras actividades culturais…”.

Foi titulada, no reinado de D. Manuel II, de Real Philarmónica União Taveirense. É desde 1969 membro honorário da Comenda de Ordem de Benemerência (atribuída pela Presidência da República). Recebeu a Medalha de Mérito Cultural da Câmara Municipal de Coimbra (25 Abril 1995). É também desde 1997 reconhecida como Instituição de Utilidade Pública (Presidência do Conselho de Ministros).

Após vários regentes e maestros, Sílvio Rajado (pai), mantendo a Escola de Música em pleno funcionamento, formou os elementos que vieram a rejuvenescer e a valorizar a Banda, nos anos 60, 70 e 80. A FUT tem sido o alfobre de centenas de executantes, que têm prosseguido os estudos em conservatórios e/ou escolas superiores. Estes músicos continuam maioritariamente na banda, sendo alguns Professores de Música e/ou Instrumentistas de prestigiados agrupamentos.

Mais tarde, o Maestro Sílvio Rajado (pai) “passou” o testemunho ao seu filho Sílvio Rajado, que deu uma excelente continuidade ao trabalho feito por seu pai, alargando os horizontes e criando novos objetivos e motivações, conferindo à Banda uma qualidade invejável na Região. O tempo foi decorrendo e novos desafios se colocaram a esta centenária instituição, a criação de uma Orquestra Ligeira; posteriormente de uma Big Band; a formação de uma Banda Juvenil; o aperfeiçoamento do grau de execução dos músicos; a elevação do nível artístico; o melhoramento do repertório e do tipo de apresentações públicas, foram alguns dos pontos que mereceram a atenção das diversas direções, que recorreram a credenciados Maestros, (Sargento Ajudante Agante Ferreira, 1.º Sargento Jorge Pereira e Tenente João Oliveira – Chefe de Banda de Música do Exército), e a novos métodos de trabalho.

Já sob a orientação do Maestro João Paulo Fernandes, em 2005, participou no 1.º Concurso Nacional de Bandas – Cidade de Aveiro, arrebatando o 1.º Lugar.

Em 2005 “nasceu” o primeiro CD intitulado Futsuite, que apresenta uma escolha cuidada de repertório, sendo na sua maioria composto por obras escritas originalmente para este tipo de formação.

“ …É um trabalho bem pensado, com uma estética e uma estruturação rara nas bandas portuguesas.”

“Em relação à qualidade da Banda fiquei muito surpreendido! É excelente para uma banda não profissional. Não tenho dúvidas de que foi o CD de Banda não militar que mais gostei de ouvir” (Jorge Salgueiro, compositor).

“ …O CD da Filarmónica União Taveirense está realmente bem produzido e tem uma apresentação musical excelente.” (Dr James W. Hebert – Maestro e fundador da Pennsylvania Pops Orchestra (EUA) e presidente/director executivo da Music Maestro Please Festivals & Tours.)

Hoje em dia a Banda dispõe de um invejável potencial humano-artístico, com grande formação e currículo musical, maioritariamente jovem, que permite, para além das tradicionais procissões e desfiles, apresentar outro tipo de trabalhos mais elaborados e exigentes. As centenas de atuações, nos mais diversos pontos do país (incluindo Açores e Madeira) e no estrangeiro (Espanha, Luxemburgo, Brasil) com grande aceitação e brio, são a prova da sua qualidade, que muito honra não só a Freguesia, o Concelho e o Distrito mas também o País.

As centenas de atuações, nos mais diversos pontos do país (incluindo Açores e Madeira) e no estrangeiro (Espanha, Luxemburgo, Brasil) com grande aceitação e brio, são a prova da sua qualidade, que muito honra não só a Freguesia, o Concelho e o Distrito mas também o País.

A coletividade tem desenvolvido um trabalho louvável em prol da juventude e da população em geral, não só da freguesia mas também das localidades vizinhas, ocupando e valorizando os tempos livres dos jovens, promovendo vários estágios e classes de aperfeiçoamento; renovando e valorizando constantemente o repertório da Banda e Banda Juvenil; apurando o nível artístico dos seus elementos e sensibilizando as populações para o trabalho meritório e esforçado deste tipo de coletividades.

Reciclanda

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Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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Grupo Folclórico de Coimbra
Músicas no Concelho

Coimbra e o seu folclore

Folclore em Coimbra

Grupos etnográficos, tradições e atividades no Concelho

  • Região: Beira Litoral (Gândara, Bairrada e Mondego)
  • Distrito: Coimbra

20 grupos

  • grupo etnográfico da Região de Coimbra (GERC)
  • Grupo de Etnografia e Folclore da Academia de Coimbra
  • grupo etnográfico da Casa do Povo de Souselas
  • Grupo Folclórico Camponeses do Mondego
  • Grupo Folclórico da Casa do Povo de Ceira
  • Grupo Folclórico Danças e Cantares da Associação Cultural de Vilarinho
  • Grupo Folclórico de Coimbra
  • Grupo Folclórico de Torre de Bera
  • Grupo Folclórico e Etnográfico da A.R.C. de Cova do Ouro e Serra da Rocha
  • Grupo Folclórico e Etnográfico do Brinca – Eiras
  • Grupo Folclórico Os Camponeses de Vila Nova
  • Grupo Folclórico e Etnográfico As Tecedeiras de Almalaguês
  • Grupo Folclórico e Etnográfico de Arzila
  • Grupo Regional de Danças e Cantares do Mondego
  • Rancho Folclórico As Tricanas de Coimbra
  • Rancho Folclórico de Taveiro
  • Rancho Folclórico e Etnográfico de Arzila
  • Rancho Folclórico e Etnográfico Moleirinhas de Casconha
  • Rancho Típico de Vila Nova
  • Rancho Típico da Palheira
Grupo de Etnografia e Folclore da Academia de Coimbra

O Grupo de Etnografia e Folclore da Academia de Coimbra (GEFAC) foi fundado como Organismo Autónomo da Academia de Coimbra em 1966. Desde a fundação tem vindo a desenvolver um exaustivo trabalho de recolha, tratamento e divulgação do património imaterial português. A nossa atividade tem-se assim desdobrado em diversas vertentes: recolha e pesquisa, tratamento e divulgação das manifestações tradicionais, formação, e concepção de espetáculos originais.

Utiliza as manifestações populares numa perspetiva criativa, principalmente nos ajustamentos aos aspetos cénicos, que permitem produzir um espetáculo globalizante, não tanto empenhado em demarcar regiões, mas sim em acentuar o sentir que provocou o aparecimento das manifestações.

Grupo de Etnografia e Folclore da Academia de Coimbra (GEFAC)

Grupo de Etnografia e Folclore da Academia de Coimbra (GEFAC)

A 25 de maio de 2021 o Público noticiou que o Grupo de Etnografia e Folclore da Academia de Coimbra foi distinguido com o Prémio Europa Nostra 2021.

grupo etnográfico da Região de Coimbra (GERC)

O grupo etnográfico da Região de Coimbra (GERC) é uma associação de natureza etnográfica sediada no Pátio do Castilho – Almedina 3000-123 Coimbra.

Foi fundado em 1997, e pretende manter viva a tradição autenticidade dos trajos, danças, cantares, usos e costumes da cidade de Coimbra e arrabaldes.

O grupo considerado de interesse cultural pela Câmara Municipal de Coimbra é membro efetivo da Federação do Folclore Português e associado do INATEL.

Situada na margem direita do rio Mondego e dispondo-se em anfiteatro sobre as margens deste, surge Coimbra, cidade antiga e de seculares tradições, sempre ligadas à boémia estudantil e às suas musas inspiradoras – as mulheres de Coimbra, designadas tradicionalmente por “Tricanas”.

É desta relação entre tricanas, estudantes, Universidade e o rio Mondego que falam muitas das tradições Coimbrãs, da maneira de estar, de ser e sentir do seu povo.

Na tentativa de retratar esse quadro humano, bem como o seu contexto histórico e sócio-económico, o grupo etnográfico
da Região de Coimbra apresenta uma variedade de trajos identificativos do povo de Coimbra e arrabaldes em meados e finais do séc. XIX.

O repertório do grupo inclui velhas modas de roda, assim como viras ou outras modas com marcações, muitas delas efetuadas ao som do mandador.

O Folclore de Coimbra, pela sua riqueza etno-folclórica, pela variedade de ritmos e coreografias tradicionais, representa só por si uma fonte de riqueza cultural que necessita de ser preservada, recuperada e devolvida novamente ao domínio público através da participação do grupo etnográfico da Região de Coimbra em festas de folclore, feiras tradicionais e romarias.

Grupo Etnográfico da Região de Coimbra (GERC)

grupo etnográfico da Região de Coimbra (GERC)

Grupo Folclórico de Coimbra

O Grupo Folclórico de Coimbra foi fundado em 8 de Janeiro de 1986. O seu repertório inclui cerca de 150 temas entre cantigas e danças. O seu diretor artístico é o Professor Doutor Nelson Correia Borges.

Grupo Folclórico de Coimbra

Grupo Folclórico de Coimbra, Pedro Miguel Fotografia

Grupo Folclórico e Etnográfico de Arzila
Grupo Folclórico e Etnográfico de Arzila

Fundado em 24 de fevereiro de 1974, o Grupo Folclórico e Etnográfico de Arzila, procura transmitir as tradições do povo da sua terra e da sua região. A sua ação de defesa do património tem ido desde a recolha de elementos etnográficos, à realização de debates, jornadas culturais, exposições, recuperação de festas, de jogos e outras tradições que estavam a desaparecer. Tem sido também sua preocupação a defesa do artesanato, na qual as “esteiras” de Arzila, assumem papel de destaque. É considerado “Grupo de Interesse Folclórico” pelo Departamento de Cultura da Câmara Municipal de Coimbra, é filiado na Federação do Folclore Português, na Associação de Folclore e Etnografia da Região do Mondego e INATEL e foi declarado Coletividade de Utilidade Pública, em 1990. Em 2003, foi-lhe atribuída pela Câmara Municipal de Coimbra, a “medalha de mérito cultural”.

Rancho Folclórico e Etnográfico de Arzila

Grupo Folclórico e Etnográfico de Arzila

Orquestra Típica e Rancho da Secção de Fado da AAC

Grupo composto por estudantes universitários, pretende representar e defender o folclore da região de Coimbra. Este grupo, que nasceu em 1981, elaborou na região uma recolha cuidada dos trajes típicos da época. Para além dos grandes símbolos da zona, a tricana e o estudante, também constam trajes de trabalho, o caso da lavadeira e aguadeira, e de festa como é o exemplo dos noivos e das romarias pobre e rica.

As músicas regionais foram também recuperadas e fazem parte do repertório apresentado nos seus espetáculos, sendo a mais conhecida, o célebre “Vira de Coimbra”, mas onde se podem encontrar músicas como: “Encadeia”, “Ao Toque da Música”, “Vira de Quatro”, “Fogueiras de S. João” e “Josézito”. Todas os temas interpretados pela OTR podem ser encontrados no CD, editado pela SF/AAC, intitulado “Bate co’a Chinela”.

A OTR conta com 22 edições de Encontro Nacional de Etnografia e Folclore e tem levado as tradições coimbrãs a vários países, em festivais internacionais de Folclore e da Juventude, tendo já atuado em vários pontos da Europa (Roménia, Alemanha, Grécia, Luxemburgo, Polónia, Bélgica, Itália, Espanha, Irlanda e Hungria). Tem realizado espetáculos em todo o território nacional.

Rancho Folclórico As Tricanas de Coimbra

O Rancho Folclórico As Tricanas de Coimbra é uma associação de natureza etnográfica com 8 décadas de existência.

Rancho Folclórico As Tricanas de Coimbra

Rancho Folclórico As Tricanas de Coimbra

Rancho Folclórico de Taveiro

Fundado em 18 de outubro de 1975 com a designação de Rancho Folclórico Juventude de Taveiro, o Grupo Folclórico de Taveiro é uma associação de natureza etnográfica que interpreta as danças e cantares da Região de Coimbra.

Rancho Folclórico de Taveiro

Rancho Folclórico de Taveiro

Fontes do Musorbis Folclore:

  • Federação do Folclore Português
  • Gente que Canta e Balha
  • Páginas de grupos etnográficos
  • Archeevo (Ministério da Administração Interna)
  • Municípios

A “Lista dos Ranchos Folclóricos” disponível na Meloteca e a informação nesta plataforma resultam de uma pesquisa aturada no Google e da nossa proximidade nas redes sociais. Foram revistos todos os historiais de grupos etnográficos de modo a facilitar a leitura.

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/05/coimbra-grupo-folclorico-de-coimbra-pedro-miguel-fotografia.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-05-26 11:19:112021-10-02 15:32:39Coimbra e o seu folclore
Rancho Folclórico da Mãe D’água
Músicas no Concelho

Bragança e o seu folclore

Folclore em Bragança

Grupos etnográficos, tradições e atividades no Concelho

  • Região: Trás-os-Montes e Alto Douro (Terras de Trás-os-Montes)
  • Distrito: Bragança
  • Concelho: Bragança
Rancho Folclórico da Mãe d’Água

Sediado em Bragança, o Rancho Folclórico da Mãe d’Água foi fundado em 1983. Mais tarde foi criada a Associação Cultural e Recreativa da Mãe D’Água. O grupo tem atuado de Norte a Sul de Portugal, na Espanha e já foi convidado da TVI por duas vezes.

O seu Festival de Folclore é sempre no segundo fim-de-semana de julho e sempre ao sábado.

As suas danças mais características são o malhão Serrano, O Carrinho Transmontano, as Tecedeiras, o Fuso e o Linho, o Belém e Os Ferrinhos.

Os trajes são característicos da região, sobressaindo o do Pastor, a Camponesa, o Domingueiro e Traje Rico.

Rancho Folclórico da Mãe D’água

Rancho Folclórico da Mãe D’água

A 8 de julho de 2017, a Praça Camões, em Bragança, foi palco de tradição, música, dança e muita cor com o XIX Festival de Folclore da Cidade de Bragança, que contou com a participação de seis grupos, oriundos de Portugal e Espanha. Organizado pelo Município de Bragança e pela Associação Cultural e Recreativa do Bairro da Mãe d’Água, com o apoio da União das Freguesias de Sé, Santa Maria e Meixedo, o XIX Festival de Folclore da Cidade de Bragança contou com a participação do Rancho Folclórico da Mãe D’Água (Bragança), Grupo Folclórico Ronda do Carreço (Viana do Castelo), Grupo Folclórico Cultural “Alegria Berciana” (Espanha), Grupo Folclórico de Esgueira (Aveiro), Rancho Folclórico de Gandarela (Celorico de Basto) e Rancho Folclórico “Vila Medieval de Santo Estêvão” (Chaves).

Fontes do Musorbis Folclore:

  • Federação do Folclore Português
  • Gente que Canta e Balha
  • Páginas de grupos etnográficos
  • Archeevo (Ministério da Administração Interna)
  • Municípios

No Musorbis foram revistos todos os historiais de grupos etnográficos. Para facilitar a leitura, foram retirados pormenores redundantes e subjetivos, e foram corrigidos erros de português.

Reciclanda

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Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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Rancho das Cantarinhas de Buarcos
Músicas no Concelho

Figueira da Foz e o seu folclore

Folclore na Figueira da Foz

Grupos etnográficos, tradições e atividades no Concelho

  • Região: Beira Litoral (Gândara, Bairrada e Mondego)
  • Distrito: Coimbra

11 grupos

  • Grupo Mulheres de Tavarede
  • Grupo Folclórico e Etnográfico da Praia da Leirosa
  • Rancho das Cantarinhas de Buarcos
  • Rancho dos Pauliteiros da Serra da Boa Viagem
  • Rancho Etnográfico do Arneiro de Fora
  • Rancho Etnográfico Os Cavadores do Saltadouro
  • Rancho Folclórico As Papoilas de Lares
  • Rancho Folclórico “As Salineiras” de Lavos
  • Rancho Folclórico da Casa do Povo de Maiorca
  • Rancho Folclórico e Regional de Quiaios
  • Rancho Folclórico Etnográfico Os Ferreiros dos Carvalhais
Grupo Mulheres de Tavarede

Participou em 2019 no “Folclore nas Ruas”, na Figueira da Foz.

Grupo Folclórico e Etnográfico da Praia da Leirosa

Comemora a Quinta-feira da Ascensão ou da Espiga. Em 2006 ocorreu o XIX Festival Folclórico e Etnográfico da Praia da Leirosa.

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Rancho das Cantarinhas de Buarcos

O Rancho das Cantarinhas de Buarcos representa a reminiscência das “maias”. A tradição na vila piscatória de Buarcos constava na ida das raparigas a fonte na madrugada do dia lº de Maio com as cantarinhas a cabeça, enfeitadas com flores, vestindo os seus trajes domingueiros, cantando e dançando nas ruas com os seus namorados.

A sua principal característica reside no facto das raparigas dançarem com cantarinhas de barro que transportam à cabeça e cujo peso varia entre os 14 e os 18 quilos, sendo necessárias largas dezenas de horas de dedicação para as conseguirem equilibrar em movimento.

O Grupo é constituído por cerca de 42 elementos: dançarinos, músicos, cantores e pessoal de apoio.

O seu repertório é composto por músicas vincadamente populares da região da beira-mar e outras por recolha efetuada junto de pessoas idosas naturais de Buarcos.

Além de milhares de exibições em todo o território nacional, contam ainda no seu historial centenas de exibições efetuadas na Alemanha, Andorra, Bélgica, Brasil, Dinamarca, Espanha, Estados Unidos da América, França, Holanda, Hungria, Inglaterra, Itália, Jugoslávia, Luxemburgo, Mónaco, Suécia, Suíça.

O Grupo é Membro Honorário da Ordem da Benemerência e sócio fundador da Federação de Folclore Português. Recebeu a Medalha de Prata Dourada da Câmara Municipal da Figueira da Foz. Faz parte integrante da Secção de Folclore do Grupo Caras Direitas.

Rancho das Cantarinhas de Buarcos

Rancho das Cantarinhas de Buarcos

Rancho dos Pauliteiros da Serra da Boa Viagem

O Rancho dos Pauliteiros da Serra da Boa Viagem é uma coletividade de natureza cultural e etnográfica em atividade contínua desde 1943. Foi fundado por José Robalo Marques e tem a sua sede na União Instrução e Recreio (UIR) da Serra da Boa Viagem.

Nesses tempos, enquanto os jovens ajudavam os seus pais na arte do pastorício, utilizavam como brinquedo os paus retirados das árvores, nascendo assim o jogo da paulitada que, num 1º de Maio, foi mostrado a toda a população. A partir desse dia os jovens começaram a ensaiar com mais frequência sob a orientação inicial de José Robalo, que já tinha já alguma experiência devido à sua estadia nos Açores onde contactou com um grupo folclórico. O Rancho dos Pauliteiros foi-se mantendo fiel às suas origens. Evoluiu graças ao interesse e empenho da população, tendo já atuado em vários pontos de Portugal e em vários países da Europa.

Realiza anualmente o seu festival, geralmente no mês de agosto mas sem dia certo.

Rancho Folclórico dos Pauliteiros da Serra da Boa Viagem

Rancho Folclórico dos Pauliteiros da Serra da Boa Viagem

Rancho Etnográfico do Arneiro de Fora

Em 2017 realizou o XV Encontro Etnográfico de Arneiro de Fora. Participou em 2019 no “Folclore nas Ruas”, na Figueira da Foz.

Grupo Etnográfico Arneiro de Fora

grupo etnográfico Arneiro de Fora

Rancho Etnográfico Os Cavadores do Saltadouro

Participou em 2019 no “Folclore nas Ruas”, na Figueira da Foz.

Rancho Folclórico As Papoilas de Lares

Participou em 2019 no “Folclore nas Ruas”, na Figueira da Foz.

Rancho Folclórico “As Salineiras” de Lavos

O Rancho Folclórico “As Salineiras” de Lavos foi fundado em 1959 para demonstrar e preservar as tradições relacionadas com a indústria de extração do sal.

Apresenta trajes de trabalho, de romaria, do pescador dos viveiros, de noivos pobres e dos patrões (donos das salinas).

As danças e as cantigas foram todas recolhidas no sul do concelho da Figueira da Foz e principalmente na freguesia de Lavos.

Desde a sua fundação o grupo tem atividade permanente. Atuaou de norte a sul do país, em festivais, festas e romarias.

Desloca-se ao estrangeiro com bastante frequência, tendo já atuado em Espanha, França, Luxemburgo, Bélgica, Suíça, Alemanha, Itália, Croácia, Suécia, Lituânia, Polónia, Republica Checa, Holanda, Bulgária, Ucrânia, Hungria, e Brasil, nos quais participou, principalmente, em festivais CIOFF.

Todos os elementos dançam descalços porque só assim é possível trabalhar nas salinas, e as cestas que as senhoras transportavam à cabeça, são miniaturas das cestas utilizadas nos trabalhos da tiragem do sal, para os barracões para posteriormente ser vendido, assim como as ferramentas dos homens são miniaturas das ferramentas utilizadas nas salinas.

É membro efetivo da Federação do Folclore Português.

Rancho Folclórico da Casa do Povo de Maiorca

O “FestiMaiorca” teve em 2017 a sua 43.º Edição. A iniciativa começou em 1975, pelas mãos de António Maia Cardoso, Manuel Pinto da Costa e José Maria Verdete, crescendo até ocupar um lugar de destaque no calendário dos festivais internacionais que se realizam em Portugal.

Ao longo das suas 42 edições passaram pelo palco do Terreiro do Paço grupos oriundos de 42 países dos quatro cantos do mundo: Áustria, Coreia do Sul, Espanha, França, Itália, Índia Bélgica, Holanda, Alemanha, Grécia, Turquia, Sérvia, Suécia, Rússia, Geórgia, Ucrânia, Lituânia, Hungria, Roménia, Bulgária, México, Argentina, Israel, Togo, Serra Leoa, Timor, Republica Checa, Eslováquia, Eslovénia, Peru, Porto Rico, Indonésia, Uruguai, Venezuela, USA, Bolívia, Equador, Colômbia, Senegal, Estónia, Letónia, Polonia, Bielorrússia, Roménia, bem como das várias regiões de Portugal, incluindo Açores e Madeira.

O 43º Festival Internacional de Folclore de Maiorca – FestiMaiorca 2017 contaria com a presença de grupos oriundos do Chile, Geórgia, México, Quénia, Sérvia, Tailândia e Portugal. Nesse ano, pela primeira vez, o festival contou com a presença de grupos do Chile, Tailândia e Quénia.

Rancho Folclórico da Casa do Povo de Maiorca

Rancho Folclórico da Casa do Povo de Maiorca

Rancho Folclórico e Regional de Quiaios

O Rancho Folclórico Regional de Quiaios foi criado a 1 de Maio de 1956, sendo composto por cerca de 40 elementos que procuram, fundamentalmente, recriar as atividades piscatórias e agrícola. Os trajes representam os utilizados no mar, no trabalho, no campo, nas festas e no casamento, tendo sido elaborados graças a testemunhos de pessoas idosas da terra, a fotografias antigas e a objetos da época. Tanto os trajes como as danças procuravam reviver as tradições Gandaresas do início do século XIX. Pertence ao Grupo de Instrução e Recreio Quiaiense, fundado a 5 de outubro de 1913, por um grupo de sócios, na sua maioria agricultores. A coletividade tem ainda um Grupo Cénico.

Rancho Folclórico Etnográfico os Ferreiros dos Carvalhais

O Rancho Folclórico Etnográfico os Ferreiros dos Carvalhais foi fundado em 1975 tendo como principal representação etnográfica os ferreiros, em homenagem à principal atividade outrora exercida na povoação.

Fontes do Musorbis Folclore:

  • Federação do Folclore Português
  • Gente que Canta e Balha
  • Roteiro dos Ranchos Folclóricos dos Açores
  • Páginas de grupos etnográficos
  • Archeevo (Ministério da Administração Interna)
  • Municípios

A “Lista dos Ranchos Folclóricos” disponível na Meloteca e a informação nesta plataforma resultam de uma pesquisa aturada no Google e da nossa proximidade nas redes sociais. Para o Musorbis foram revistos todos os historiais de grupos.

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/05/figueira-da-foz_rancho-das-cantarinhas-de-buarcos.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-05-25 21:27:472024-10-30 07:00:11Figueira da Foz e o seu folclore
Sociedade Filarmónica Figueirense
Músicas no Concelho

Figueira da Foz e as suas filarmónicas

Filarmónicas da Figueira da Foz

Bandas de Música, História e Atividades no Concelho

  • Associação Musical União Filarmónica Maiorquense
  • Sociedade Artística Musical Carvalhense
  • Sociedade Boa União Alhadense
  • Sociedade Filarmónica 10 de Agosto
  • Sociedade Filarmónica Figueirense
  • Sociedade Filarmónica Paionense
  • Sociedade Filarmónica Quiaense
  • Sociedade Instrução e Recreio de Lares
  • Sociedade Musical Recreativa de Alqueidão
  • Sociedade Musical Recreativa Instrutiva e Beneficente Santanense
Associação Musical União Filarmónica Maiorquense – U.F.M

A Associação Musical União Filarmónica Maiorquense – U.F.M., sediada na Rua dos Lavradores, freguesia de Maiorca, concelho da Figueira da Foz, com  estatutos alterados em 2002 e 2003, é uma associação de natureza cultural e educativa constituída a 5 de dezembro de 1931.

Associação Musical União Filarmónica Maiorquense - U.F.M

Associação Musical União Filarmónica Maiorquense – U.F.M

Sociedade Artística Musical Carvalhense

A filarmónica da centenária Sociedade Artística Musical Carvalhense (S.A.M.C.) conta atualmente com 53 músicos, com uma faixa etária entre os 12 e os 27 anos. Tem direção da Maestrina Renata Oliveira, a qual cumula responsabilidades de coordenação da área da formação. A Escola de Música da S.A.M.C. é outra das suas componentes. Em 2004, fundou a sua Banda Juvenil, que é composta por cerca de 25 jovens músicos. A Filarmónica apresenta-se anualmente em cerimónias religiosas e institucionais, eventos sociais e concertos.

Sociedade Boa União Alhadense

Em 1854, a comissão promotora das festas religiosas deslocou-se a uma povoação vizinha, com o fim de contratar uma Filarmónica. Sensibilizados pela apresentação e desempenho da Filarmónica, os alhadenses pensaram em criar a sua própria Banda de Música. Tomou a iniciativa o pároco da freguesia, que no final da missa da festa se dirigiu ao povo: “Vou criar uma Filarmónica nas Alhadas, conto com a vossa ajuda”. Iniciaram um peditório na Igreja, cujo valor foi de oitenta mil reis.

As primeiras preocupações dos pioneiros da iniciativa foram os preparativos para a legalização da associação e a busca de um local onde pudessem dar início às aulas de música. Conseguiram uma casa e fixaram um contrato de arrendamento no valor de setenta mil reis anuais. Abriram a escola de música. O número de inscritos era elevado. 22 fizeram-se músicos, e entre estes contavam 4 padres da região.

Para acabar de instruir os executantes e dirigir a futura Filarmónica, em outubro do mesmo ano foi contratado o espanhol José Lourenzo. Em 8 de dezembro de 1854, foi fundado o “Montepio Filarmónica União Alhadense” e nomeada uma Comissão Administrativa para governar esta instituição, que tinha como objetivo a ajuda aos seus elementos na compra de medicamentos e pagamento ao médico. No dia 25 de dezembro de 1854 ouviu-se pela primeira vez, nas ruas de Alhadas, a sua Filarmónica. Estava instituído o Montepio Filarmónica União Alhadense, o qual mais tarde passaria a denominar-se Sociedade Boa União Alhadense.

Em 1855 estreou o seu primeiro fardamento e obteve os primeiros contratos. Deslocou-se Espanha várias vezes. No dia 10 de junho de 2005 representou Portugal nas Comemorações do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas, no Luxemburgo.

Pela Filarmónica passaram vários maestros: Francisco de Freitas Mota, António Maria Pinto, Fortunato Esteves Pardal, Serafim Nunes Chamusca, Celestino Quadros, Eduardo Pinto de Almeida, Herculano Rocha, Carlos Leandro, Joaquim Pessoa, Angelino Ferrão, Manuel Farinha de Oliveira, Manuel Ribeiro Caiado e, desde Janeiro de 2006, José António Santos Firme.

Sociedade Boa União Alhadense

Sociedade Boa União Alhadense

Atualmente a Filarmónica é constituída por 68 elementos e tem na sua Escola de Música 33 aprendizes.

Para além Filarmónica, a Sociedade Boa União Alhadense tem outras vertentes, como o Grupo Cénico, Orquestra Ligeira, Grupo de Metais, Ensemble de Saxofones e Grupo de Flautas e, no Desporto, o Futsal e o Ténis de Mesa, modalidades filiadas na Associação de Futebol de Coimbra e Associação de Ténis de Mesa de Coimbra, respectivamente. Em 12 de março de 1982 foi agraciada com a medalha de mérito (ouro) pela Câmara Municipal da Figueira da Foz.

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

Sociedade Filarmónica 10 de Agosto

Fundada em 10 de agosto de 1880, a coletividade da Rua das Rosas (Figueira da Foz) é uma das mais emblemáticas agremiações pela sua postura e trabalho em prol da preservação da cultura figueirense. Além dos autos pastoris e Auto dos Reis Magos, a “Teimosa”, como também é conhecida, marca anualmente a sua presença em tradições tão populares, como o Enterro do Bacalhau.

Nas páginas de história que prestigiam a coletividade, salienta-se ainda o concerto que a filarmónica deu no Convento da Batalha, em 1908. A assistir ao concerto estava D. Carlos, que a galardoou depois com o título de “Real”. Manuel Dias Soares, autor da música da Marcha do Vapor, aprendeu música, entre outros, com Augusto Symaria, regente da D’Agosto. Mais tarde o próprio Manuel Dias Soares também dirigiu esta filarmónica. E foi à frente da Dez D’Agosto que Manuel Dias Soares dirigiu musicalmente uma corrida de touros em Salamanca.

Joaquim Tomás Freitas é atualmente seu mestre. Presentemente a Direcção tem como presidente Susana Sousa que pretende, com a sua equipa, desenvolver novos projetos para a coletividade, bem como manter as tradições. A coletividade chegou a organizar as antigas Serenatas do Mondego. A direcção da Dez D’Agosto deu, em 2001, o nome de Maria Olguim ao palco da coletividade, lembrando a atriz que se estreou na Dez D’Agosto.

Texto: António Jorge Lé (com excertos)

Sociedade Filarmónica Figueirense S.F.F.

Sediada na freguesia e concelho da Figueira da Foz, a Sociedade Filarmónica Figueirense S.F.F. é uma associação de natureza social, artística, cultural e recreativa, constituída a 21 de junho de 1869.

Sociedade Filarmónica Figueirense

Sociedade Filarmónica Figueirense

Sociedade Filarmónica Paionense

Fundada em 1858, a Sociedade Filarmónica Paionense é das mais antigas coletividades do Concelho. Surgiu com Leonel Seabra, médico no Paião. Rapidamente se transformou num importante fator cultural e recreativo, com atividade não só no Paião como nos arredores. A fim de que banda atuasse num local condigno, construiu-se um coreto, inaugurado em 1925. A edificação da sede, localmente designada por Casa da Música, teve início em 1948. Estava-se no rescaldo da grande guerra, com as finanças paionenses debilitadas. Mesmo assim, foi possível inaugurar o edifício passados quatro anos.

A Casa da Música transformou-se então no grande centro cultural e recreativo da vila: música, bailes, teatro, cinema, televisão, folclore, desporto, ilusionismo e magia, convívios e reuniões de amigos, mais tarde as sessões políticas. Depois de 1974, a banda adquiriu grande incremento com criação da Escola de Música e recrutamento de jovens executantes. A mais recente alteração dos estatutos remonta a 1989. Já com quase 155 anos de atividade, em 2012, a Sociedade Filarmónica Paionense foi declarada Instituição de Utilidade Pública, reafirmando assim a vontade da continuar com a divulgação de música e outras atividades culturais.

Sociedade Filarmónica Quiaiense

Embora alguns documentos atestem que a sua existência é anterior a 1850, só a 25 de agosto de 1869 foi constituída como associação, passando posteriormente a celebrar o seu aniversário a 6 de janeiro, dia de Reis. Ao longo da sua história tem participado nas mais diversas manifestações culturais na zona centro do País, nomeadamente em cerimónias de carácter religioso e encontros de bandas civis. Destaca-se a sua participação num “Te Deum” aquando do nascimento do último rei de Portugal, que teve lugar na Igreja de Santa Cruz, em Coimbra.

Em 1977, por dificuldades diretivas, foi integrada na Casa do Povo de Quiaios, Instituição de Utilidade Pública, onde ganhou uma nova dinâmica e voltou a rubricar alguns momentos de assinalável interesse cultural. Constituída por 45 elementos, tem organizado com regularidade encontros de bandas em Quiaios e mantém ativa uma escola de música onde o ensino é gratuito. Criou em 2003 a Orquestra Ligeira Quiaense. Em 2005 deslocou-se ao Pico, Açores, onde rubricou agradáveis momentos com a Sociedade Filarmónica Recreio União Praínhense.

Sociedade Filarmónica Quiaense

Sociedade Filarmónica Quiaense

No final de 2005, em parceria como Instituto de Emprego e Formação Profissional, lançou o programa A Música Vai à Escola dando assim cobertura, no ensino da música, à quase totalidade dos 140 alunos das Escolas do Ensino Básico e Pré-primário de Quiaios.

Sociedade Instrução e Recreio de Lares

A Sociedade Instrução e Recreio de Lares foi fundada, oficialmente, em 1926, com apenas treze elementos e era dirigida por Manuel Ângelo Esteves Pardal, que tinha sido músico militar em Lisboa. A primeira atuação da Filarmónica aconteceu alguns anos antes da fundação oficial da Sociedade Instrução e Recreio de Lares, por ocasião da inauguração da extinta Empresa Vidreira da Fontela em 1920. No entanto as premissas de instrução e recreio desta associação conduziram, no ato da fundação, à integração da Filarmónica de Lares no seio da Sociedade Instrução e Recreio de Lares.

A Filarmónica de Lares foi evoluindo na arte musical e crescendo em número de executantes, tornando-se rapidamente numa unidade cultural de importância incontornável no panorama sócio-cultural da freguesia de Vila Verde e do concelho da Figueira da Foz. Ao longo das suas oito décadas de existência, a Filarmónica de Lares atuou de norte a sul de Portugal em inúmeras festas de natureza religiosa, festas populares, encontros de bandas, concertos, galas de beneficência e receções a autoridades civis.

Quando no final da década de 70 a Filarmónica de Lares ainda era dirigida por António Pardal, filho do primeiro maestro, aconteceu a sua primeira internacionalização. Desde sempre, tem sido apanágio da Filarmónica de Lares oferecer aos seus ouvintes e amigos momentos musicais de indiscutível qualidade e virtuosismo, quer atue no Centro de Artes e Espetáculos da Figueira da Foz, no Pavilhão de Portugal em Lisboa ou num qualquer modesto palco improvisado por uma qualquer comissão de festa.

Associada à Filarmónica existe uma Escola de Música com mais de duas dezenas de alunos distribuídos por seis monitores. A frequência da Escola de Música é gratuita, bastando para isso que os alunos (ou os seus pais, no caso de serem menores de idade) sejam sócios da Sociedade Instrução e Recreio de Lares. Na sequência da formação obtida na escola de música e logo após a iniciação instrumental, os jovens alunos fazem parte, em primeiro lugar da Orquestra Juvenil da S.I.R. Lares, para depois incorporarem as fileiras da Filarmónica.

Dirigiram ainda a orquestra os maestros Carlos Cardanho (1981-1983 e 1989-1995), José Alves Garcia (1983-1988), Dr. Vítor Ferreira (1996-2001), Dr. Rui Alves (2001-2005). A Filarmónica possui 37 elementos e a sua direção artística está confiada, desde 2006, ao Maestro Paulo Silva, que por inerência de funções é o coordenador da Escola de Música. Joaquim Simões é o presidente da direção da Sociedade Instrução e Recreio desde 2004. O dia da Ascensão de cada ano é o dia de aniversário da Filarmónica de Lares.

Sociedade Musical Recreativa de Alqueidão

A Sociedade Musical Recreativa de Alqueidão/Filarmónica do Alqueidão foi fundada em 1927 no lugar e freguesia de Alqueidão, concelho da Figueira da Foz. A Filarmónica foi composta por músicos, naturais da freguesia, que receberam desde logo as primeiras aulas de solfejo e iniciação instrumental. Estes ensinamentos foram ministrados pelo Mestre Oleiro, de Alfarelos, primeiro regente da Filarmónica. Em apenas um ano, e depois de intensivos ensaios, os músicos estavam afinados e prontos a subir ao coreto. A primeira sala de ensaio da Filarmónica foi a casa de Albino Pereira dos Santos, um filantropo que acabaria por doar o terreno onde se encontra a atual sede, inaugurada em 1982.

Atualmente composta por 36 executantes, a Filarmónica do Alqueidão tem participado nos mais diversos eventos sócio-culturais e recreativos, concertos, arruadas, procissões e outras festas religiosas, atos oficiais, inaugurações e outras comemorações, encontros de bandas.

Sociedade Musical Recreativa de Alqueidão

Sociedade Musical Recreativa de Alqueidão

Tem uma pequena Escola de Música de ensino gratuito. Na sequência da formação obtida na escola de música e logo após a iniciação instrumental, os jovens alunos fazem parte, em primeiro lugar, da Banda Juvenil, para depois incorporarem as fileiras da Banda Filarmónica. A direção técnica e artística da Banda Filarmónica estão a cargo do Maestro, Paulo Alexandre Alves da Silva desde 1999, exercendo ao mesmo tempo as funções de professor da Escola de Música.

Sociedade Musical Recreativa Instrutiva e Beneficente Santanense

A Sociedade Musical Recreativa Instrutiva e Beneficente Santanense foi fundada em 1 de setembro de 1894. Composta exclusivamente por executantes amadores, a Banda atuou em festas, concertos, sessões solenes, guardas de honra a membros do governo e aos então presidentes da República, Jorge Sampaio na inauguração do Centro de Artes e Espetáculos da Figueira da Foz, e Cavaco Silva na comemoração dos 125 anos da elevação a cidade da Figueira da Foz. Participou em outras manifestações recreativas e culturais em todo o país e estrangeiro. Foi-lhe atribuído em 1991 o estatuto de Instituição de Utilidade Pública.

Mantém uma Escola de Música, com cerca de 45 alunos, suporte musical para ingressar nas fileiras da Banda. Esta é composta por 60 músicos, tendo a sua grande maioria idade inferior a 25 anos. Tem, desde 1985 a Direcção Musical do Maestro Francisco Relva Pereira. Em 1998 realizou o seu primeiro trabalho áudio, com o título “Notas Confusas”. Funcionou como Banda de apoio ao Curso de Regentes de Bandas Filarmónicas do Distrito de Coimbra, que decorreu nas suas instalações em 2000. Organizou em 2004 o seu 1º Encontro Internacional de Bandas, em 2005 e em 2007 o Encontro de Bandas/Inter distrital do INATEL.

Foi a única Banda do Concelho da Figueira da Foz, a participar na gravação do CD duplo As melhores Bandas Filarmónicas da Região – Distrito de Coimbra lançado pela Public-Art em 2002, sendo o 1º de uma coleção que junta as melhores Bandas do País, por distritos.

Sociedade Musical Recreativa Instrutiva e Beneficente Santanense

Sociedade Musical Recreativa Instrutiva e Beneficente Santanense

Em 2000 fez no Luxemburgo a sua 1ª internacionalização, seguindo-se em 2001 a viagem ao Luxemburgo e à Alemanha e ainda a Castrelo – Espanha, em 2004 ao Luxemburgo e Bélgica. Foi a banda de suporte na apresentação oficial do hino da Associação de Coletividades do Concelho da Figueira da Foz, composto pelo maestro Francisco Relva Pereira. Participou no FILARMUNDO – 1º Encontro Internacional de Filarmónicas da Figueira da Foz. Em 2009, foi agraciada, pela Câmara Municipal da Figueira da Foz, com a Medalha da Cidade e com a Medalha de Mérito Cultural em Prata Dourada.

FOI NOTÍCIA

No dia 25 de junho de 2016, 12 bandas filarmónicas da Figueira da Foz e de Montemor-o-Velho saíram em desfile do Jardim Municipal até à Praça da Europa, onde se realizou o 1.º Encontro de Filarmónicas dos Concelhos de Montemor-o-Velho e da Figueira da Foz, numa festa da música que celebrou o centenário da Caixa Central de Crédito Agrícola Mútuo do Baixo Mondego, CRL.

Centenas de pessoas e centenas de músicos, regidos por 12 maestros, uniram-se numa festa que celebrou a cultura popular, as tradições e o associativismo. com cada uma das formações musicais a atuar isoladamente e, no final, num grande concerto conjunto e muito aplaudido, sob a batuta do maestro Capitão Amílcar Morais, com a Lira 2003 e a Marcha do Vapor a arrebatarem a plateia.

Da Figueira da Foz participaram as bandas filarmónicas da Sociedade Musical Recreativa Instrutiva e Beneficente Santanense (maestro Relva Pereira); Sociedade Filarmónica Quiaense (maestro António Jesus); Sociedade Boa União Alhadense (maestro Santos Firme); Sociedade Filarmónica Paionense (maestro Miguel Alves); Sociedade Instrução e Recreio de Lares (maestro Paulo Silva); Sociedade Musical Recreativa de Alqueidão (maestro Celso Rama); Sociedade Artística Musical Carvalhense (maestrina Renata Oliveira) e Associação Musical União Filarmónica Maiorquense (maestro Bruno Cavaleiro).

De Montemor-o-Velho vieram as bandas filarmónicas da Academia Musical Arazedense (maestro Tiago Pereira); Associação Filarmónica 25 de Setembro (maestro André da Fonseca); Associação Filarmónica União Verridense (maestro Augusto Garcia), e Filarmónica Instrução e Recreio de Abrunheira (maestro António Mota).

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/05/figueira-da-foz-sociedade-filarmonica-figueirense.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-05-25 20:41:572024-10-30 06:55:18Figueira da Foz e as suas filarmónicas
Coro Polifónico Eborae Mvsica
Músicas no Concelho

Évora e os seus coros

Coros de Évora

Grupos Corais do Concelho

  • Grupo Coral e Instrumental de Cantadeiras da ARPIFSS
  • Grupo Cantares de Évora
  • Coral Évora
  • Coro Polifónico Eborae Mvsica
  • CORUÉ – Coro da Universidade de Évora
  • Grupo de Cantares Alentejanos da Casa do Povo de Nossa Senhora de Machede
  • Grupo de Cantares Regionais Vozes do Alentejo
  • Grupo Coral da AHRIE
  • Grupo Coral e Instrumental Vozes dos Canaviais
  • Grupo Coral de São Brás do Regedouro
  • Grupo Coral do Centro de Convívio da CME
  • TAFUÉ – Tuna Académica Feminina da Universidade de Évora
  • TAUÉ – Tuna Académica da Universidade de Évora
  • Tertúlia do Cante Alentejano em Évora
  • Vozes do Imaginário

Cante

A Tertúlia do Cante Alentejano em Évora

A Tertúlia do Cante Alentejano em Évora

Grupo Coral e Instrumental

Grupo Coral e Instrumental Vozes dos Canaviais

Grupo Coral e Instrumental Vozes dos Canaviais

Coro Polifónico

Coro Polifónico Eborae Mvsica

Coro Polifónico Eborae Mvsica

Tuna

TAFUÉ – Tuna Académica Feminina da Universidade de Évora

TAFUÉ – Tuna Académica Feminina da Universidade de Évora

Tuna

TAUÉ – Tuna Académica da Universidade de Évora

TAUÉ – Tuna Académica da Universidade de Évora

Grupo Coral de São Brás do Regedouro

Vozes do Imaginário

Eu hei-de-dar ao Menino

A 6 de janeiro de 2020, o tribuna Alentejo informava que nesse dia, Dia de Reis, em Évora, se cantavam as Janeiras pelos seus bairros e centro histórico. As canções e músicas tradicionais da quadra iriam ecoar através das vozes dos grupos corais e instrumentais do concelho nas ruas, largos e praças da cidade Património Mundial a partir das 18 horas, culminando as atuações, na Praça do Sertório, pelas 20 horas. O lume de chão concluiria o evento.

Nesse ano a iniciativa foi protagonizada por 17 grupos corais, polifónicos, instrumentais e pela Banda Filarmónica “Liberalitas Julia”, numa organização da Câmara Municipal de Évora e das Uniões das Freguesias de Évora (Centro Histórico), de Bacelo e Senhora da Saúde, da Malagueira e Horta das Figueiras e da Junta de Freguesia de Canaviais.

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

Grupos instrumentais
  • Grupo Instrumental de Acordeões da ARPIC
https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/05/evora-coro-polifonico-eborae-mvsica.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-05-25 14:38:132024-10-28 18:44:53Évora e os seus coros
Sociedade Filarmónica Cubense 1.º Dezembro
Músicas no Concelho

Cuba e as suas filarmónicas

Filarmónicas de Cuba

Bandas de Música, História e Atividades no Concelho

Sociedade Filarmónica Cubense 1.º Dezembro

A primeira Banda Filarmónica em Cuba terá sido fundada por volta de 1840 com o nome de ”Sociedade Filarmónica Cubense”. Diz Xavier Firmino Vieira que em 1869/1870, com idade de 10 ou 11 anos, “aprendeu rudimentos de solfejo rezado com o músico não de profissão mas de marcada intuição, que era mestre da Filarmónica da sua terra (Cuba)”. Logo a seguir refere que este mestre de seu nome António Jacinto Massêno, “lhe ensinou rudimentos e solfejo, o bastante para o pôr à estante entre os outros músicos, quase todos adultos e alguns idosos”. É a referência à existência destes músicos idosos na Banda por alturas de 1870 que faz supor que a Banda será bem mais antiga, pois não é fácil aprender música já com uma certa idade. Com certeza que estes músicos idosos teriam entrado para a Banda quando eram jovens adultos, portanto vinte ou trinta anos antes, o que está, então de acordo com a data de formação da Banda por volta de 1840.

SFC1D

Sociedade Filarmónica Cubense 1.º Dezembro

Sociedade Filarmónica Cubense 1.º Dezembro

Xavier Firmino Vieira era natural de Cuba onde nasceu em 1859 e aqui viveu até á idade de 25 anos. Sem ter frequentado qualquer curso ou conservatório, mas graças à sua grande dedicação à música, veio a ser um grande músico e cantor de ópera, contribuindo para que fosse levada à cena a ópera “Hernani” de Verdi, por elementos portugueses na sua totalidade. Aconteceu isto em 1895, no então teatro D. Amélia, hoje S. Luís. A partitura da ópera, piano e canto, que foi sua, está no Museu do Conservatório Nacional de Música de Lisboa.

A partir de 1870 começamos a ter mais informações sobre a Banda e a Sociedade Filarmónica. Assim, existe no museu desta coletividade, uma quota da “Sociedade Filarmónica Cubense” em nome de Joaquim José Salgueiro, sócio nº 47 em que é referido o pagamento à dita Sociedade da quantia de duzentos réis, relativa ao 1º dia do mês de Maio de 1872. Em 1886 há uma dissidência entre os músicos, tendo saído alguns para formarem outra banda a que deram o nome de “Sociedade Filarmónica 1º de Dezembro”. Houve grande rivalidade entre estas duas Bandas, de tal modo que as senhoras, nos dias festivos, vestiam consoante a cor da sua Banda preferida e, altivamente, defrontavam-se indo ao ponto de proferirem acintosas alcunhas: a “Cubense” de “Pau teso”; a 1º de Dezembro” de “Cu aberto”.

A segunda Banda nunca teve a mesma força que a primeira e não durou muito. Em 1895 foi extinta e alguns músicos desta Banda passaram para a primeira, mantendo-se, contudo o nome inicial de “Sociedade Filarmónica Cubense”. A manutenção desta designação pode ser comprovada pela existência de um livro de atas da Assembleia Geral da Sociedade, entre 1909 e 1919.Nos dois anos seguintes, isto é, até 1921, não há atas porque foi um período em que a Sociedade não funcionou por não ter sede. No entanto, a Banda continuou ensaiando em vários lugares emprestados ou alugados para o efeito, inclusive a sacristia da Igreja Matriz.

Em 1921, Caetano Luís Borges e Manuel Inácio Lança, que formaram uma comissão administrativa que geriu a Sociedade no período anterior, requererem uma Assembleia-geral. Nessa Assembleia foi eleita uma Direção para o ano de 1922 e é na respetiva ata que aparece, pela primeira vez, o nome de “Sociedade Filarmónica Cubense 1º de Dezembro”, provavelmente a designação “1º de Dezembro” foi em homenagem à Banda saída da dissidência de 1886, entretanto extinta.

A partir dessa altura a Banda começou a ter mais estabilidade, pois tinha uma direção a trabalhar no sentido de levar novamente a Sociedade Filarmónica a bom porto. Em 1924 foram renovados os Estatutos e em 1926 foi comprada uma casa onde vem a ser instalada definitivamente a sede, a atual. O regente João Caetano Baião foi escolhido para dirigir a Banda. Durante cerca de 30 anos orientou a Banda com tal dedicação que esta atingiu um grande nível, demonstrado pelas peças de concerto que então foram tocadas.

Após a sua morte, em 1947, o bom trabalho que ele tinha conseguido realizar, foi continuado pelo seu sucessor, por ele escolhido, o regente José Salvador, que esteve à frente da Banda até 1978. Nos anos cinquenta, as bandas passaram por um período crítico e muitas acabaram mas a Cubense manteve-se ativa. Era muito solicitada para várias manifestações culturais e recreativas, em atuações com repertório de concerto e em atuações de características mais populares para as quais o regente arranjava músicas acessíveis que então estavam em voga e que o povo apreciava. Com o avançar da idade do regente José Salvador, a Banda ressentiu-se e enfraqueceu muito, tendo chegado a funcionar apenas com 17 elementos. Para ultrapassar estas dificuldades da Banda, organizou-se uma comissão de músicos com vista a angariar novos elementos e alguns outros músicos ajudaram o regente dando solfejo a estes novos elementos. Quando tudo parecia correr bem, morre o regente José Salvador, em 1978.

Nomeou-se outro regente que não se dedicou convenientemente á Banda, vindo a abandoná-la no 1º Festival de Música Popular realizado no Algarve, em 1979, quando o INATEL começou a apoiar as filarmónicas. Nesse ano, a direção da Banda foi assumida por José Jacinto Carrasco, um músico que já vinha pertencendo á banda desde o tempo do regente João Caetano Baião, que foi seu mestre. Sob a sua orientação deu-se novo impulso, tendo ingressado nas suas fileiras novos elementos incluindo as primeiras 6 raparigas da Banda. Em 2001, o regente José Joaquim Carrasco pediu demissão do cargo que ocupava havia 22 anos. A Direção escolheu o Maestro Joaquim António Senrada Simões, que ocupou o lugar em 2002, dando-se novo impulso a nível musical, bem como uma nova imagem da banda em concertos, repertório, postura. o que agradou á maioria dos sócios e população em geral, pois a banda começou a aparecer em eventos onde normalmente não ia, como a igreja, escola, centro de dia, carnaval, concertos de natal.

Atualmente a Banda conta com 40 elementos, todos amadores e muito novos, filhos da terra, e uma escola a funcionar com cerca de 15 elementos, alguns já integrados na banda.

Museu Musical

No Museu da Sociedade Filarmónica ficará a conhecer os pormenores da história desta banda, os maestros e músicos que a formaram e que fizeram parte do seu percurso, entre outras particularidades que marcam a sua existência ao longo dos anos.

Morada: Rua da Sociedade Filarmónica Cubense 1º Dezembro nº14, 7940 – Cuba

Telefone: 967540870

Email: sfcubense.1dezembro@gmail.com

Coordenadas: 38º09’56.95”N – 7º53’34.31”O

Nota: Visitas por marcação

Museu Musical

Museu Musical, em Cuba

Museu Musical, em Cuba

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/cuba-sociedade-filarmonica-cubense-1-dezembro.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-05-25 12:19:192024-12-19 22:33:47Cuba e as suas filarmónicas
Ceifeiros de Cuba, cante alentejano
Músicas no Concelho

Cuba e o seu folclore

Coros do Concelho de Cuba

Etnografia e grupos corais

  • Região: Alentejo – Baixo Alentejo
  • Distrito: Beja

06 grupos

  • Grupo Coral de São Luís de Faro do Alentejo
  • Grupo Coral Os Ceifeiros de Cuba
  • Grupo Coral Bafos de Baco
  • Grupo Coral Feminino Flores do Alentejo
  • Grupo Coral Feminino Amigas do Campo de Faro do Alentejo
  • Grupo Coral Raízes do Cante de Cuba

Grupo Coral de São Luís de Faro do Alentejo

Grupo Coral Os Ceifeiros de Cuba

O Grupo Coral Os Ceifeiros de Cuba, dedicado ao Cante Alentejano, foi criado em 1933.

Ceifeiros de Cuba, cante alentejano

Ceifeiros de Cuba, cante alentejano

Grupo Coral Bafos de Baco

Grupo Coral Feminino Flores do Alentejo

Grupo Coral Feminino Amigas do Campo de Faro do Alentejo

Grupo Coral “Os Ceifeiros” de Cuba

O Grupo Coral “Os Ceifeiros” de Cuba foi fundado em 1933, por António Luís Fialho. A sua primeira apresentação pública foi na Feira de Cuba desse ano, também ela dando os seus primeiros passos, pois foi esta a sua primeira edição.

A criação do grupo ultrapassou as marcas da proteção e manutenção do Cante Alentejano, para estabelecer uma ligação simbólica com o escritor que viria a ser adotado como patrono do grupo – Fialho de Almeida – sendo o seu nome inspirado no texto “Ceifeiros”, daquele escritor.

Ao longo da sua história tornou-se um dos grupos mais característicos do Alentejo, acentuando a passagem do testemunho de uma tradição vincadamente regional, para uma visão partilhada e assumida de difusão cultural genuinamente popular e portuguesa, ao colocar-se sob a égide do grande escritor, cuja obra acabou por evocar.

Os “Ceifeiros” de Cubra tem levado o nome da sua terra e do Alentejo de norte a sul do país, bem como no estrangeiro. Já foi requisitado para várias atuações na televisão e gravou várias cassetes, LP’s e CD’s, sendo, no presente, um dos grupos mais representativos do Cante Alentejano.

Grupo Coral Raízes do Cante de Cuba

O Cante Alentejano, reconhecido como Património Cultural Imaterial da Humanidade pela UNESCO em 2014, é umas das maiores manifestações culturais do Concelho de Cuba. Cantado em coro, por grupos de homens e de mulheres, e sem qualquer recurso a qualquer instrumento musical, o Cante Alentejano sempre aconteceu em contextos informais: nas tabernas, no campo ou em momentos de festa. As modas não obedecem a nenhuma formação específica e falam de sentimentos e do quotidiano, de ontem e de hoje. O Cante Alentejano, essa forma de cantar coletiva, triste e melancólica como os poetas, cuja cadência se espelha nos versos do poeta popular Manuel de Castro, espelham a alma deste povo a sul de Portugal.

Em Cuba, ainda é possível ouvir nas suas tabernas ao final do dia, e em momentos de lazer uma moda acompanhada dum copinho de vinho da talha e dum pêro (tradição local).

É possível fazer-se uma visita guiada pelo mundo do Cante Alentejano, incluindo o património local relacionado com o cante, seguido de jantar num restaurante com gastronomia típica e de uma pequena experiência de cante num ensaio de um grupo coral, com a possibilidade de realizar oficina de cante.

Fontes do Musorbis Folclore:

  • Federação do Folclore Português
  • Gente que Canta e Balha
  • Páginas de grupos etnográficos
  • Archeevo (Ministério da Administração Interna)
  • Municípios
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Associação Filarmónica Liberalitas Julia
Músicas no Concelho

Évora e as suas filarmónicas

Filarmónicas de Évora

Bandas de Música, História e Atividades no Concelho

  • Associação Filarmónica Liberalitas Julia
  • Banda da Associação Filarmónica 24 de Junho de São Miguel de Machede
  • Banda Filarmónica da Casa do Povo de Nossa Senhora de Manhede
  • Banda Filarmónica do Grupo União e Recreio Azarujense

Associação Filarmónica Liberalitas Julia de Évora

Contactos

Telemóvel: 925 637 430
Correio eletrónico: filarmonicaliberalitas@gmail.com

A Associação Filarmónica Liberalitas Julia (AFLJ), sediada na histórica cidade de Évora, constitui um pilar fundamental da dinamização artístico-cultural, pedagógica e recreativa da região desde a sua fundação, a 7 de junho de 2010. Mais do que uma mera coletividade, a AFLJ afirma-se como um organismo vivo, vocacionado para a preservação e difusão da música filarmónica, pautando a sua atuação por um compromisso inabalável com a excelência interpretativa e a formação de novos talentos.

Associação Filarmónica Liberalitas Julia

Associação Filarmónica Liberalitas Julia

A sua vertente performativa é marcada por uma presença assídua e distinta em cerimónias de cariz religioso e festividades populares, projetando o nome da instituição para lá das fronteiras locais. A participação em diversos encontros de bandas a nível nacional, bem como a representação honrosa do distrito de Évora no prestigiado Desfile do 1.º de Dezembro, em Lisboa, atestam a qualidade técnica e o rigor estético que a Banda de Música da AFLJ imprime nas suas apresentações.

Numa constante busca pela inovação, a Liberalitas Julia tem procurado elevar o patamar do seu repertório, apostando em concertos temáticos que desafiam as convenções do género. Esta abordagem artística é enriquecida pela colaboração frequente com grupos corais e solistas de renome, tanto na vertente vocal como instrumental, conferindo aos seus espetáculos uma dimensão sinfónica e multidisciplinar. É neste âmbito que se insere o já consolidado concerto solidário, realizado anualmente na Universidade de Évora, em estreita parceria com a União de Freguesias do Centro Histórico, reforçando o papel cívico e social da associação.

A dimensão pedagógica constitui, igualmente, um dos pilares da AFLJ. Através de um plano estratégico de divulgação junto das escolas do 1.º ciclo da cidade de Évora, a associação promove demonstrações instrumentais que permitem aos mais jovens o contacto direto com o universo dos sopros e da percussão. Este trabalho de proximidade tem colhido frutos notáveis, traduzidos num incremento sustentado do corpo docente da escola de música e, consequentemente, num fortalecimento progressivo do efetivo da banda.

A celebração anual do aniversário da associação, corporizada no Encontro de Bandas, reflete a visão de abertura e intercâmbio cultural que a Liberalitas Julia defende. Um exemplo paradigmático desta filosofia foi a recente geminação cultural com a Banda Orquestral de Câmara de Lobos “Os Infantes”, da Madeira. Este intercâmbio, que culminou na visita recíproca entre ambas as instituições, transcendeu a vertente musical, traduzindo-se numa experiência de partilha e convívio intergeracional que cimentou laços de confiança e abriu horizontes para futuras sinergias artísticas.

A Associação Filarmónica Liberalitas Julia continua, assim, a trilhar um caminho de afirmação, honrando a tradição filarmónica enquanto projeta o futuro com audácia, criatividade e um profundo sentido de comunidade.

Banda da Associação Filarmónica 24 de Junho de São Miguel de Machede

A Banda da Associação Filarmónica 24 de junho de São Miguel de Machede foi fruto de uma Escola de Música formada em 1981 por iniciativa da direção que dirigia na altura os destinos da Casa do Povo de São Miguel de Machede, tendo como professor António Sardinha, que veio a ser também o Maestro da Banda durante largo período de tempo. Apresentou-se em 19 de setembro de 1981, só com músicos oriundos da Escola de Música. A Escola de Música tem tido um contributo benéfico para a Banda, porque é dela que vão saindo os novos músicos, tendo alguns ingressado em bandas militares.

A Banda realizou numerosas atuações por todo o país e uma em Espanha. Participou em festas tradicionais, cerimónias oficiais, encontros de bandas, concertos e festivais taurinos. É formada por 4 dezenas de elementos, com idades entre os 13 e os 50. Os maestros que a têm dirigido foram: António Sardinha, António João Redondeiro Painha, Andrelino José Rato, José Florindo, Inácio Galego Miranda. Desde 2003 é seu maestro Eduardo Correia.

Reciclanda

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O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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Banda Filarmónica da Casa do Povo de Nossa Senhora de Manhede

A Banda Filarmónica da Casa do Povo de Nossa Senhora de Machede foi fundada em 1907, tendo sido integrada na Casa do Povo apenas em 1940. Foi graças ao empenho e determinação de sócios e dirigentes da antiga coletividade União Instrutiva e Recreativa Machedense que se formou a Banda. Até 1910, o 1º de Dezembro era considerado o seu dia festivo, mas a 4 de outubro de 1911, a banda abriu as festas de comemoração do 1º aniversário da implantação da República, passando o seu aniversário a ser festejado nesta data.

Desde a fundação até 1939, a banda passou por dificuldades em adquirir instrumentos, fardamentos e outros acessórios necessários, mas foi mantendo a sua atividade. Em 1939 atravessou um período mais complicado, quando ocorreu um acidente com um carro de tração animal que transportava os instrumentos musicais, o que provocou danos complicados de superar e obrigou a banda a cessar a atividade.

Com a implementação das Casas do Povo criadas durante o Estado Novo, Nossa Senhora de Machede passou a ter também uma Casa do Povo em edifício próprio que pertencia ao Conde da Azarujinha. A banda, bem como todos os bens da coletividade União Instrutiva e Recreativa Machedense foram integrados, em 1940, na Casa do Povo. Com grande esforço da comunidade, os instrumentos musicais foram reparados e a banda retomou a atividade.

Em 1977, a banda passou por uma reorganização, tendo sido criada a Escola de Música, que abriu com cerca de 70 alunos, entrando todas as crianças da aldeia. Desde então a Escola manteve a sua atividade, contando com a frequência regular de 25 alunos. Embora sendo exíguo o espaço onde funciona a Escola de Música, ao longo dos anos têm saído da escola e da banda diversos músicos que estão hoje integrados em bandas militares e noutros agrupamentos musicais.

Tem participando em festas populares, concertos, desfiles, sessões solenes e concursos de bandas. No início do século XXI participou nos Encontros de Jazz em Évora e em 2007, foi agraciada com a Medalha de Mérito Municipal – Classe Ouro. Em 2006 participa com os alunos da sua Escola de Música no CD “Encontros Mozart” e em Junho/Julho de 2007, a Banda Filarmónica, grava o seu primeiro CD áudio, intitulado “Centenário 1907-2007, CD financiado pela Delegação Regional da Cultura do Alentejo e apoiado pela Câmara Municipal de Évora.

Das três bandas do concelho esta é a única filarmónica que tem um CD editado exclusivamente com o seu repertório. A banda é constituída por 40 executantes de ambos os sexos e tem como Maestro, Professor e Diretor Artístico, desde 1992, Francisco Henrique Canoa Ribeiro, que é também o Maestro da Banda Militar de Évora.

No dia 4 de outubro de 2007 a Banda Filarmónica da Casa do Povo de Nossa Senhora de Machede comemorou o seu 1º Centenário, tendo organizado uma festa de vários dias que incluiu um Encontro de Bandas.

Banda Filarmónica do Grupo União e Recreio Azarujense

A Banda de Música de Azaruja, atualmente Banda Filarmónica do Grupo União e Recreio Azarujense, pelos documentos existentes nos seus arquivos, foi fundada oficialmente a 3 de julho de 1904, embora haja registos da existência de uma banda nos anos 1860-1870. Presume-se que o seu primeiro maestro foi o Sr. Aboim, militar da Banda da GNR.

Nas primeiras décadas da sua história a inexistência de sede própria e fardamento obrigava a que os ensaios se realizassem em casas particulares, e as atuações em público fossem feitas em traje civil.

Em 1929 foi fundado o Grupo União e Recreio Azarujense (G.U.R.A.) que resultou da fusão de dois grupos recreativos existentes em Azaruja: o Clube Azarujense e o Grupo de Instrução e Recreio Azarujense. A partir desta data, a Banda Filarmónica foi anexada a esta coletividade que tinha como principal objetivo a sua reorganização. Após a sua fundação o G.U.R.A, tem-se dedicado essencialmente ao teatro amador, às marchas populares e à música.

Ao longo da sua vida, várias foram as fases por que passou, tendo sofrido algumas interrupções, sendo a primeira em 1917, e mais tarde nos finais dos anos 50 do século XX. Embora a banda interrompesse a sua atividade, a música nunca deixou de estar ativa. Os músicos tocavam nas sociedades existentes em Azaruja, e que hoje ainda existem: o Grupo Musical Azarujense “Os Unidos”, por alcunha “O Mainó” e o Grupo União e Recreio Azarujense, tendo como alcunha “O Bonó”. Estes músicos tocavam também em conjuntos e grupos que animavam os bailes, assim como em teatros de revista produzidos pelo Grupo União e Recreio Azarujense.

Grupo União e Recreio Azarujense

Grupo União e Recreio Azarujense

Respeitando e mantendo as vontades e as tradições de Azaruja, a banda teve a sua última reorganização em 1980, sendo o seu maestro António Sardinha. A partir desta data tem mantido a sua atividade, rejuvenescendo e aumentando o seu efetivo que conta neste momento com 26 elementos. Paralelamente à atividade da Banda Filarmónica, foi criada uma escola de música de ensino gratuito.

A Banda Filarmónica do Grupo União e Recreio Azarujense tem participado e dado cumprimento a todas a solicitações que lhe têm sido formuladas, atuando normalmente em arruadas, procissões, concertos, desfiles/encontros de bandas e corridas de toiros. Esta banda conta com atuações um pouco por todo o país e conta com uma atuação em Espanha (Isla Cristina, Huelva) no ano 2008.

De salientar a participação da Escola de Música no CD “Encontros Mozart” em 2007, no Mega Encontro de Bandas Filarmónicas em Elvas em 2011 que juntou 16 bandas do Alentejo e no Encontro de Bandas Filarmónicas do município de Évora que teve lugar no Teatro Garcia de Resende em 2015. Em 2016 teve uma participação especial num projeto internacional com músicos de Portugal, Cabo Verde, S. Tomé e Príncipe e Timor-Leste intitulado “Festival Traditional Music” que se realizou em Azaruja. Ainda em 2016 teve uma participação especial no filme “Aparição”, uma obra literária de Vergílio Ferreira adaptada para o cinema, com realização de Fernando Vendrell e estreia em 2018. Na cena pode ver-se a recriação de uma festa carnavalesca dos anos 50 do século XX, com a interpretação do tema “Quem Sabe, Sabe”.

Esta filarmónica foi sócia da extinta Federação de Bandas Filarmónicas do Distrito de Évora e da Além-Tejo Música, uma associação regional que teve a sua fundação em Azaruja no ano 2008. Atualmente é associada do INATEL.

Pela Banda passaram ainda os maestros Eduardo Fernandes, Manuel Monteiro, Mário Ceia Alexandre e Aníbal Simplício. Desde setembro de 2017 é professor na escola de música e diretor artístico desta filarmónica o maestro José Manuel da Conceição Tobias.

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/05/evora-liberalitas-julia.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-05-24 23:51:142026-08-21 15:06:44Évora e as suas filarmónicas
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