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Património musical dos concelhos. Encontre rapidamente o que procura, digitando, por exemplo, “Lisboa e os seus órgãos de tubos”.

Rancho Folclórico Rosas do Lena
Músicas no Concelho

Batalha e o seu folclore

Folclore na Batalha

Grupos Etnográficos, Tradições e Atividades no Concelho

  • Rancho Folclórico “As Lavadeiras do Vale do Lena”
  • Rancho Folclórico Penedo
  • Rancho Folclórico Rosas do Lena
Rancho Folclórico “As Lavadeiras do Vale do Lena”

O Rancho Folclórico “As Lavadeiras do Vale do Lena” do Centro Recreativo da Golpilheira foi fundado em 1989. Está sediado no lugar e freguesia de Golpilheira, concelho da Batalha e distrito de Leiria e representa o Folclore da Alta Estremadura.

Golpilheira foi, em tempos, um lugar vocacionado para a agricultura. Nas margens do Rio Lena cultivava-se milho, hortas, vinho, azeite e legumes. As danças e cantares foram recolhidos de pessoas nascidas na última década do século XIX. Eram as que “bailhavam” a céu aberto, nas alpenduradas e de portas adentro – nas eiras; nas descamisadas; nos terreiros, pelos Santos Populares; nos serões dos enxovais; nos serões dos casamentos; nas adiafas da vindima e azeitona e na “Casa da Brincadeira”.

Rancho Folclórico "As Lavadeiras do Vale do Lena"

Rancho Folclórico “As Lavadeiras do Vale do Lena”

Os trajes de trabalho, domingueiro ou de cerimónia, eram os que se usavam a rigor na segunda metade do século XIX. As alfaias, ferramentas e pertences, correspondentes a cada atividade, estão representados no malhador, na ciranda, na vindimadeira, no lagareiro, no abegão, na jantareira, na Lavadeira e no par de noivos pobres. Os instrumentos usados na tocata são os tradicionais da região.

O Rancho é sócio efetivo da Federação do Folclore Português, desde 1996 e sócio fundador da Associação Folclórica da Região de Leiria – Alta Estremadura. Em 2009, foi condecorado com Medalha de Prata do Município da Batalha. Orgulha-se das inúmeras atuações que fez de Norte a Sul do país, mas também da participação em Festivais Internacionais em Espanha, por duas vezes, França e Roménia.

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

Com municípios e entidades diversas,  a Reciclanda promove a reutilização musical desde idade precoce, faz capacitação de docentes, contribui para a qualidade de vida dos seniores.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

Rancho Folclórico do Penedo

Nascido na antiga aldeia da Quinta do Sobrado, o Rancho Folclórico Penedo foi fundado em 1980, data em que um grupo de jovens deu o primeiro passo para a criação do agrupamento etnográfico e folclórico, convidando os amigos mais chegados. Estes aderiram com agrado à ideia e logo outras etapas surgiram.

Foi necessário fazer recolhas, ensaiar, preparar trajes de forma a apresentar-se o grupo publicamente, logo no mês seguinte, nas comemorações do quinto aniversário do Centro Cultural e Recreativo de Quinta do Sobrado e Palmeiros.

Um conjunto de elementos decidiu que o grupo recém formado se chamaria Penedo (velha rocha situada nas proximidades da aldeia que aparenta ao longe ser um velho castelo e que esconde uma gruta com a qual estão relacionadas lendas de mouras encantadas). Era no Penedo que o povo fazia as suas festas de Domingo até mais ou menos 1960.

O Rancho Folclórico do Penedo representa o folclore da Alta Estremadura e é federado na Federação de Folclore Português desde 1992, sócio da Associação Folclórica da Região de Leiria – Alta Estremadura e na INATEL. Foi considerado Instituição de Utilidade Pública em 1998. Desde 1980, o Rancho Folclórico Penedo tem mostrado em romarias e festivais, de norte a sul de Portugal e também no estrangeiro o seu repertório ou cancioneiro, do qual fazem parte modas como Manel Antóino, Brasileira, Silveirinha, entre outras.

Rancho Folclórico Rosas do Lena

Criado em 1963, o Rancho Folclórico Rosas do Lena constitui uma representação etnográfica do concelho da Batalha e da Alta Estremadura. Enverga trajos de mordomos e oferteiras, almocreves, trajos domingueiros e de trabalho.

Entre as suas danças incluem-se viras e fandangos de expressão estremenha, bailaricos, fadinhos, modas de dois passos, tacões-e-bicos, cirandas. Preserva o jogo do mioto e jogo do pau. Recebeu Medalhas de ouro e prata do Município da Batalha, medalhão de prata da Região de Turismo de Leiria, taça da cidade francesa de Villeurbanne, três prémios do INATEL, Medalha de Mérito Cultural da Academia de Letras e Artes de Paranapuã do Rio de Janeiro.

Regista milhares de atuações no País com especial relevo para a participação na “Expo 98” e em “Guimarães Capital Europeia da Cultura 2012”. Fez 32 digressões no estrangeiro, com participação em festivais internacionais e mundiais em Alemanha, Áustria, Croácia, Eslováquia, Eslovénia, Espanha, Estónia, França, Holanda, Hungria, Itália (Sardenha e Sicília), Lituânia, Polónia, Rússia, Sérvia e Ucrânia, vários com a chancela do CIOFF.

Rancho Folclórico Rosas do Lena

Rancho Folclórico Rosas do Lena

Conta 13 gravações discográficas e 1 DVD. É fundador do Museu Etnográfico da Alta Estremadura. Promoveu os  espetáculos etnográficos “A Batalha a Cantar e a Dançar, da Quaresma a Santo António” e um “Um Serão na Alta Estremadura”, as Galas Internacionais de Folclore da Batalha, dos “FestiBatalha”, os Encontros Nacionais de cantadores e tocadores de Instrumentos Tradicionais e os Encontros Regionais de Cânticos da Quaresma.

É membro efetivo da Federação do Folclore Português e membro do CIOFF.

Fontes do Musorbis Folclore:

  • Federação do Folclore Português
  • Gente que Canta e Balha
  • Páginas de grupos etnográficos
  • Archeevo (Ministério da Administração Interna)
  • Municípios

No Musorbis foram revistos todos os historiais de grupos etnográficos. Para facilitar a leitura, foram retirados pormenores redundantes e subjetivos, e foram corrigidos erros de português.

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/05/batalha-rancho-folclorico-rosas-do-lena.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-05-27 20:33:492024-11-13 23:30:39Batalha e o seu folclore
Rancho Folclórico de Picassinos
Músicas no Concelho

Marinha Grande e o seu folclore

Folclore na Marinha Grande

Grupos Etnográficos, Tradições e Atividades no Concelho

  • Região: Estremadura (Alta Estremadura)
  • Distrito: Leiria
  • Concelho: Marinha Grande
Rancho Folclórico de Picassinos

Fundado em 1981, o Rancho Folclórico de Picassinos, é oriundo do lugar com o mesmo nome que pertence à cidade da Marinha Grande, secular centro vidreiro português. À sombra do maciço florestal conhecido como pinhal do Rei ou de Leiria e ao sol das suas praias atlânticas a cidade está implantada numa extrema planície de chão arenoso e saibroso. É composto por 38 elementos, empenhados na pesquisa e divulgação dos costumes, danças e cantares da sua região.

Do reportório popular destaca-se a “Valsa”; “O nosso bailarico”; “A moda do Vidreiro”, “Canção do Lavrador” e alguns viras. Os pares de dança envergam trajes alusivos às profissões, que representam o passado e o presente da região, como o vidreiro, cavador, padeiro, moleiro, maquinista do comboio de lata, entre outros.

O grupo tem percorrido Portugal com atuações em importantes eventos, locais, várias festas e romarias, e também além-fronteiras, com o intuito de divulgar a cultura da região da Marinha Grande. O grupo é membro da Associação Folclórica da Região de Leiria (Alta Estremadura).

Rancho Folclórico de Picassinos

Rancho Folclórico de Picassinos

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/05/marinha-grande-rancho-folclorico-de-picassinos.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-05-27 20:15:152024-11-08 19:50:28Marinha Grande e o seu folclore
Grupo Etnográfico Danças e Cantares da Nazaré
Músicas no Concelho

Nazaré e o seu folclore

Folclore na Nazaré

Grupos etnográficos, tradições e atividades no Concelho

  • Estremadura – Alta Estremadura
  • Distrito: Leiria
  • Concelho: Nazaré
grupo etnográfico Danças e Cantares da Nazaré

Fundado em 1997, o grupo etnográfico Danças e Cantares da Nazaré surgiu com o intuito de preservar a memória coletiva da comunidade nazarena. Em 1999 foi admitido como sócio da Fundação INATEL e em 2001 foi admitido como membro da Federação do Folclore Português. Reconhecendo que a transmissão da tradição, ancorada nas lembranças e aprendizagens do passado, se alojam na memória individual e coletiva, e que, em parte, é nela que reside a identidade de um povo, o grupo etnográfico tem elevado o nome da Nazaré e transportado, todos quantos assistem às suas representações, à Nazaré dos anos 20 aos anos 40, período no qual baseou a sua identidade e ancorou a sua pesquisa.

Grupo Etnográfico Danças e Cantares da Nazaré

grupo etnográfico Danças e Cantares da Nazaré

A sua atividade assenta no profundo trabalho de pesquisa do traje e da tradição oral, que permitiram realizar as exposições do “Traje, usos e costumes”, Colóquios subordinados aos temas “Repensar o Folclore”, “Nazaré, Espaços e Memórias” e ”A religiosidade na vida da Nazaré”.

Editou dois livros: “Nazaré, Tradição e História” e “Procissão do Mar”.

De há uns anos a esta parte, por altura da Quadra Natalícia, o Grupo encetou outro projeto, que tem vindo a ser reconhecido e apreciado tanto pela Comunidade Nazarena, como por todos quantos vêm de visita à Nazaré: os “Presépios Tradicionais da Nazaré”. Por altura da Páscoa, promove o Desfile Etnográfico, com cerca de 100 figurantes e carros alusivos à vida das gentes da Nazaré, bem como, o Mercado Tradicional como há 100 anos.

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/05/nazare-grupo-etnografico-de-dancas-e-cantares-da-nazare.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-05-27 20:10:252021-09-17 15:28:09Nazaré e o seu folclore
Associação Filarmónica da Nazaré
Músicas no Concelho

Nazaré e as suas filarmónicas

Filarmónicas da Nazaré

Bandas de Música, História e Atividades no Concelho

Associação Filarmónica da Nazaré

A Associação Filarmónica da Nazaré foi constituída por escritura pública em 1 de junho de 2006. Embora a sua constituição seja recente, é fruto de um trabalho desenvolvido pelo maestro José Maria Pequicho desde 1997. A Associação é constituída por cerca de 45 elementos, com idades entre os 7 anos e os cinquenta anos, que diariamente fazem formação musical. As aulas, gratuitas, são ministradas pelo Maestro.

A Banda tem participado em espetáculos tauromáquicos onde abrilhanta as corridas de Touros de Norte a Sul de Portugal. Participa na animação de festas e romarias da região, encontros intercâmbios e festivais de bandas.

AFN

Associação Filarmónica da Nazaré

Associação Filarmónica da Nazaré

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/01/nazare-associacao-filarmonica-da-nazare-2021.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-05-27 18:16:262021-06-21 12:17:27Nazaré e as suas filarmónicas
Rancho Folclórico Vale do Lis
Músicas no Concelho

Leiria e o seu folclore

Folclore em Leiria

Grupos etnográficos, tradições e atividades no Concelho

  • Estremadura (Alta Estremadura)
  • Distrito: Leiria

16 grupos identificados

  • Rancho Folclórico As Tecedeiras de Bidoeira de Cima
  • Rancho Folclórico da Barreira
  • Rancho Folclórico da Costa
  • Rancho da Região de Leiria
  • Rancho Folclórico de Maceira
  • Rancho Folclórico de Parceiros
  • Rancho Folclórico de S. Guilherme
  • Rancho Folclórico do Freixial
  • Rancho Folclórico do Grupo Alegre e Unido
  • Rancho Folclórico dos Soutos da Caranguejeira
  • Rancho Folclórico e Etnográfico de Souto da Carpalhosa
  • Rancho Folclórico Flores Verde Pinho do Coimbrão
  • Rancho Folclórico Juventude Amiga de Conqueiros
  • Rancho Folclórico Roda Viva – Telheiro
  • Rancho Folclórico Rosas da Alegria
  • Rancho Folclórico Vale do Lis
Rancho da Região de Leiria

O Rancho da Região de Leiria foi fundado em 1963, pela então Comissão Regional de Turismo de Leiria. As suas danças e cantares são a viva representação da etnografia recolhida na região, e os seus trajes representam com fidelidade os usos e costumes da Alta Estremadura.

O rancho representa vários escalões sociais, nomeadamente o pescador e a peixeira da Vieira, moleira, vendedora de tremoços, trajes domingueiros e de trabalho, viúvos, serranos e noivos.

Com um vasto percurso a nível nacional e internacional, realiza o seu Festival de Folclore em junho, no Jardim Luís de Camões.

Em 1988, foi distinguindo com a Medalha de Prata da Cidade de Leiria

É sócio fundador da Federação do Folclore Português e da Associação dos Ranchos Folclóricos do Concelho de Leiria – Alta Estremadura.

Rancho da Região de Leiria

Rancho da Região de Leiria

Rancho Folclórico “As Tecedeiras” de Bidoeira de Cima

Decorria o ano de 1987 quando um grupo de pessoas decidiu fundar o Rancho Folclórico “As Tecedeiras” de Bidoeira de Cima. Tal projeto teve como objetivo preservar os usos e costumes deixados pelos seus antepassados. Recorrendo às pessoas mais idosas da freguesia, obteve-se um importante testemunho no retratar de vivências perdidas no tempo. Desta forma recuperam-se hábitos e tradições de finais do século XIX e inícios do século XX.

Rancho Folclórico “As Tecedeiras” de Bidoeira de Cima

Rancho Folclórico “As Tecedeiras” de Bidoeira de Cima

Apresentou-se pela primeira vez em público em Maio de 1988, no Desfile Etnográfico da Cidade de Leiria. Desde essa data tem participado em diversos encontros de Folclore, quer a nível nacional, quer internacional. Foi agraciado com a medalha de prata por serviços relevantes prestados no âmbito da cultura pela Junta de Freguesia de Bidoeira de Cima, em Outubro de 1995. É sócio efetivo da Federação do Folclore Português, um dos sócios fundadores da Associação Folclórica da Região de Leiria – Alta Estremadura e está filiado na Fundação INATEL.

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

Rancho Folclórico da Barreira

Fundado em 1983, por pessoas oriundas do lugar de Andreus, freguesia da Barreira, por altura das colheitas, para angariação de receitas para construção do salão paroquial, o Grupo foi ganhando corpo com pessoas de vários lugares da freguesia. Em 1985 organizou o primeiro Festival de Folclore, apadrinhado pelo Rancho Folclórico Rosas do Lena.

Rancho Folclórico da Barreira

Rancho Folclórico da Barreira

É sócio fundador da Associação Folclórica da Região de Leiria – Alta Estremadura, tendo feito parte dos órgãos sociais por diversas vezes e desempenha atualmente (2019) o lugar de presidente da direção. Até 1999 pertenceu à Casa do Povo da Barreira, mas com a desagregação da mesma passou a pertencer, a partir dessa data, à BARDEC – Barreira Associação de Recreio Desporto e Cultura, por vontade dos elementos que faziam parte do Rancho e por deliberação dos órgãos sociais da Casa do Povo, passando a denominar-se apenas como Rancho Folclórico da Barreira.

Em 2002, gravou o 1.º CD, tendo adquirido o estatuto de Rancho Federado em 2004. Desde 2001, até aos dias de hoje, organiza, anualmente, um Festival de Folclore. Anualmente e ao longo destes anos tem participado em diversos festivais, recriação histórica de Leiria, recriação de mercado século XIX (Batalha) e tem organizado diversas atividades desde descamisadas, encontro de tradições, exposição de lenços e xailes. Em 2007, efetuou uma digressão a França onde participou num Festival Internacional. Em 2005, criou um espaço museológico onde guarda algumas peças etnográficas recolhidas ao longo dos anos. Em 2013, inaugurou a nova sede social, passando a ter melhores condições para desenvolver as suas atividades.

Rancho Folclórico da Costa

O Rancho Folclórico da Costa é um fidedigno representante do Folclore e da Etnografia da Alta Estremadura. Fez a sua estreia em 22 de agosto de 1982, tendo-se legalizado em 19 de outubro do mesmo ano e feito a sua admissão na Federação do Folclore português em 2 de janeiro de 1986. Geograficamente engloba os lugares da Costa e Ribeira, povoações estas que fizeram parte da Freguesa da Batalha até fins do século XIX.

Rancho Folclórico da Costa

Rancho Folclórico da Costa

O seu melodioso cancioneiro, baseado na pastorícia e agricultura, é de “Entre Mar e Serra”, desde os cumes da Serra de Aire às arribas de Moel. Cantam-se e bailam-se cantigas de arrastação, fandangos estremenhos, reinadios, tacões e bicos, fadinhos, viras e bailaricos. O seu jeito de bailar é singelo e suave, sem batimentos nem arrebiques, como quem, mesmo divertindo-se, nunca esquece o recato, a dureza do trabalho e as agruras da vida.

Rancho Folclórico de São Guilherme

No lugar de Magueigia, freguesia de Santa Catarina da Serra, nasceu em 1963 um Grupo de Folclore. Foi fundado como Rancho Infantil de São Guilherme e teve a sua primeira atuação em setembro do mesmo ano, nas festas religiosas. Depois de dois interregnos, devido à emigração, recomeçou em 1984, com a designação de Rancho Folclórico de São Guilherme.

Tendo consciência do papel de um Rancho Folclórico, o Rancho Folclórico de São Guilherme iniciou um longo trabalho de recolha e pesquisa etnográfica de um povo com toda a sua vida ligada à terra, dos seus usos e costumes, que demonstram a vida das gentes da Alta Estremadura.

Após este trabalho de pesquisa junto da população, o Rancho Folclórico de São Guilherme, iniciou a sua divulgação de norte a sul do país, através da participação em festivais de folclore. Todos os anos realiza o seu próprio festival, com a participação de outros grupos em representação de várias regiões etno-folclóricas do país. Possui sede própria e um Núcleo Museológico e Etnográfico.

É membro efetivo da Associação Folclórica da Região de Leiria – Alta Estremadura e da Federação de Folclore Português.

Rancho Folclórico de São Guilherme

Rancho Folclórico de São Guilherme

Rancho Folclórico do Grupo Alegre e Unido

O Rancho Folclórico do Grupo Alegre e Unido foi fundado em 1969. Representa o Folclore da Alta Estremadura. É socio efetivo da Federação do Folclore Português e da Associação Folclórica da Região de Leiria – Alta Estremadura. Apresenta os usos, os costumes, as tradições, as danças, os cantares e os trajos, fruto de recolhas feitas no lugar da Bajouca e arredores, nos diversos festivais nacionais e internacionais de folclore em todo o país, em diversas festas e romarias e em hotéis da região. Nas suas apresentações é de destacar a exibição do oleiro e da capacheira, ao vivo.

Rancho Folclórico do Grupo Alegre e Unido

Rancho Folclórico do Grupo Alegre e Unido

O rancho da Bajouca editou diversos CD e cassetes com as suas modas e um DVD representando toda a vivência dos seus antepassados: o casamento; as festas e romarias; a matança do porco; o trabalho no campo; as colheitas; o artesanato, entre outros, acompanhados pelas danças e cantares da época.

Rancho Folclórico “Flores de Verde Pinho” do Coimbrão

Fundado em 3 de Abril de 1960, o Rancho Folclórico “Flores de Verde Pinho” do Coimbrão representa o Folclore de fins do século XIX e princípio do século XX, do norte do Concelho de Leiria – Alta Estremadura. É o Rancho mais antigo do Concelho de Leiria. Obteve o 1.º prémio de Traje na Feira Anual de Leiria e foi galardoado com a medalha de prata da cidade de Leiria pela dedicação ao serviço da Cultura. Tem participado em vários Festivais Nacionais e Internacionais por todo o País e algumas vezes no Estrangeiro, possuindo gravações do seu reportório.

Rancho Folclórico “Flores de Verde Pinho” do Coimbrão

Rancho Folclórico “Flores de Verde Pinho” do Coimbrão

O Rancho Folclórico “Flores de Verde Pinho” do Coimbrão é ainda organizador do Festival de Folclore do Coimbrão e de várias recolhas e exposições sobre usos e costumes passados que permitem difundir a cultura da Região. É membro da Associação Folclórica de Região de Leiria, da Federação do Folclore Português e está inscrito na INATEL. É desde 7 de maio de 2008 Pessoa Colectiva de Utilidade Pública.

Rancho Folclórico Juventude Amiga de Conqueiros

Conqueiros é um lugar da União das Freguesias de Souto da Carpalhosa e Ortigosa do distrito e concelho Leiria. Das mais influentes na freguesia, a família Alves de Matos era a mais importante desta localidade, já que garantia trabalho e sustento a grande parte dos habitantes de Conqueiros e das aldeias limítrofes até meados do século passado, acabando com morte do seu último descendente Luís José Alves de Matos, falecido a 26 de Abril de 1994.

Rancho Folclórico Juventude Amiga de Conqueiros

Rancho Folclórico Juventude Amiga de Conqueiros

Nos Conqueiros nasceu o Rancho Folclórico Juventude Amiga de Conqueiros, em 06 de Outubro de 1977. Faz parte integrante da Associação Folclórica da Região de Leiria – Alta Estremadura, tendo sido constituído por escritura pública em 13 de Setembro de 1982. Está filiado na INATEL com o n.º 3074 desde 16 de agosto de 1995 e tornou-se sócio efetivo da Federação do Folclore Português, em 15 de dezembro de 1998.

De 1978 a 1984 este rancho limitou-se a fazer atuações no lugar de Conqueiros e nos lugares limítrofes. A partir de 1984 alargou o seu leque de atuações, mantendo atualmente uma média de trinta por ano, em romarias, festivais de folclore e outros locais.

Organiza o Festival de Folclore no lugar de Conqueiros, pertencente à União das Freguesias de Souto da Carpalhosa e Ortigosa, Distrito e Concelho de Leiria. Em 1993, realizou várias atuações na zona de Paris, em França. Em 2004, realizou várias atuações na zona Nework, estado de New Jersey, nos Estados Unidos da América e em 2019 participou na 16.ª edição do “Festivalul International de Folclor Nufarul”, em Cahul, na Moldávia, evento em parceria com a Câmara Municipal de Leiria e a Associação Folclórica da Região de Leiria – Alta Estremadura.

Rancho Folclórico Rosas do Liz

Nascido em 1965 com o intuito de divulgar as danças, usos e costumes, o Rancho Folclórico Rosas do Liz tem dado a conhecer ao público um pouco das origens dos antepassados. Localizado na margem do Rio Lis, na freguesia de Carreira, Concelho de Leiria, é cercado pelos campos de arroz e de milho. É essencialmente um Rancho Folclórico com características de trabalho agrícola.

Rancho Folclórico Rosas do Liz

Rancho Folclórico Rosas do Liz

Ao longo da sua existência, de norte a sul do país e nomeadamente em Espanha e França, representa, com cerca de 40 elementos, danças, cantares e artesanato do Folclore da Alta Estremadura. Entre as suas danças estão: O vira da nossa aldeia; A chula; As penas do Verde Gaio; Dá-me a tua mão e canta; Deixa-me ir que eu vou com pressa; e Amor não digas que não. É sócio fundador da Associação Folclórica da Região de Leiria – Alta Estremadura.

Rancho Folclórico Vale do Lis

Barreiros, é uma aldeia, situada no Vale do Lis, pertence à freguesia de Amor e dista sete quilómetros da cidade de Leiria. A sua Capela edificada em 1925 tem como padroeira Nossa Senhora da Conceição, encontrando-se na mesma a imagem de São Jorge, a quem o povo dedicava grande veneração como protetor dos seus gados, havendo uma altura do ano em que os seus donos davam a volta à Capela com os seus animais em sinal de gratidão. Até então o povo deslocava-se à Igreja da freguesia (Amor) para cumprir a sua devoção. A população exercia a sua atividade na agricultura, onde abundava a cultura do arroz e do milho. É uma das aldeias em que a mulher usava o tradicional chapéu típico da região de Leiria.

Rancho Folclórico Vale do Lis

Rancho Folclórico Vale do Lis

O Rancho, um departamento da Associação Desportiva e Recreativa de Barreiros, foi fundado em 1973. Pesquisa e divulga a riqueza e a beleza da arte popular. Danças e músicas apareceram por valiosa recolha que pessoas da nossa região efetuaram, dado o seu empenho e dedicação, consultando na altura as pessoas mais idosas e que melhor memória possuíam. A tocata inclui acordeão, cega rega de canas, ferrinhos, o antigo cântaro, as pinhas, bandolim, cavaquinhos, viola, realejo. Os trajes são variados, mas conservando a linha própria desta região: – Trajes de trabalho na cultura: do arroz, do milho, das vindimas. – Trajes Domingueiros de ir: à missa, mercado, romarias. – Trajes de Camponeses abastados. – Trajes de Noivos.

O Rancho abarca e conserva no seu seio um vasto reportório de danças e cantares, baseadas no trabalho do campo. Os seus moinhos, o pinhal, as sachas, as desfolhadas, as vindimas, a matança do porco, a britada dos pinhões bem como as festas e romarias eram verdadeiras ocasiões de convívio do povo. É membro da Associação Folclórica da Região de Leiria – Alta Estremadura e sócio efetivo da Federação do Folclore Português.

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/05/leiria-rancho-folclorico-vale-do-lis.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-05-27 16:26:332024-10-28 17:39:22Leiria e o seu folclore
Grupo Folclórico de Santa Eulália
Músicas no Concelho

Vizela e o seu folclore

Folclore em Vizela

Grupos etnográficos, tradições e atividades no Concelho

  • Região: Entre Douro e Minho
  • Distrito: Braga

02 grupos

  • Grupo Folclórico de Santa Eulália
  • Rancho Folclórico de Tagilde
Grupo Folclórico de Santa Eulália

O Grupo Folclórico de Santa Eulália foi fundado em 1984, e desde muito cedo se tornou membro efetivo da Federação do Folclore Português. Representa um folclore bastante singular, naturalmente com influências da Região do Baixo Minho e com algumas reminiscências do Douro Litoral. Sendo este grupo proveniente de uma das zonas mais industrializadas do país, não permitiu que o tempo fizesse desaparecer as ricas e profundas tradições rurais, a ancestral cultura popular. Por isso se preocupa em fazer preservar trajos, utensílios de trabalho, danças e cantares, hábitos e costumes da sua terra.

Os trajos representativos do grupo são os seguintes: trajo de noivos, trajos de domingar (ou de ir à missa), trajos de feirar, trajos de trabalho (ceifeira, podador, trajos ligados aos trabalhos do linho, etc…), trajos de ir à escola.

Danças e cantares recuperadas pelo grupo: Batoquinho, Velho, vira de Rolar, vira Cruzado, Ai ó Júlia, Verde Gaio, malhão Roubado, Senhor da Pedra, Canastrinha, rusga da Nossa Terra, Ratinho, Vareira das Palmas, Penafiel, cana verde Ricoqueira, vira de Oito, Advertida.

Grupo Folclórico de Santa Eulália

Grupo Folclórico de Santa Eulália

Missa de Reis

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce. Clique e saiba mais.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos seniores.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

Rancho Folclórico de Tagilde

O Rancho Folclórico de Tagilde é uma associação de natureza etnográfica do Concelho de Vizela, que apresenta as danças, cantares, trajes e utensílios que retratam, com verosimilhança, os hábitos e costumes das gentes de Tagilde.

Rancho Folclórico de Tagilde

Rancho Folclórico de Tagilde

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/05/vizela-grupo-folclorico-de-santa-eulalia.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-05-28 22:38:182024-11-12 00:49:20Vizela e o seu folclore
Sociedade Filarmónica Vizelense
Músicas no Concelho

Vizela e as suas filarmónicas

Filarmónicas de Vizela

Bandas de Música, História, publicações e atividades no Concelho

Sociedade Filarmónica Vizelense

Fundada a 21 de janeiro de 1882, em janeiro de 1883 aparece a notícia à Philarmonica Vizellense: “uma comissão composta pelos srs. dr. Abilio da Costa Torres, Antonio da Silva Vieira Coutinho e João Ribeiro de Freitas Guimarães, organisou uma philarmonica (banda e capella) que actualmente conta 22 executantes; apresenta-se regularmente em todas as funções – e tem um vistoso uniforme.” (Religião e Pátria, nº 3, 35ª Série, 1883).

A Sociedade Filarmónica Vizelense inclui academia de de música, Banda de Música e orquestra ligeira. A Banda de Música, agrupamento de maior representatividade da instituição e granjeadora de grande prestígio entre o associativismo vizelense, está vocacionada para qualquer tipo de evento musical, desde o religioso ao popular.

Possui três trabalhos discográficos editados, dedicados ao compositor Vizelense Joaquim da Costa Chicória – “Chicória”, “Murmúrios do Vizela” e “Ver, Ouvir e Calar”. Em 2013, era seu diretor artístico José Manuel Marques.

Sociedade Filarmónica Vizelense

Sociedade Filarmónica Vizelense

CONTACTOS

  • Sítio: www.filarmonicavizelense.com
  • Endereço: Rua Joaquim da Costa Chicória, 2
    4815-513 Vizela
  • Telefone: (+00 351 253 585 603)
  • Email: secretaria@filarmonicavizelense.com

Para 27 de novembro de 2021, foi agendado o lançamento do livro Philarmónicas em Vizela, de António Cunha, na Academia de Música da Sociedade Filarmónica Vizelense.

Philarmónicas em Vizela, de António Cunha

Philarmónicas em Vizela, de António Cunha

Reciclanda

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Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos seniores.

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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/05/vizela-sociedade-filarmonica-vizelense-2018.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-05-27 12:31:242024-11-12 00:49:54Vizela e as suas filarmónicas
Grupo Folclórico Leões da Beira de Rio de Loba
Músicas no Concelho

Viseu e o seu folclore

Folclore em Viseu

Grupos etnográficos, tradições e atividades no Concelho

  • Região: Beira Alta (Viseu, Dão, Lafões e Terras do Demo)
  • Distrito: Viseu

Ranchos

  • Associação Desportiva e Cultural de Danças e Cantares de Carragoso
  • Grupo Folclórico Leões da Beira de Rio de Loba
  • Rancho Folclórico As Cabacinhas de Santiago
  • Rancho Folclórico As Costureirinhas de Cavernães
  • Rancho Folclórico da Associação “As Cabacinhas de Santiago”
  • Rancho Folclórico da Freguesia de Cepões
  • Rancho Folclórico de Abraveses
  • Rancho Folclórico de Gumirães
  • Rancho Folclórico de Mundão
  • Rancho Folclórico de Orgens
  • Rancho Folclórico de Pindelo de Silgueiros
  • Rancho Folclórico de Torredeita
  • Rancho Folclórico do Caçador
Grupo Folclórico Leões da Beira de Rio de Loba

O Grupo Folclórico Leões da Beira de Rio de Loba é uma associação de natureza etnográfica do Concelho de Viseu, freguesia de Rio de Loba. Em Rio de Loba, em determinadas épocas do ano, cantavam-se as Janeiras, os Reis e o Lamentar das almas. Nas tardes de domingo, ao som da gaita de beiços e outros instrumentos rudimentares, rapazes e raparigas faziam grandes bailaricos, quase sempre com a presença por perto dos pais protetores.

Grupo Folclórico Leões da Beira de Rio de Loba

Grupo Folclórico Leões da Beira de Rio de Loba

O Grupo Folclórico tenta manter vivas estas tradições e passá-las às novas gerações. O rancho é possuidor de vários trajes de trabalho como: malhador, mulher da eira, homem da rega, mulher da ceifa, vendedores, moleiros, trajes domingueiros, de romaria e outros, bem como ferramentas e objetos utilizados nos trabalhos rurais, na época que representa, primeiros anos do século XX. As suas danças sempre de roda, são de trabalho, romaria e de terreiro.

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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Rancho Folclórico As Costureirinhas de Cavernães

Num planalto em que se avista a Serra da Estrela e se debruça sobre o encantador vale do Dão, situa-se Cavernães, sede de freguesia do seu Rancho Folclórico “As Costureirinhas” de Cavernães. O Rancho surgiu na sequência da atividade que vinha sendo desenvolvida desde 1933 por um grupo de tricanas, que se foi mantendo até 1966, data em que os responsáveis de então decidiram constituir um autêntico Rancho Folclórico, ao qual lhe atribuíram a designação de “As Costureirinhas”, pelo facto de em Cavernães, desde o último quartel do penúltimo século, ter existido uma escola de costura, por onde passaram um sem número de raparigas da região.

Em 1976, a Associação do Rancho Folclórico “As Costureirinhas” de Cavernães inicia o seu processo de legalização, sendo que, no ano de 1990, foram alterados os estatutos desta Associação para uma IPSS (Instituição Particular de Solidariedade Social). Desde então, a Associação tem como objetivos o apoio à população na sua área de intervenção, nomeadamente, a Infância, Juventude e Terceira Idade, nos domínios recreativos, formativos, culturais, educativos e sociais, que são mantidos até aos dias de hoje.

Em 2001, foi inaugurado o edifício onde desde então funcionam as instalações do ATL, atividades do Rancho Folclórico e o Jardim de Infância. Com as crescentes preocupações sociais, a Direção decidiu construir um edifício onde pudessem funcionar as valências de Lar, SAD e Creche. Este edifício ficou concluído em 2011, e as suas valências tiveram início em setembro do mesmo ano. Desde então têm sido prestados os serviços sociais mais índoles para as pessoas carenciadas.

Rancho Folclórico da Associação “As Cabacinhas de Santiago”

O Rancho Folclórico da Associação “As Cabacinhas de Santiago” é uma associação de natureza etnográfica do Concelho de Viseu.

Rancho Folclórico da Freguesia de Cepões

Com atividade iniciada em 2003, o Rancho Folclórico da Freguesia de Cepões tem vindo a crescer e a sua presença em festivais tem sido uma constante, um pouco por todo o país.

Rancho Folclórico da Freguesia de Cepões

Rancho Folclórico da Freguesia de Cepões

Rancho Folclórico da Casa do Povo de Abraveses

O Rancho Folclórico da Casa do Povo de Abraveses é uma associação de natureza etnográfica do Concelho de Viseu, freguesia de Abraveses. Foi nesta terra que em 1935 se criou oficialmente a Casa do Povo de Abraveses, uma das mais antigas do País que tem, atualmente, o estatuto de Instituição Particular de Solidariedade Social/IPSS.

Por volta de 1940, surgiu na instituição o Rancho Folclórico da Casa do Povo da Freguesia de Abraveses, que alguns anos depois se veio a desmantelar. O atual grupo renasceu em 1990, mantendo o rigor dos trajes e danças de outrora, tendo feito a sua primeira atuação em público em junho de 1991, integrada nas festas de Abraveses. Tem atuado em vários festivais de folclore, festas e romarias de norte a sul de Portugal, Espanha, bem como em França onde participou nas comemorações do Dia de Portugal e das Comunidades.

Desde 1993, realiza, anualmente, no último sábado de junho, o seu Festival de Folclore. As nossas danças e cantares, com muita beleza e simplicidade, como simples é o povo da Beira, são originárias de recolhas efetuadas na região da Beira Alta, especialmente no concelho de Viseu. Estas e outras recolhas etnográficas estão documentadas no trabalho do grupo, em DVD, tornado público em  2008.

Rancho Folclórico de Gumirães

O Rancho Folclórico de Gumirães é uma associação de natureza etnográfica sediada em Gumirães, Concelho de Viseu.

Rancho Folclórico de Passos de Silgueiros

O Rancho Folclórico de Passos de Silgueiros foi fundado em 1978. Recolheu todos os variados aspetos da herança cultural popular da sua região e tem divulgado por diversos meios boa parte dos ensinamentos recolhidos.

Veste-se com o rigor de pormenores que o caraterizam.

Viajou pelo País, do Minho aos Açores, para participar em importantes festivais de folclore, onde levou com simplicidade a sua mensagem de verdade.

Fez diversas atuações no estrangeiro, designadamente, no Brasil, em Espanha, na Holanda e em França, onde ganhou um primeiro prémio de qualidade folclórica.

Organizou, por 42 vezes, o seu Festival de Folclore.

É pioneiro na realização de Encontros de Cantares da Quadra Natalícia de que já levou a efeito 37 eventos.

Mantém ainda em atividade um grupo de cantares populares e um grupo de zés-pereiras.

Gravou programas de rádio e de televisão em Portugal e no estrangeiro.

Construiu um edifício de três pisos para a sua sede onde, para além de outros setores de natureza social, instalou as muitas dezenas de milhar de documentos do seu Museu Etnográfico, bem como importante Biblioteca, criando assim um valioso Centro de Documentação especializado em Cultura Tradicional e Popular que mantém ao dispor de grupos, de estudiosos, de investigadores.

Rancho Folclórico de Torredeita

O Rancho Folclórico de Torredeita é uma associação de natureza etnográfica da antiga freguesia de Torredeita, concelho de Viseu, fundada em 1963. É o elemento gerador do Ecomuseu de Torredeita, que se propõe explicar, através da ecologia e da vida tradicional das populações, as potencialidades da Beira, de modo a favorecer uma fecunda reanimação cultural, visando o desenvolvimento que crie riqueza e estabeleça também as diferenças da identidade nacional.

O essencial da coreografia da Beira Alta está na roda. Tendo o Beirão o culto da lógica, tudo na dança obedece a marcações impostas pelo significado das palavras.

Os seus trajes, recolhidos na região, são originais e antigos usando-se, por vezes, cópias para os preservar. Representam o estrato social e económico de antigamente: trajes de trabalho, de ir à missa, de casamento, de lavrador abastado, de cerimónia.

O traje da mulher é simples e castiço e a Capucha de burel, briche ou saragoça, dá-lhe cunho singular e inconfundível dentro da indumentária portuguesa. O xaile de merino com franja é também usado e constitui peça de muito valor. Assumem importância as finas saias de armur e de merino, as blusas com rendas de bilros e os lenços de seda. Calçam tamanquinhos ou chinelas com meias de lã rendadas.

É membro efetivo da Federação do Folclore Português.

Rancho Folclórico do Caçador

A Beira Alta é uma zona bastante rica nas suas tradições e foi a necessidade de preservar os valores da sua identidade que levou, em 1983, a formar a Associação Cultural e Recreativa do Rancho Folclórico do Caçador, coletividade que engloba sectores da Cultura, Recreio e Desporto, incluindo o Rancho Folclórico do Caçador.

  • O Rancho tem por objetivos:
  • Recolher, preservar e divulgar toda a herança cultural popular da sua região;
  • Defender e valorizar o património cultural em geral;
  • Promover a valorização cultural e social das pessoas ligadas a ele;
  • Representar, da melhor maneira possível, a cultura da região, por todos os locais do continente, regiões autónomas e estrangeiro.

“Caçador…a Alma das suas gentes” é o título de um trabalho discográfico que constitui uma homenagem às suas gentes e uma herança para os vindouros. Neste trabalho regista-se a reconstrução de algumas das vivências do povo da região por alturas do primeiro quartel do século XX.

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/05/viseu-grupo-folclorico-leoes-da-beira-de-rio-de-loba.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-05-27 12:11:032026-06-24 10:44:54Viseu e o seu folclore
Rancho Folclórico de Montargil
Músicas no Concelho

Portalegre e o seu folclore

Folclore em Portalegre

Grupos etnográficos, tradições e atividades no Concelho

  • Região: Alentejo (Alto Alentejo)
  • Distrito: Portalegre
  • Concelho: Portalegre

03 grupos

  • Rancho Folclórico de Fortios
  • Rancho Folclórico de Montargil
  • Rancho Folclórico e Cultural da Boavista
Rancho Folclórico dos Fortios

O Rancho Folclórico dos Fortios foi fundado em 1981, a esta data ligado à Casa do Povo. A sua autonomia efetiva materializou-se em 1991. No ano de 1984 iniciou uma exaustiva recolha etnofolclórica, junto dos mais idosos, reconstituindo usos e costumes, tradições, danças e cantares dos seus antepassados.

A sua componente etnográfica é composta por trajes de trabalho: Abegão, Ganhão, Pastor, Ceifeira, Mondadeira, Azeitoneira, Alimentador de máquinas, aparecendo também os trajes domingueiros e de festa ricos e pobres, o lavrador de Fortios e os noivos.

De entre o vasto repertório de danças, sobressaem as modas das saias, as danças de roda e as cantigas bailadas. Tem participado em diversas manifestações folclóricas, culturais e etnográficas de Norte a Sul de Portugal Continental, nos Arquipélagos dos Açores e Madeira e também no estrangeiro.

Anualmente e desde o ano de 1986 organiza o Festival Nacional/Internacional de Grupos de Folclore na Freguesia de Fortios.

O Rancho é membro efetivo da Federação do Folclore Português e fundador da Associação de Folcloristas do Alto Alentejo.

Rancho Folclórico de Fortios

Rancho Folclórico de Fortios

Rancho Folclórico de Fortios

Rancho Folclórico de Montargil

Vídeo

Rancho Folclórico e Cultural da Boavista

Fundado em 1967, o Grupo Folclórico e Cultural da Boavista apareceu como uma necessidade absoluta de salvaguarda e divulgação dos usos, costumes e tradições das gentes serranas de São Mamede, do povo do Alto Alentejo e de Portalegre.

Da pesquisa que vem efetuando, possui no seu reportório, preciosos exemplares do modo de trajar, de cantar, de tocar e de balhar no início do século XX. O Pastor, o Semeador, o Tirador de Cortiça, o Lavrador, a Ceifeira, a Mondadeira, a Apanhadeira de Azeitona, os Trajos Domingueiros e de Festa de Alagoa, Alegrete, Fortios, Reguengo, Ribeira de Nisa, São Julião, Urra e da Cidade de Portalegre e Trajos de Casamento são figuras etnográficas que o Grupo representa.

As Modas e os balhos de Saias, os balhos de Terreiro ou Campaniços, Viras ou Modas Viradas, as Balhações Populares de Inspiração Palaciana com marcações em roda, coluna ou quadrilha são as danças interpretadas pelo Grupo Folclórico e Cultural da Boavista.

O Rancho já gravou 3 discos, cassetes áudio e vídeo e um CD. Participou em numerosos programas de rádio e televisão. Foi galardoado, pela Câmara Municipal de Portalegre, com a Medalha de Mérito Municipal, Grau Ouro, no ano da Comemoração das Bodas de Prata. É Membro da Federação do Folclore Português, do INATEL, da Confederação Portuguesa das Coletividades de Cultura, Recreio e Desporto e da Associação dos Folcloristas do Alto Alentejo.

Espanha, Canadá, Geórgia, Rússia, Polónia, França, Alemanha, Áustria, Marrocos, Itália, Bélgica e Roménia são países onde o Grupo Folclórico e Cultural da Boavista já se representou a cor. Realiza o seu festival anual por ocasião do seu aniversário, no ultimo sábado de julho.

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/05/portalegre-rancho-folclorico-de-montargil.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-05-26 21:05:192021-09-17 21:31:27Portalegre e o seu folclore
Sociedade Musical Banda Euterpe
Músicas no Concelho

Portalegre e as suas filarmónicas

Filarmónicas de Portalegre

Bandas de Música, História e Atividades no Concelho

  • Banda da Sociedade Recreativa Musical Alegretense
  • Sociedade Musical Euterpe de Portalegre
Banda da Sociedade Recreativa Musical Alegretense

A Banda de Alegrete começou a sua atividade em 1867. Teve inicialmente cerca de 20 elementos e desde então eram as atividades artesanais (sapateiros, alfaiates, carpinteiros, ferreiros) que funcionava como alfobre da Coletividade. A sua primeira sede foi uma pequena sala cedida por um dos executantes e fundador da Filarmónica. Posteriormente conseguiu melhorar a sua situação, ocupando a antiga Capela do Espírito Santo, onde permaneceu até 1981, ano em que se instalou no novo edifício construído com essa finalidade.

Foi seu fundador e primeiro regente José Augusto Servo, natural de Alegrete. Salvo um pequeno interregno de cerca de 2 anos, a sua atividade tem sido constante e permanente, tendo sido reorganizada em 1919, pelo Capitão do Exército Manuel Miranda Branco. Entrou em diversos concursos para bandas civis, destacando-se o 1º lugar alcançado em Évora em 1966, no Concurso de Filarmónicas do Alentejo e o 2º Lugar em Setúbal 1969. Atuou por muitas terras do País, especialmente na zona onde se insere, atuando ainda regularmente em Festas na Espanha.

Ao longo de todos estes anos tem existido uma Escola de Música que tem preparado todos os executantes naturais de Alegrete, daqui tem saído um rol de músicos que enveredaram pelo profissionalismo, alguns deles notáveis, prestaram e prestam serviços em bandas militares, Orquestra Gulbenkian, Orquestra Sinfónica da RDP, Orquestra Ligeira do Exército, Orquestra Sinfónica da Madeira, Banda da Carris, Banda da Guarda Fiscal, Banda da Guarda Nacional Republicana e Banda de Pêro Pinheiro.

Em 1996, a Coletividade arrancou com a Escola de Música dirigida por um professor do ensino oficial que contou com a colaboração de dois jovens profissionais em bandas militares. Participando no referido ano no programa “À Volta do Coreto” transmitido pela RTP 2, sob a regência de Luís José de Jesus Correia. Em 2001 e novamente sob a regência de Luís Correia, no período de 19 a 23 de Julho, efetuou diversas atuações em França, na Cidade de Selles-Sur-Celles. Em 2002 a Coletividade recomeçou novamente com Escola de Música, com 30 alunos sendo o professor, o regente da Banda, Hugo Guedelha.

Sociedade Recreativa Musical Alegretense

Sociedade Recreativa Musical Alegretense

A Banda Filarmónica da Sociedade Recreativa Musical Alegretense tem neste momento 48 elementos.

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

Sociedade Musical Euterpe de Portalegre

No dia 1 de dezembro de 1860, foi fundada a Associação de Socorros Mútuos de Montepio Euterpe Portalegrense. Passados seis anos, foram publicados e aprovados os primeiros estatutos pelo Conde de Castro – D. Luís I – Rei de Portugal. Em 1945 foi desfeita a Associação de Socorros Mútuos Montepio Euterpe Portalegrense e foi criada a Escola Musical Euterpe. O nome escolhido foi uma clara homenagem à Musa protetora da música e da poesia lírica.

Mais tarde foi alterado o nome para Sociedade Musical Euterpe. A “Banda Euterpe” assume-se cada vez mais como um verdadeiro polo de dinamização cultural e de formação didático-pedagógica. É a Instituição mais antiga da Cidade, e com uma atividade ininterrupta da sua Banda e Escola de Musica, é o orgulho da Direcção, Músicos e Associados, assim como da própria cidade de Portalegre.

Sociedade Musical Banda Euterpe

Sociedade Musical Banda Euterpe

A Banda conta no seu elenco com cerca de 4 dezenas de elementos. Em 1998, deslocou-se à ilha da Madeira onde efetuou 3 concertos em Santa Cruz. Atua regularmente em Cidades da Extremadura Espanhola (São Vicente, Festival de Bandas em Badajoz, Festas da Nossa Senhora dos Remédios em Valência de Alcântara, Intercâmbio com Banda do Monestério). Participou em vários festivais de Bandas (Bucelas, Catujal, Caneças, Grândola, Cova da Piedade, Aljustrel).

O I Festival de Bandas da Sociedade Musical Euterpe foi em 2004, no Cine-Teatro Crisfal, com a participação das bandas da Sociedade Filarmónica Harmonia Reguenguense, Sociedade Recreativa Musical Alegretense e Banda da Sociedade Recreativa de Bucelas. O II Festival, em 2005, nos Claustros do Convento de Santa Clara, teve as seguintes bandas convidadas: Banda da Sociedade Musical de Instrução e Recreio Aljustrelense e a Banda da Sociedade Filarmónica Amizade Visconde de Alcácer. O III Festival, em 2006, no Centro de Artes do Espetáculo de Portalegre teve a participação da Banda da Associação Recreativa e Musical 1º de Maio do Catujal e Banda Filarmónica Simão da Veiga da Casa do Povo de Lavre.

Em 2005, na Sé Catedral de Portalegre, decorreu o tradicional Concerto de Natal, organizado pela Sociedade Musical Euterpe, sendo que a Banda Euterpe atuou com o Grupo Coral de Mafra (grupo convidado), juntando-se ainda o Orfeão de Portalegre.

É de salientar o musical Estórias de Amor, pela Banda Euterpe e Companhia de Dança de Lisboa, em 2006, realizado no Centro de Artes do Espetáculo.

Sociedade Musical Banda Euterpe

Sociedade Musical Banda Euterpe

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/05/portalegre-sociedade-musical-banda-euterpe.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-05-26 20:49:472024-10-28 19:13:32Portalegre e as suas filarmónicas
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