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Património musical dos concelhos. Encontre rapidamente o que procura, digitando, por exemplo, “Lisboa e os seus órgãos de tubos”.

Sociedade Filarmónica Harmonia Reguenguense (f. 1886)
Músicas no Concelho

Reguengos de Monsaraz e as suas filarmónicas

Filarmónicas de Reguengos de Monsaraz

Bandas de Música, História e Atividades no Concelho

  • Sociedade Filarmónica Corvalense
  • Sociedade Filarmónica Harmonia Reguenguense
Sociedade Filarmónica Corvalense

A Banda da Sociedade Filarmónica Corvalense é constituída por quatro dezenas de elementos, na sua maioria jovens, e tem como Maestro o Professor Carlos Bia. Nos finais do séc. XIX, na localidade, então denominada Aldeia do Mato, segundo a memória popular, já existia uma Banda, que depois se terá dividido em duas: a “Portuguesa” e a “Espanhola”.

Sociedade Filarmónica Corvalense

Sociedade Filarmónica Corvalense

Segundo o que se conseguiu apurar, entre 1914 e 1918, as duas filarmónicas fundiram-se dando origem a uma outra que se passou a chamar “Banda Aldematense”. Esta interrompeu a atividade em 1959. Retomou-a em 1981, já com a designação de Sociedade Filarmónica Corvalense, na altura apenas constituída pela Banda Filarmónica.

Sociedade Filarmónica Harmonia Reguenguense (f. 1886)

Fundada em 1886, a Sociedade Filarmónica Harmonia Reguenguense terá constituído como que a oficialização de uma banda que já existiria em Reguengos de Monsaraz desde 1860. Nestas duas décadas e meia, nomes como os de Serafim Gomes, Celestino de Carvalho, Joaquim Garcia Pinheiro ou Artur Frederico Reinhardt, um rabequista austríaco, passaram pela regência da então denominada Banda Marcial de Reguengos.

Com o nascimento estatutário da Sociedade Filarmónica Harmonia Reguenguense, José Maria de Carvalho assumiu a liderança da banda. Através dele e do seu carácter a Banda Filarmónica de Reguengos conheceu um primeiro período de glórias. Faleceu em 1917. Nos anos seguintes não foi possível encontrar alguém com as características daquele notável regente. A Banda Filarmónica de Reguengos ressentiu-se com esta busca de liderança. Não obstante, em 1929, foi-lhe atribuída a categoria de Banda Municipal, pelos bons serviços prestados ao Município. Dirigia-a, na altura, Carlos Franco, o primeiro regente Militar desta Banda.

Em 1934 assumiu a regência José da Silva Domingues, um homem de carácter forte, feitio difícil, mas dotado de qualidades técnicas e capacidade de liderança. Durante três décadas, longo período que atesta as qualidades do líder, Silva Domingues, que também foi compositor, conferiu estabilidade, dirigiu com mestria e elevou a Banda Filarmónica de Reguengos a uma posição cimeira no panorama das Filarmónicas. Foi da sua regência que saíram da Banda de Reguengos músicos que vieram a ingressar em conceituados agrupamentos musicais, como a Orquestra Gulbenkian e as Bandas da Guarda Nacional Republicana, do Exército, da Força Aérea e da Armada. Foi também da sua regência que uma primeira onda de salutar juventude atingiu as fileiras da Banda de Reguengos. Em 1965, deixou a regência da Banda, hostilizado e criticado por muitos que não compreendiam nem aceitavam a firmeza do seu carácter.

A José da Silva Domingues sucedeu um período difícil da Banda de Reguengos. Digna de registo é a criação de uma Banda Juvenil, pelas mãos do regente Casimiro Frederico da Silva, em 1973, que veio realçar a importância da renovação pela juventude das fileiras de executantes de qualquer Banda Filarmónica. De 1976 até 1986, muitos foram os maestros que passaram pela regência da Banda, com destaque para António Jorge e João António Pagará.

Em 1986 assumiu a liderança da Banda de Reguengos o Maestro António das Neves Ramalho, sucessor de José da Silva Domingues, de quem se considera fervoroso admirador e de quem foi discípulo. Serviu a Instituição ao longo dos 16 anos. Em 2002 assumiu a regência da Banda e do Coro o Maestro José Filipe Silva Guerreiro. No mês seguinte, a Banda e o Coro Polifónico já sob a regência do novo maestro realizou um dos seus melhores concertos, no Teatro Garcia de Resende, em Évora. Em 2003, a S.F.H.R. deu inicio ao Curso de Formação para instrumentistas “Reguengos Terras D’el Rei”, que se repetiu em 2004, onde participaram músicos das bandas de Alcáçovas, Alvito, Montoito, Portel, Redondo, Reguengos, S. Pedro do Corval e Alunos do Curso de Música da Escola Secundária Gabriel Pereira de Évora.

Em 2005, foi convidada para participar no CD As melhores Bandas Filarmónicas da Região Alentejo, produzido pela Editora PubIicArt. Em 2006, participou no 1° Concurso Internacional de Bandas Filarmónicas em Vila Franca de Xira, onde se classificou em 2° Lugar na Segunda Categoria. Desloca-se ao Funchal na Ilha da Madeira, a convite da Orquestra do Gabinete Coordenador da Cultura, onde efetuou um concerto. Em 2008 participou novamente no concurso Internacional de Bandas Filarmónicas em Vila Franca de Xira, onde se classifica em 1° lugar, na 2ª categoria.

A direção artística do coro e banda da Sociedade Filarmónica Harmonia Reguenguense está a cargo do maestro António Menino.

Sociedade Filarmónica Harmonia Reguenguense (f. 1886)

Sociedade Filarmónica Harmonia Reguenguense (f. 1886)

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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Banda da Academia das Artes de Ribeira de Pena
Músicas no Concelho

Ribeira de Pena e as suas filarmónicas

Filarmónicas de Ribeira de Pena

Banda Filarmónica da Academia das Artes de Ribeira de Pena

Banda da Academia das Artes de Ribeira de Pena

A Banda Filarmónica da Academia de Artes de Ribeira de Pena tem a direção artística de Nuno Osório.

No dia 28 de julho de 2018, os alunos da Academia de Artes de Ribeira de Pena subiram ao palco do Auditório Municipal, pela primeira vez a solo, para apresentarem a sua audição de final de ano.

No decorrer do espetáculo, também se apresentaram diferentes grupos de câmara que puderam demonstrar as diversas valências e conjugações instrumentais e a autonomia que os alunos já começam a dominar. No final, ouviu-se a classe conjunto completa – a Banda Filarmónica de Ribeira de Pena – que surpreendeu a plateia e a todos deixou com a perspetiva de novas apresentações.

Banda da Academia das Artes de Ribeira de Pena

Banda da Academia das Artes de Ribeira de Pena

Antes do findar da tarde, o corpo docente entregou o certificado de avaliação relativo ao primeiro ano do curso de música e, depois de satisfeitas as expectativas de avaliação, ainda houve tempo para um lanche convívio organizado pelos encarregados de educação.

A Academia de Artes e Ciência é parte integrante do projeto – Aprender dá Gosto – apoiado pelo NORTE 2020, instrumento financeiro de desenvolvimento regional do Norte de Portugal, gerido pela CCDR-N, que neste quadro tem verbas alocadas aos domínios educação e aprendizagem ao longo da vida.

A 22 de dezembro de 2018, a Banda apresentou, no Auditório Municipal, um concerto de Natal.

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Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização musical desde idade precoce, faz capacitação de docentes, contribui para a qualidade de vida dos seniores.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, APPACDM, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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Banda de Música de Sabrosa
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Bandas de Música, História e Atividades no Concelho

Banda de Música de Sabrosa

Segundo a tradição, a primeira Banda de Música de Sabrosa foi formada na segunda metade do séc. XIX. Nessa altura terá existido também uma Tuna que se tornou célebre em todo o concelho e chegou mesmo a atuar em Vila Real. Tal Tuna foi dirigida por Alfredo de Oliveira, proprietário da Farmácia Oliveira. Durante uma exaustiva investigação recolheram-se testemunhos valiosos a partir de dados obtidos em entrevistas com pessoas idosas.

Tanto Joaquim Peniche de 94 anos, como Manuel Soares da Silva de 82 anos, indicaram os anos de 1905 como data da primeira reorganização da Banda de Música. Reorganização iniciada por Luís Cabral, notário, Luís Teixeira Gomes, alfaiate e Sebastião Carvalho que viera de Lisboa onde tocara numa fanfarra militar. A Banda de Música contava então com vinte e cinco músicos que iam fazer as festas de São João da Pesqueira e de Ervedosa do Douro percorrendo a pé mais de 60 km, uma vez que os transportes motorizados eram desconhecidos.

Em 1919, aquando das invasões monárquicas, «os trauliteiros» chegaram a Sabrosa num veículo automóvel armados de carabinas dirigiram-se ao edifício da Câmara Municipal onde queimaram a Bandeira da República. Como pretendiam substituí-la pela Bandeira da Monarquia obrigaram o administrador do concelho, cujas funções correspondem as do atual Presidente da Câmara, a fazer comparecer os músicos com os respetivos instrumentos musicais no largo do município, onde iam executar o Hino da Monarquia. Os músicos foram-se concentrando, alguns com roupa do trabalho pois tinham saído das vinhas, mas nem todos compareceram, talvez porque fossem republicanos e não queriam tocar o Hino da Carta.

A tensão foi aumentando e os «trauliteiros» iam perdendo a paciência e os dedos já trocavam os gatilhos. Foi então que o administrador do concelho chamou os músicos mais renitentes à parte, e segredou-lhes: – «Oh rapazes! Hoje toca-se esta, amanhã toca-se a outra!» E foi assim que alguns músicos se livraram de ser fuzilados e os «trauliteiros» abandonaram a Vila e seguiram rumo ao Porto onde foi proclamada a efémera Monarquia do Norte.

Em 1920, os músicos foram de automóvel para Vilas Boas, dirigidos pelo Maestro Carvalho. Os contratos começaram a chegar, a Banda de Sabrosa começava a brilhar tocando nas novenas e nas representações teatrais. Nos anos 30, a Banda de Música era dirigida pelo Maestro Pontes, reformado do exército, e tinha como diretor Rodrigo Marques. As festas de Macedo de Cavaleiros de Vilarinho de Azenhas, os célebres Carnavais de Mirandela e ainda as festas de Nossa Senhora do Amparo foram abrilhantadas pelas exibições da Banda de Música de Sabrosa.

Banda de Música de Sabrosa

Banda de Música de Sabrosa

A partir de 1955, a Banda de Música começou a ser dirigida por um dos mais célebres maestros da sua história, o Maestro Esteves, cuja morte em 1960 levou de novo a Banda de Música a uma situação apagada. Alfredo Vasconcelos e Silvério Azevedo (Pai), faziam parte da direção durante o referido período, destacando-se dela Florindo Augusto Calhelha, cujos talentos de ator foram apreciados durante mais de meio século pelos sabrosenses.

Em 1962, tomou posse nova direção, constituída pelo Padre José Gil, António Rodrigues e Guilherme Marques Soares. Durante este período adquiriu-se um fardamento e instrumentos novos, assim como outros foram enviados para reparação. Foi então contratado o Maestro Laurentino Macedo que viria a reger a Banda de Música até 1968. Em 1964, a Banda de Música distinguiu-se nas Festas de Sanfins do Douro e nos dois anos seguintes em Macedo de Cavaleiros, Jevelim, Olmos, Santo Ambrósio, Murça. Em 1965, a Banda de Música foi distinguida nas festas de Vila Real pela qualidade da execução musical face a outras Bandas de Música. Em 1968, foi  formada nova Direção que, embora tivesse conseguido alguns contratos, não impediu a desorganização em setembro desse mesmo ano.

A Guerra Colonial e a Emigração causaram grandes danos à Banda de Música de Sabrosa, pois muitos dos seus elementos viram-se obrigados a partir. Alguns músicos, conservaram carinhosamente os instrumentos que ainda hoje existem. A maior parte do repertório e alguns instrumentos viriam a deteriorar-se ou desaparecer. Em 1973 gorou-se uma tentativa de reorganização iniciada em 1972 com a formação de uma escola de música dirigida por Germano Calhelha. A Banda de Música começou a morrer aos poucos.

Decorria o ano de 1979, quando um grupo de jovens Sabrosenses, organizou uma exposição sobre as atividades culturais que no passado tinham projetado o nome de Sabrosa. Tal exposição constituída por fotografias e programas de rádio esteve patente ao público na praça D. António Valente da Fonseca tendo sido vista por numerosos Sabrosenses. Paralelamente, foi lançada a ideia de recuperar a Banda de Música do estado lastimoso em que se encontrava, pois restavam apenas alguns velhos músicos instrumentos gastos. Parte do património da Banda já se encontrava disperso. A bandeira bordada a ouro e o respetivo mastro que tinha sido oferecida à banda nos anos 60, por Manuel Camposana Araújo, que angariou em Luanda fundos para a sua execução, já se encontrava a decorar uma parte de um apartamento em Setúbal.

Porém, a recuperação da Banda de Música só seria possível caso fosse criada uma associação de carácter cultural. Surgiu então a ideia, também da autoria daquele grupo de jovens, de criar uma associação que englobasse a recuperação da Banda de Música. Realizou-se uma assembleia-geral constituída pela Associação Recreativa Cultural Musical do Concelho de Sabrosa. Com a participação de muitos Sabrosenses o passo seguinte era a celebração da escritura no cartório notarial de Sabrosa, escritura feita em 1979.

A partir daqui, a Banda de Música de Sabrosa nunca mais ficou inativa. De direção em direção, de maestro em maestro, de músico em músico, a Banda ganhou prestigio.

Nesta altura quem passou a dirigir a Banda de Música foi o maestro e compositor Alexandre Fonseca. Iam surgindo cada vez mais contratos, a Banda de Música projetava cada vez mais o nome de Sabrosa por todas as terras onde atuava. Com a saída do maestro Alexandre Fonseca, foi chamado o maestro Lino Pinto que pela primeira vez dirigia uma Banda de Música. Sairia passado pouco tempo para dirigir outra banda. No ano seguinte surgiu por seis meses o maestro Amílcar, que tinha pouca experiência visto que era a primeira vez que dirigia uma Banda de Música. A falta de experiência levou-o a abandonar a Banda de Música de Sabrosa passado uns meses. A Banda de Música continuou e essa época foi completada pelo maestro Adão (este que já tinha dirigido a banda em 1979) e pelo Maestro Alexandre Fonseca. Neste ano, saíram alguns músicos mas entraram outros jovens que, hoje, são os pilares da Banda de Música de Sabrosa. Em 1993, foi integrado na Associação o Grupo de Cantares “Sons de Outrora”, que se manteve pouco tempo na Associação visto que se extinguiu.

Em 1999, uma nova direção assumiu os rumos da Associação. A partir de 2004, passou a dirigir a Banda o Maestro Carlos Jorge.

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Filarmónica União Operária e Cultural Nossa Senhora dos Remédios
Músicas no Concelho

Santa Cruz das Flores e as suas filarmónicas

Filarmónicas de Santa Cruz das Flores

Bandas de Música, História e Atividades no Concelho

  • Filarmónica de Santa Cruz das Flores (inativa)
  • Filarmónica União Operária e Cultural Nossa Senhora dos Remédios

Para enaltecer o trabalho desenvolvido pelas filarmónicas, Roberto Martins, professor no Conservatório de Ponta Delgada, e diretor artístico da Filarmónica Lira Nossa Senhora da Estrela, da freguesia da Candelária dá o exemplo do Conservatório de Ponta Delgada, onde a “maioria dos alunos de sopros vem das escolas de música das bandas filarmónicas”.

“As filarmónicas assumem a função do ensino da música nas freguesias onde estão inseridas, chegando muitas vezes a locais onde os conservatórios e/ou academias não conseguem chegar.” (Lusa, 02 de setembro de 2022)

Filarmónica União Operária e Cultural Nossa Senhora dos Remédios

Fundada em 1953, a Filarmónica União Operária e Cultural Nossa Senhora dos Remédios, da Fajãzinha, é a única banda que se mantém em atividade na ilha das Flores.

Filarmónica União Operária e Cultural Nossa Senhora dos Remédios

Filarmónica União Operária e Cultural Nossa Senhora dos Remédios

Filarmónica de Santa Cruz das Flores

A 20 de abril de 2021, a RTP/Açores noticiava que a Sociedade Filarmónica Doutor Armas da Silveira reunira para decidir o destino a dar à Associação e ao respetivo edifício. Alguns sócios entendiam que a sede devia ser entregue à Câmara Municipal de Santa Cruz, uma vez que a manutenção tem um custo difícil de suportar para a direção. Contudo, não é uma posição unanime. Edgar Ramos pretendia candidatar-se à direção e esperava obter apoios para a reabilitação do edifício.

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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/07/santa-cruz-das-flores-fuoc.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-07-17 17:53:362024-12-20 22:54:56Santa Cruz das Flores e as suas filarmónicas
Sociedade Filarmónica de Instrução Cultural de Gansaria
Músicas no Concelho

Santarém e as suas filarmónicas

Filarmónicas de Santarém

Bandas de Música, História e Atividades no Concelho

  • Sociedade Filarmónica Alcanedense
  • Sociedade Filarmónica de Instrução Cultural de Gansaria
  • Sociedade Musical e Recreativa do Xartinho
Sociedade Filarmónica Alcanedense (f. 1898)

Fundada em 1898, por iniciativa do Pároco de Alcanede, João Rebelo, a Banda recebeu a denominação de Banda Filarmónica de Alcanede. A motivação e entusiasmo pela música transmitidos aos jovens alcanedenses pelo Pe. João Rebelo permitiu que esta se mantivesse ativa até ao seu falecimento em 1913. Sete anos passados e a banda retomou a sua atividade com o maestro Isidro Augusto da Silva em 1 de maio de 1920.

A Banda Filarmónica de Alcanede, viria novamente a parar entre 1942 e 1945, em virtude da criação da Banda do Xartinho (lugar da freguesia de Alcanede) que contou na sua formação com músicos desta banda.

Anos mais tarde, uma nova banda viria a nascer do seio da banda de Alcanede. A banda da Gançaria (na altura lugar da freguesia de Alcanede) foi criada em 1981, por músicos daquela localidade que integravam esta banda.

Com o surgimento das “Casas do Povo”, a Banda de Alcanede passou a fazer parte da sua estrutura, adotando, então, a denominação de Banda Filarmónica da Casa do Povo de Alcanede. Mais tarde, com a extinção desta Casa do Povo, a banda criou estatutos próprios e passou a denominar-se Sociedade Filarmónica Alcanedense.

Sociedade Filarmónica Alcanedense

Sociedade Filarmónica Alcanedense

No dia 1 de maio de 1998 completou o seu 100º Aniversário, celebrando anos de puro altruísmo ao serviço da música e de todos quantos a apreciam. Em reconhecimento pelo seu esforço e pela imagem de Alcanede e Santarém que a banda transmite nas suas atuações, tanto em Portugal como no estrangeiro a Câmara Municipal de Santarém atribuiu à Sociedade Filarmónica Alcanedense a Medalha de Ouro do Município.

Das deslocações ao estrangeiro destacam-se as atuações em França, nas regiões de Contréxeville e Bagnères de Luchon e no Estado de São Paulo no Brasil, no ano 2000, aquando das comemorações dos 500 anos descoberta daquele país.

Em 2003, participou no “I Concurso de Bandas Taurinas”, integrado na “1ª Feira do Touro”, realizado no CNEMA em Santarém, tendo obtido o 1º lugar.

A Banda de Alcanede tem em funcionamento uma Escola de Música, valência importante para aqueles que pretendem dar os primeiros passos na aprendizagem da música.

Ao longo dos anos, vários foram os maestros que passaram pela Banda de Alcanede, entre os quais Joaquim Lopes, Simões Ribeiro, João Monteiro, João Manuel Pinote, João Vieira Crespo e Alberto César Carreira Lages.

Sociedade Filarmónica de Instrução Cultural de Gansaria

A Sociedade Filarmónica de Instrução e Cultura Musical de Gançaria foi fundada em 1 de dezembro de 1980, a partir da ideia de alguns músicos da terra que tocavam nas bandas vizinhas de Alcanede e Xartinho, que se reuniam na madrugada do dia 1 para tocarem o Hino da Restauração como era e ainda é tradição.

Alguns meses foi o tempo suficiente para reunir (quer donativos, quer empréstimos) o montante necessário para a aquisição do instrumental e respetivo fardamento, para que em 08/12/1981, surgisse em plena rua, bem fardada e instrumentada a “Sociedade Filarmónica de Instrução e Cultura Musical de Gançaria”.

Foi o seu 1º Maestro Manuel Conceição Duarte Pereira, que fundou também a Escola de Música. Seguiram-se os maestros Jaime Justo, Simões Ribeiro, Francisco Pinto, Jorge Lopes e  Márcio Pereira.

Integram a Banda cerca de 50 elementos na sua maioria jovens, diversificando as suas apresentações em outros grupos mais reduzidos nomeadamente em quintetos, quartetos, trios, duos e a solo. Mais recentemente uma Big Band com cerca de 18 elementos tem por objetivo a apresentação pública de obras compostas expressamente para este tipo de agrupamentos que lhes permite explorar e explanar diversas formas de interpretação musical.

Possui uma Escola de Música com cerca de 50 alunos em três variantes distintas: Os Estrelitas da Gançaria com formação em Órgão a partir dos 4 até aos 12 anos; Viola Acústica para todas as idades e a Escola Geral da Banda.

Sociedade Filarmónica de Instrução Cultural de Gansaria

Sociedade Filarmónica de Instrução Cultural de Gansaria, 2024

A Instituição está consciente do papel importante que pode e deve desempenhar na formação e ocupação dos tempos livres dos jovens, de uma forma saudável e enriquecedora. Temos por objetivos:

  • Contribuir para a criação de bons hábitos de cultura, divulgar a arte da música nas nossas comunidades, fomentar a participação da Instituição nas atividades comunitárias procurando envolver as mesmas no seu suporte.
  • Estimular e incentivar a realização de cursos e classes de aperfeiçoamento e oficinas com monitores de reconhecido mérito.
  • Estabelecer, sempre que possível, intercâmbios com agrupamentos semelhantes de outras regiões e/ou países.
  • Honrar os fundadores e os seus desígnios, correspondendo cada vez mais e melhor aos valores que os levaram a fundar a nossa Instituição.
Sociedade Filarmónica de Instrução Cultural de Gançaria

Sociedade Filarmónica de Instrução Cultural de Gançaria

Ao longo da sua existência já promoveu classes de aperfeiçoamento com: Jorge Almeida (Trompete); Carlos Reinaldo Guerreiro (Trombone de Varas); Maestro José Brito (Direção), tem participado em diversos Festivais de Bandas Filarmónicas e efetuado concertos, não só na região como por todo país, incluindo uma deslocação à região autónoma dos Açores (Ilha Terceira), participou no II Concurso de Bandas realizado em Vila Franca de Xira, efetuou concertos com músicos de valor internacional tais como: Jorge Almeida, Os Corvos, com assinaláveis êxitos em todas as suas participações.

Gravou dois trabalhos discográficos: um CD gravado ao vivo em 1999 e, em 2003, o seu primeiro CD gravado em estúdio.

Sociedade Musical e Recreativa do Xartinho

A Sociedade Musical e Recreativa do Xartinho e a sua Banda de Música, foram fundadas em 01 de janeiro de 1944. Os seus fundadores foram Albino Artur, Joaquim Lopes e José Lopes que a partir de uma cisão ocorrida na Banda de Música de Alcanede e contando com o apoio dos habitantes do Lugar de Xartinho, Mata do Rei, Viegas, Mosteiros e Valverde tudo fizeram para dar vida à nova Banda de Música. Os seus primeiros Estatutos foram registados em 19 de julho de 1944.  A primeira atuação efetuou-se nas festas religiosas de Domingo Magro de 1945 no Lugar de Mosteiros.

De então para cá, a Banda tem exercido uma grande atividade musical a nível regional e nacional, em concertos, festas populares e romarias, assim como em encontros de bandas filarmónicas.

O seu primeiro regente foi Joaquim Lopes seguindo-se Santos Lado, Virgílio, Fernandinho, Valente, Zeferino Ferreira, Santos Rosa, Jaime Justo, Barrela, Armandino Leitão, Bruno Santos, Luciano Franco, Mário Marques.

A nível europeu, a Banda conta no seu historial com as seguintes deslocações:

  • 1995, em França no festival Eurofanfarre, onde participaram 23 agrupamentos musicais de 17 Países;
  • 1997, em Lucé –Paris a convite da Associação Juventude Portuguesa de Lucé;
  • 1998, em Chartres – Paris a convite do Presidente da Associação de Comerciantes de Chartres;
  • 2000 em Singen-Alemanha a convite da comunidade Portuguesa;
  • 2003 participou num encontro de Bandas em LLerena-Espanha;
  • 2005 em Wandlitz-Berlin-Alemanha a convite da Bolli–Pop–Orchester.

Para a sua sustentabilidade e manutenção, tem sido importante os apoios do Governo Civil de Santarém, Câmara Municipal de Santarém, Junta de Turismo de Santarém, Junta de Freguesia de Alcanede, INATEL, IPJ, empresários, particulares, comissões de festas e as populações dos lugares vizinhos.

Sociedade Musical e Recreativa do Xartinho

Sociedade Musical e Recreativa do Xartinho

A Banda de Música da S.M.R. do Xartinho é composta por 40 elementos, sendo 75% jovens entre os 7 e 25 anos. Atualmente e desde Maio de 2007, a Banda e Escola de Música da S.M.R.do Xartinho, tinha como regente e Professor respetivamente, o Major Mário Marques, mas dada a sua idade avançada o Sr. Major pediu-nos que falassem com outra pessoa e que asseguraria o cargo de contramestre quando apenas necessário.

A partir de 24 de agosto foi contactado o prof. Nuno Miguel Silva de Saxofone do Conservatório Jaime Chavinha de Minde e Choral Phydellius de Torres Novas que se mostrou praticamente indisponível. Não foi fácil o acordo porque sendo um profissional da música muito ativo alegou não ter tempo e, além disso, já dirigia outra banda. Graças à persistência e direção em bloco numa reunião, a Associação conseguiu convencê-lo a ajudar a Banda nesta fase.

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/07/santarem-sociedade-filarmonica-de-instrucao-e-cultura-musical-de-gansaria.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-07-17 17:53:002024-04-07 18:00:40Santarém e as suas filarmónicas
Banda Filarmónica de Riodades
Músicas no Concelho

São João da Pesqueira e as suas filarmónicas

Filarmónicas de São João da Pesqueira

Bandas de Música, História e Atividades no Concelho

Associação Cultural Banda Filarmónica de Riodades

Graças à Associação Cultural Recreativa e Desportiva de Riodades, no ano de 2001, formou-se a 1ª Banda Filarmónica em Riodades, que saiu à rua no dia 3 de setembro do mesmo ano. Os membros da banda não se sentiam satisfeitos com a associação, por não partilharem os mesmos objetivos e interesses, e no final de 2004 deixou de funcionar. Face ao sucedido, os elementos da banda com o apoio da freguesia reuniram-se e fundaram uma nova associação.

Em 2005, denominada por Associação Cultural Banda Filarmónica de Riodades, que tem como objetivos:

– Promover a música;
– Dar continuidade à Banda e apoio aos Jovens;
– Participar em festas e romarias nacionais e atividades culturais;
– Levar o nome de Riodades a nível nacional e futuramente a nível internacional.

Alem de ser uma Banda muito nova e composta na maioria por jovens esta demonstra já bastante qualidade, relativamente ao progresso desta juventude sobretudo na nossa região. No ano de 2005, foram realizadas 32 saídas e no ano de 2006 realizadas 31.

Banda Filarmónica de Riodades

Banda Filarmónica de Riodades

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira:
962 942 759

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/07/sao-joao-da-pesqueira-banda-filarmonica-de-riodades.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-07-17 17:52:102024-12-14 19:32:50São João da Pesqueira e as suas filarmónicas
Sociedade Filarmónica Tondelense
Músicas no Concelho

Tondela e as suas filarmónicas

Filarmónicas de Tondela

Bandas de Música, História e Atividades no Concelho

Sociedade Filarmónica Tondelense

A Filarmónica Tondelense terá nascido há mais de um século pois, de acordo com notícia publicada no jornal “Atalaia de Besteiros”, de 9 de novembro de 1890.

Sociedade Filarmónica Tondelense

Sociedade Filarmónica Tondelense

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/07/tondela-sociedade-filarmonica-tondelense.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-07-17 17:51:412021-07-25 11:51:10Tondela e as suas filarmónicas
Associação Musical de S. Pedro da Torre
Músicas no Concelho

Valença e as suas filarmónicas

Filarmónicas de Valença

Bandas de Música, História e Atividades no Concelho

Associação Musical de S. Pedro da Torre

A atividade musical da Associação Musical de S. Pedro da Torre iniciou-se em 1978 (com a designação de Escola de Música), constituindo a secção de música do Clube de Caçadores “Os Torreenses” do qual se desligou, fundando, por escritura de 18 de março de 1989, a Associação Musical.

Associação Musical de S. Pedro da Torre

Associação Musical de S. Pedro da Torre

Dispõe de dois Grupos de Orquestração, um juvenil e outro infantil e um Grupo Coral, todos elementos oriundos de um universo de 130 alunos em várias fazes de aprendizagem. São orientados por dois professores, para além do maestro.

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/07/valenca-associacao-musical-de-sao-pedro-da-torre.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-07-17 17:51:092021-07-22 22:15:21Valença e as suas filarmónicas
Banda Filarmónica da Sociedade União Alcaçovense
Músicas no Concelho

Viana do Alentejo e as suas filarmónicas

Filarmónicas de Viana do Alentejo

Bandas de Música, História e Atividades no Concelho

Banda Filarmónica da Sociedade União Alcaçovense

Data de 1850 a fundação, pela família dos Cabrais, da 1ª Banda de Música da Vila das Alcáçovas, popularmente denominada de Os Nalgueiros, pelo facto de os seus elementos serem indivíduos obesos e de fartas nádegas. Mais tarde, em 1855, foi fundada a Banda dos Pés Frescos (cujos músicos andavam descalços).

Existia grande rivalidade entre os dois agrupamentos. A partir de 1880 começou a nascer a ideia da fusão das duas bandas, o que viria a concretizar-se em 1885, quando um grupo de alcaçovenses, liderado pelo Padre Joaquim Pedro de Alcântara, elaboraram os Estatutos da que viria a ser a Sociedade União Alcaçovense.

A seguir à fusão das duas Bandas, a Banda da Sociedade União Alcaçovense teve como regentes conceituados maestros, como o maestro Joaquim Magalhães nos anos 30 e 40, e a partir de 1944 até 1959 foi dirigida pelo Maestro Doménico da Silva Maia, natural de Alcáçovas, o qual comemorou as suas Bodas de Ouro como músico ao serviço da nossa Banda.

Em 1935, foi galardoada com a Medalha de Prata, em 1948 recebeu a Medalha de Reconhecimento, Mérito e Homenagem e em 1956, o Diploma e Medalha de Ouro de Instrução e Arte, pela Federação Portuguesa das Coletividades de Cultura e Recreio.

Participou em 1950, na Inauguração da Ponte Marechal Carmona, em Vila Franca de Xira. No período entre 1959 e 1984, tal como no presente, tanto a Coletividade como a sua Banda de Música continuaram a ser um dos maiores, senão o maior Cartão de Visita da Vila Alentejana.

Em 1983, a S. U. A. realizou o seu I Encontro de Bandas Civis, iniciativa que reuniu cerca de 10 bandas e mais de 400 músicos. Em 1985, a Coletividade comemorou o seu I Centenário, através de diversas iniciativas de cariz cultural e recreativo. Em 1988, a Banda dispunha de cerca de 56 elementos e sob a regência de José André Pires Florindo, representou o Distrito de Évora num Festival de Bandas de Música, em Coimbra.

Em 1994, depois de um período de 3/4 anos de algumas dificuldades, realizou-se o V Encontro de Bandas Civis, iniciativa de grande envergadura e sucesso que contou com a presença da Banda Principal do Exército. Em 1997, marcou presença na Cerimónia do lançamento da 1ª pedra da nova Fábrica da Siemens, em Évora. O ano de 1998 ficou também marcado pelo facto da Coletividade ter conseguido obter o Estatuto de Utilidade Pública.

Em 2000 ficou para sempre assinalado o Intercâmbio Luso – Espanhol, onde aconteceu a 1ª Internacionalização da Banda de Música, em Monesterio – Badajoz, num concerto a que assistiram mais de 500 pessoas e também pela atuação da Banda de Música de Monesterio, em Alcáçovas, no mesmo ano.

No ano de 2002 atuou no Programa Rádio da Antena 1, “Feira Franca”. No ano de 2004, foi gravado o CD “Reflexo de uma Vida”. Além disso, a Banda de Música realizou o concerto do lançamento do 1º CD da Banda e a recepção ao Presidente da República Jorge Sampaio.

Desde 1983 a 2005 realizou e organizou 10 encontros de bandas Civis, onde conseguiu reunir cerca de 2600 Músicos, 54 maestros no total de 54 bandas.

Efetuou nos últimos 20 – 25 anos mais de 500 atuações de Norte a Sul do País e no Estrangeiro. Foi galardoada pela Câmara Municipal de Viana do Alentejo com a Medalha de Honra do Município, em 2005. A Banda de Música é constituída por 43 músicos e fruto do trabalho conjunto entre a Direção, o seu Maestro Eduardo Pires Fernandes e o esforço dos seus executantes, atravessa um momento de alguma estabilidade artística.

Banda Filarmónica da Sociedade União Alcaçovense

Banda Filarmónica da Sociedade União Alcaçovense

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

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Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/07/viana-do-alentejo-sociedade-uniao-alcocovense.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-07-17 17:50:392024-12-19 20:14:10Viana do Alentejo e as suas filarmónicas
Banda de Música de Lanhelas
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Filarmónicas de Viana do Castelo

Bandas de Música, História e Atividades no Concelho

  • Banda Filarmónica da Associação Musical de Vila Nova de Anha
  • Sociedade Musical Banda Lanhelense
  • Banda Musical Velha de Barroselas
  • Banda Nova de Barroselas, ou Banda Escuteiros de Barroselas
  • Sociedade de Instrução, Recreio e Social Areosense
Banda Filarmónica da Associação Musical de Vila Nova de Anha (2011)

A história da Associação Musical de Vila Nova de Anha começou a ser escrita a 16 de dezembro de 2011, quando um grupo de pessoas decidiu criar, em Vila Nova de Anha, uma nova associação musical. Após a definição dos objetivos e linhas de orientação, iniciou-se o trabalho de estruturação da Associação.

Banda Filarmónica da Associação Musical de Vila Nova de Anha

Banda Filarmónica da Associação Musical de Vila Nova de Anha, logotipo

A Banda conta com a direção artística do maestro Francisco Lima, e conta com músicos amadores e profissionais, maioritariamente naturais de Vila Nova de Anha, mas também de outras freguesias do concelho de Viana do Castelo.

Nas diversas valências da Associação, um reportório extremamente variado faz com que seja requisitada para animar romarias, missas, casamentos, festas particulares e toda uma série de eventos onde a música está presente.

Banda Filarmónica da Associação Musical de Vila Nova de Anha

Banda Filarmónica da Associação Musical de Vila Nova de Anha

Além da música, tem promovido, ao longo dos anos, eventos de convívio, figuração em cortejos, jantares, Peddy-papers. Em dezembro de 2012 saiu o primeiro número da nossa revista Oitava Acima, uma iniciativa de alguns dos músicos, bem recebida por todos, e que veio a público com uma retrospetiva da época musical desse ano, integralmente concebida pelos mesmos músicos e direção. E o êxito foi tal que em dezembro de 2013 saiu o segundo número, igualmente bem conseguido.

Banda de Música de Lanhelas

A Banda de Música de Lanhelas foi fundada oficialmente a 1 de janeiro de 1850. No entanto, existem alguns relatos da existência da chamada então, “Musica de Lanhelas”, fundada cerca de 20 anos antes desta data.

Pela Banda passaram ainda ilustres maestros como João José da Costa ou o José Alves (conhecido como Tenente Alves) que dirigiram a banda até aos anos 70. Mais recentemente a banda foi dirigida pelo maestro José Pedro, de Viana do Castelo, pelo maestro Mota Gomes que estiveram mais de 10 anos a gerir a direção musical da Sociedade Musical. Por último, dois maestros espanhóis e dois portugueses: César Pérez, Feliciano Monteagudo, Márcio Pereira e Estefânio Cunha tendo este último abandonado a Sociedade Musical em 2015. Atualmente, a Banda é dirigida pelo maestro César Pérez, natural de Salceda.

A Banda de Música de Lanhelas aposta fortemente na formação através da Escola de Música João da Costa e Silva, que conta com mais de 50 alunos e 10 professores, distribuídos pelos vários instrumentos e pela formação musical, na qual desde 2017 conta com uma Banda Infantil.

Em anos anteriores, a Sociedade Musical foi responsável pela organização da Orquestra Sinfónica do Alto Minho e da Banda Sinfónica do Alto Minho, trazendo a Lanhelas músicos oriundos dos mais variados pontos do país e de Espanha.

Banda de Música de Lanhelas

Banda de Música de Lanhelas

Participou em inúmeras de festividades e em todo o tipo de eventos culturais como romarias, procissões, concertos, encontros de bandas, concursos, geminações de Municípios, gravações, receções oficiais, homenagens e atos solenes.

Banda Musical Velha de Barroselas

A Banda Musical Velha de Barroselas é a mais antiga agremiação musical do concelho e a associação cultural de mais provecta idade existente naquela vila do Vale do Neiva.

Fundada por Manuel José Meira de Oliveira, a Banda Musical Velha de Barroselas nasceu, provavelmente, em 1859, abençoada por Frei Custódio de Jesus Vieira Lopes, abade de Capareiros, que em jeito de profecia terá dito no ato da bênção: “… Tomai os vossos instrumentos e com a vossa música louvai o Senhor, que se assim fizerdes, nunca mais esta banda há-de acabar…”. A sua primeira apresentação pública documentada aconteceu em 24 de julho de 1864, na inauguração da Capela de Santa Ana em Carvoeiro. Esses documentos pertencem à Paróquia de Carvoeiro e existem cópias no acervo da Banda.

A história da Associação facilmente se confunde com a história da Vila: animava a Feira das Cinzas, feira anual de Barroselas. Tocou na inauguração da Ponte de Vale que sobre o rio Neiva, que liga Barroselas a Tregosa, no ano de 1937. Esteve na inauguração da luz elétrica em 1951. Participou na inauguração do restauro da Igreja Matriz de Barroselas no ano de 1959. Tocou na inauguração da rede de água domiciliária em 1985, nas festas da elevação de Barroselas a Vila, em 1988, na inauguração do Quartel do Bombeiros Municipais de Viana do Castelo em 1999.

Em 2004, perante um Teatro Municipal Sá de Miranda pleno de público e com a presença das autoridades públicas do distrito, executou o Concerto de Ano Novo, que deu origem a um DVD para fins educacionais. Esteve na inauguração das Piscinas Municipais de Barroselas em 2004, cerimónias com as Autoridades Públicas da Região e o Ministro do Desporto, Luís Arnault; na inauguração do Centro Escolar de Barroselas em 2005. A convite da VALIMAR, ComUrb Associação dos Municípios do Vale do Lima, participou na gravação de um CD, em Ponte de Lima, e no Encontro de Bandas da VALIMAR, ComUrb realizado em Ponte da Barca onde estiveram presentes todas as bandas filarmónicas dos municípios envolvidos, em 2005.

Tocou na abertura da Marcha pelos 748 anos de História de Viana do Castelo, a convite da Câmara Municipal de Viana do Castelo, em Agosto de 2006; nas receções às entidades Governamentais e Presidenciais em Viana do Castelo para a execução dos hinos nacional e da Maria da Fonte. Em 2011, participou na comemoração dos 25 anos da Associação Desportiva de Barroselas, executando e estreando o Hino da ADB (Associação Desportiva de Barroselas). Em 2012, em Vila Nova de Cerveira, recebeu honrosamente o convite de participar no VII Festival de Bandas e teve a responsabilidade de ser a representar de todas as Bandas Filarmónicas do Distrito de Viana do Castelo, onde executou peças de grandes compositores do Distrito de Viana do Castelo, como sendo Miguel de Oliveira e Artur Ribeiro Dantas, homenageando e recordando assim estes compositores vizinhos.

Ao longo dos seus 150 anos de existência, os seus catorze maestros dirigiram centenas de executantes, que por todo o país e vizinha Galiza, promoveram e popularizaram a arte dos sons e prestigiaram a sua terra e concelho.

Escola e alfobre de excelentes executantes, prestou por isso relevantes serviços a cultura musical faceta que continua a privilegiar através da sua ativa Escola de Musica em funcionamento desde 1984.

Tão bons serviços prestados com dedicação e persistência durante tão longo período, mereceram atenção da Câmara Municipal de Viana do Castelo, que em 1996 resolveu consagrá-los atribuindo à vetusta agremiação musical o título de Instituição de Mérito, seguindo-se a Junta de Freguesia de Barroselas em 2004 e, em 2008 foi reconhecida como Instituição de Utilidade Pública.

Isaac Damasceno Oliveira Rego, que tomou posse da regência em 1984, fez um grande esforço no sentido de renovação e valorização, modernizando o instrumental e conferindo ao grupo disciplina e aprumo dignificantes que realçam o seu bom nível artístico. Em 2010 decidiu passou a liderança da Banda tendo sido escolhido para seu sucessor e da prata da casa, Jorge Pires, que se estreou no ano de 2011 na regência da Associação.

Banda Musical Velha de Barroselas

Banda Musical Velha de Barroselas

Banda Nova de Barroselas, ou Banda Escuteiros de Barroselas

Fundada em 1934 por Armindo dos Santos Barbosa, a Banda Escuteiros de Barroselas surgiu ao mesmo tempo que o respetivo grupo de escutas, tendo-o acompanhado na missa da primeira Promessa de Escuteiros a 29 de junho de 1934, dia de S. Pedro, padroeiro da freguesia, tendo abrilhantado também a procissão. A iniciativa teve tal sucesso que começaram a ser convidados para se apresentarem em freguesias vizinhas.

Banda Nova de Barroselas, ou Banda Escuteiros de Barroselas

Banda Nova de Barroselas, ou Banda Escuteiros de Barroselas

Menos de uma dezena de anos após a sua fundação e por imposição do regulamento do corpo Nacional de Escutas, a banda desvinculou-se do grupo de escutas. No entanto, o nome original manteve-se.

Banda Nova de Barroselas, ou Banda Escuteiros de Barroselas

Banda Nova de Barroselas, ou Banda Escuteiros de Barroselas

Sociedade de Instrução, Recreio e Social Areosense

Sociedade de Instrução, Recreio e Social Areosense

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/07/viana-do-castelo-banda-de-lanhelas.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-07-17 17:50:122024-01-13 13:09:59Viana do Castelo e as suas filarmónicas
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