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Património musical dos concelhos. Encontre rapidamente o que procura, digitando, por exemplo, “Lisboa e os seus órgãos de tubos”.

André Ramalhais, trombonista jazz, de Pombal
Músicas no Concelho

Pombal e os seus músicos

Músicos naturais do Concelho de Pombal

O Musorbis pretende aproximar os munícipes e os cidadãos do património musical e dos músicos do Concelho. Projeto em desenvolvimento, aguarda artigos de músicos do Concelho que estão em falta.

  • André Ramalhais (trombonista)
  • Jacinto Gameiro Lopes Júnior (violinista amador e pedagogo, 1021-2020)
  • Jaime Pascoal (maestro e professor, 1981-2017)
  • Marco Santos (baterista, 1981)
André Ramalhais

André Ramalhais é licenciado em Jazz-Performance pela ESMAE – Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo e estudou com Carlos Azevedo, Paulo Perfeito, Abe Rabade, Nuno Ferreira, Michael Lauren, entre outros. Leciona a disciplina de Trombone no Curso de Jazz do Orfeão de Leiria. Compôs e gravou inúmeros discos com formações distintas, como por exemplo: Projeto do Acaso, Big Band da Nazaré, Orquestra de Jazz do Algarve, Farratuga, curtas metragens.

Colabora regularmente com a orquestra de Jazz de Leiria, do Porto, e da Big Band Alão jazz (Big Band de Alenquer) é membro da Orquestra de Jazz do Algarve, da Big Band da Nazaré e dos Farratuga, e toca com várias formações, como por exemplo, o trio de Improvisação Maneta&Bernardino&Ramalhais, Projeto do Acaso já referido, e Sons do Bracejo (um projeto que faz a fusão entre a música tradicional e o Jazz).

Participou em diversos festivais de jazz, destacando-se o Festival de Jazz do São Luiz, ESTARREJAZZ, Festival de Jazz de Valado dos Frades, RAMPAJAZZ (Festival de Jazz da ESMAE), AlãoJazz (Festival de Jazz de Alenquer), OJL Jazz Sessions (Festival de Jazz promovido pela Associação de Jazz de Leiria), Festival PORTA-JAZZ, Foncasjazz (Festival de Jazz em Foncastim-Espanha), Festival de Jazz de Capbreton (França), AMR Jazz Festival (Genève – Suíça) entre outros.

No concelho de Pombal encontrou inspiração para a combinação original. A partir do bracejo, André Ramalhais transformou o cancioneiro tradicional da Ilha em sonoridades jazz. O cancioneiro da Ilha, uma das freguesias do concelho do Pombal, no distrito de Leiria, foi revisto em formato jazz pelo quinteto liderado pelo trombonista André Ramalhais, que estreou no dia 24 de agosto de 2023, o projeto “Sons do bracejo”.

A partir do simbolismo do bracejo, fibra vegetal abundante na localidade da Ilha, usada para o fabrico de cestos pelas chamadas capacheiras, o músico desenvolveu roupagem jazzística para temas tradicionais da freguesia, integrada na União das freguesias de Guia, Ilha e Mata Mourisca.

Um amigo apresentou-lhe o cancioneiro local e André achou “incrível uma terra tão pequena” – menos de dois mil habitantes – “ter música própria, com letras em que se fala do que o povo fazia antigamente”.

Com o também músico Evandro Capitão e o grupo “Os Semibreves”, pesquisou sobre aquelas canções junto das capacheiras, “senhoras que têm 80, 90 anos”. Inspirado pelo projeto “Deixem o pimba em paz”, de Bruno Nogueira, escreveu novos arranjos para aquele cancioneiro.

André Ramalhais procura inovar e, também, promover o trabalho das capacheiras que, durante a pesquisa, lhe revelaram tristeza pelo futuro incerto da arte do bracejo.

“Sons do bracejo” ambiciona, por isso, promover o trabalho de quem está “a tentar não deixar morrer essas tradições incríveis”.

Para o trabalho de rescrita, foi necessário mergulhar às raízes do jazz, os blues, “canções de trabalho, que os escravos cantavam para a apanha do algodão”, na América do Norte. “Ou seja, também eles eram trabalhadores do campo, eram pessoas que não tinham formação em música, nem direito a nada. E se eles conseguiram, porque eu não ia conseguir fazer uma música tradicional da Ilha, aproximando-a ao jazz? E o resultado é que… soa-me a jazz!”.

A partir dos dois ou três acordes destas músicas tradicionais, manteve-se a melodia, mas alterou-se a harmonia. “A vocalista vai cantar as melodias e as letras na sua integralidade. Basicamente, só ela é que vai cantar a parte que toda a gente conhece. Nós vamos mudar tudo por baixo”.

O quinteto de André Ramalhais integra Cristiana Costa (voz), Adelino Oliveira (baixo), Tiago Ferreira (piano) e João Maneta (bateria).

Fonte: Região de Leiria

André Ramalhais, trombonista jazz, de Pombal

André Ramalhais, trombonista jazz, de Pombal

Jacinto Gameiro Lopes Júnior

Jacinto Gameiro Lopes Júnior (n. 13 de abril de 1921 – m. 02 de julho de 2020) foi alfaiate de profissão, músico por vocação e amante da sua terra por devoção. Era senhor de um inconfundível assobio, que cultivava e executava durante as suas caminhadas através de Albergaria dos Doze. A sua vocação pela música levou-o, desde muito novo, a integrar vários grupos musicais tendo sido, no final do século XX, um dos fundadores da Orquestra Ligeira “Os Rouxinóis do Arunca, onde tocava violino e da qual foi maestro. Na sua alfaiataria, para além de ensinar a arte de alfaiate, ensinou música e solfejo a dezenas e dezenas de adolescentes. Foi um opositor ao regime do Estado Novo. Foi por três vezes presidente da Junta de Freguesia de Albergaria dos Doze e Presidente da Assembleia de Freguesia. A 25 de agosto foi inaugurada, após requalificação, uma praceta com o seu nome em Albergaria dos Doze.

Praceta Jacinto Gameiro Lopes Júnior

Praceta Jacinto Gameiro Lopes Júnior, inauguração com familiares

Fonte: Pombal Jornal (no Facebook)

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

Jaime Pascoal

Natural de Pombal, Jaime Pascoal (n. 1981-m. 2017) foi maestro da banda Vermoilense, onde acumulava a direcção pedagógica da sua escola de música, entre 2015 e 2017. Elemento da Orquestra de Jazz de Leiria e dos Farratuga, foi também professor na Ourearte, em Ourém, na escola Canto Firme, de Tomar, e no polo da Sertã, Conservatório Nacional de Coimbra. Faleceu a 21 de Junho de 2017 na sequência de um acidente de viação. A associação Ideias Ousadas, em conjunto com a Sociedade Filarmónica Vermoilense e a Filarmónica da Guia, organizaram um concerto de homenagem ao músico. A iniciativa teve lugar no Castelo de Pombal, e contou com a participação de vários grupos musicais, nomeadamente, os Latem Quintet, a Sociedade Filarmónica Vermoilense, a Filarmónica da Guia, a Orquestra Marquês de Pombal e a fanfarra Farratuga.

Marco Santos

Marco Santos é percussionista, baterista e compositor. Nascido em 1981, trabalha na Holanda. Viajando por todo o mundo em concertos e dando workshops, ele apresenta-se como freelancer, músico/compositor trabalhando com vários projectos em vários estilos, partilhando a sua profunda devoção e paixão pela música.

Fez a sua primeira Licenciatura em percussão clássica na Escola Superior de Música de Lisboa (2006). Depois de alguns anos a trabalhar em Portugal com vários projectos musicais, encenadores (Rui Horta, Fernanda Lapa) e cantautores (João Afonso, Ana Firmino, Sara Tavares, Carlos Barreto), e também como professor, foi para a Holanda, onde fez a sua segunda licenciatura em bateria de jazz no Conservatório Real de Haia (2011), e mestrado na Escola de renome internacional de Roterdão (CodArts) na área de composição, percussão e bateria (2012).
Desde que vive na Holanda, tem tocado e viajado com vários músicos e projectos dentro de vários estilos musicais, onde ganhou algumas competições de Jazz e várias nomeações. Nos últimos anos, o seu foco tem sido desenvolver a sua “voz” como músico e compositor, tendo gravado o seu primeiro disco de originais, “Ode Portrait”, que editou e apresentou ao vivo em Portugal.

Marco Santos, baterista, de Pombal

Marco Santos, baterista, de Pombal

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/andre-ramalhais-2023.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-12-30 12:05:282024-10-30 07:26:51Pombal e os seus músicos
Joaquim Campos
Músicas no Concelho

Penamacor e os seus músicos

Músicos naturais do Concelho de Penamacor

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis aproxima os munícipes e os cidadãos do património musical e dos músicos do Concelho.

  • Jaime Lopes Dias (etnógrafo, 1890-1977)
  • João Campos (fadista, 1944-2023)
Jaime Lopes Dias, etnógrafo, de Penamacor

Jaime Lopes Dias, etnógrafo, de Penamacor

Tem uma rua com o seu nome em Lisboa.

Joaquim Campos

Joaquim Campos (1944-2023) nasceu na Beira Baixa, aldeia de Salvador (concelho de Penamacor), mas bem cedo se mudou para Lisboa. Cresceu a ouvir o fado, na rádio e coletividades onde o fado é rei. Em Angola e Moçambique cantou muitos anos, e teve a possibilidade de trabalhar com grandes nomes do fado. Em Lisboa, cantou no Faia, Fragata Real, Parreirinha de Alfama, Taverna d’El Rey. No Porto cantou no Rabelo, Requinte, Castiço, Marceneiro, Hotel D. Henrique, Xaile Negro. Conheceu e trabalhou com Manuel Fernandes, Tristão da silva, Fernando Maurício, Filipe Duarte, Carlos do Carmo, Argentina Santos, Lucília do Carmo, Maria Albertina, Beatriz da Conceição, Maria José da Guia e outros outros. Em França, onde se radicou, continuou a cantar fado e música popular. Organizou eventos de fado.

Joaquim Campos

Joaquim Campos, fadista de Penamacor

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/joaquim-campos-fadista.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-12-30 12:05:062024-12-20 19:59:54Penamacor e os seus músicos
Carlos da Silva, clarinetista, de Penalva do Castelo
Músicas no Concelho

Penalva do Castelo e os seus músicos

Músicos naturais do Concelho de Penalva do Castelo

[ Serviço público sem financiamento público, o Musorbis foi lançado em dezembro de 2020. O processo de inserção de dados pode ser acelerado com a cooperação dos músicos no que se refere a currículos e fotografias em falta. ]

  • Augusto Joaquim Claro (organeiro, 1865-1917)
  • Carlos da Silva (clarinete)
  • Francisco Sales (guitarra)
  • Nuno Barreiros (crítico, 1928-2001)
Carlos da Silva

Natural de Penalva do Castelo, o clarinetista Carlos da Silva iniciou os estudos de Música aos 11 anos na Banda Musical e Recreativa de Penalva do Castelo. Foi aluno do Conservatório Regional de Música de Viseu “Dr. Azeredo Perdigão”. É Pós-graduado em Música, variante clarinete pela Escola Superior de Artes Aplicadas de Castelo Branco e Mestre em ensino de música na mesma instituição na classe de Carlos Alves. Participou em classes de aperfeiçoamento orientadas pelos professores: Phillippe Cuper, José Estelles, António Saiote, Luís Silva, Carlos Alves, Bruno Graça, António Rosa, Paulo Gaspar (improvisação), Luís Gomes (clarinete-baixo), Jesus Villa Rojo (Música Contemporânea).

Tendo atuado com a Orquestra Sinfónica da ESART e com a Orquestra Clássica do Centro, teve a oportunidade de trabalhar com os maestros: Omri Hadari, Cesário Costa, Osvaldo Ferreira, Rui Massena, Virgílio Caseiro, Jan Cober, Martin André, Christopher Bochmann, Marc Tardue e Pedro Carneiro. Em 2007 foi concertino da Orquestra de Sopros de Jovens da União Europeia.

É membro fundador do quarteto Indigo. Com este grupo obteve o terceiro prémio no concurso Prémio Jovens Músicos. Atuou em vários festivais de música como: Primavera Musical (Castelo Branco), Festival de Música da Primavera (Viseu), Concertos Promenade do Coliseu do Porto, Festival Síntese, Dias de Música Electroacústica, Música de Agora na Bahia.  Lecionou no Conservatório Regional da Covilhã e Conservatório Regional de Castelo Branco. É professor na Escola Profissional da Serra da Estrela, Conservatório de Música de Seia e Conservatório Regional de Música de Viseu.

Carlos da Silva

Carlos da Silva, clarinetista, de Penalva do Castelo

Carlos da Silva, clarinetista, de Penalva do Castelo

Como membro do Ensemble DME, tem desenvolvido um trabalho muito contributivo para a divulgação do repertório recente para clarinete. Participou no trabalho discográfico “Musique Mixte” com obras do compositor Mario Mary e desenvolveu o trabalho discográfico “On Clarinet” dedicado às diferentes obras para clarinete do compositor João Pedro Oliveira.

Francisco Sales

Francisco Sales é de Penalva do Castelo e como diz nasceu “numa família rodeada de músicos”. “A minha primeira recordação é a de ter a certeza que ia querer ser músico. Tive a sorte de ter nascido com uma guitarra em casa”, refere. Francisco Sales destaca a importância do pai na escolha da música e chegou à conclusão que era o que queria fazer na vida.

Francisco Sales

Francisco Sales, guitarra, de Penalva do Castelo

Francisco Sales, guitarra, de Penalva do Castelo

O músico que se dedica à guitarra explica que sentiu que “para viver só da música teria de se dedicar muito mais” e foi quando decidiu sair de Penalva do Castelo e ir à procura de “novos horizontes”. O destino escolhido foi Londres, onde está há três anos. O penalvense justifica a escolha da capital britânica por ser um sítio onde “te sentes livre para fazeres o que quiseres, para descobrires a tua essência, ninguém te critica, ninguém te julga.”

“Na altura foi a minha vontade de ir à procura do desconhecido e tentar encontrar o caminho que sempre sonhei”, afirma o músico. O tempo “cinzento” da cidade inglesa aborrece Francisco Sales mas como diz “nada é perfeito”. O artista prefere focar-se “nas coisas positivas” que lhe permitiram chegar “onde tinha sempre sonhado”. O guitarrista tem viajado pelo mundo inteiro em digressão com a banda que integra, os Incognito. A solo lançou já o álbum Valediction que fala do momento de transição do músico, em que opta por sair de Portugal para se encontrar com a música. “A minha música fala das minhas vivências e foi um desafio para mim conseguir construir um concerto a solo”, sublinha. Chegar ao coração das pessoas é o objectivo do músico penalvense. “Não interessa que seja em Portugal, nos Estados Unidos ou Tóquio. A arte só faz sentido se for partilhada”, conclui.

Fonte: Jornal do Centro

Nuno Barreiros

Musicógrafo, crítico e profissional de Rádio, Sócio-Fundador n.º 4 das Jeunesse Musicales Portugal, António Nuno Barreiros nasceu em Castendo (atual Penalva do Castelo). Fez estudos de composição, instrumentação, estética e história da música com Luís de Freitas Branco, de quem se tornou incondicional seguidor. Em 1959, ingressou como assistente musical na antiga Emissora Nacional, ali havendo ocupado sucessivamente os cargos de realizador, chefe do setor de música erudita, chefe de programas nacionais e diretor do Programa 2.

Foi crítico musical permanente do Diário Ilustrado, do Diário de Lisboa e do Jornal do Comércio, além de colaborador assíduo noutros periódicos como a Gazeta Musical, Vértice, Boletim da Juventude Musical Portuguesa, Diário de Notícias, O Século e Comércio do Porto. Além de vasta produção escrita, de que se destacam ainda os artigos que escreveu para a Grande Enciclopédia Portuguesa e Brasileira, proferiu inúmeras conferências e palestras sobre música e músicos portugueses.

Nuno Barreiros

Nuno Barreiros, crítico musical, de Penalva do Castelo

Nuno Barreiros, crítico musical, de Penalva do Castelo

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização musical desde idade precoce, a capacitação de docentes e a qualidade de vida dos seniores.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, APPACDM, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/penalva-do-castelo-carlos-da-silva-clarinetista.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-12-30 12:04:222024-11-14 12:55:25Penalva do Castelo e os seus músicos
Anabela Araújo, saxofonista, de Penafiel
Músicas no Concelho

Penafiel e os seus músicos

Músicos naturais do Concelho de Penafiel

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis tem como objetivo aproximar dos munícipes os músicos e a música do Concelho.

  • Anabela Araújo (saxofonista, professora)
  • Fernando Meireles (construtor de instrumentos musicais, 1959)
  • Hugo Vieira (percussão, direção)
  • João Merino (barítono)
  • João Moreira (clarinete)
  • João Nuno Moreira (percussão)
  • Marco Maia (trompa)
  • Nuno Sousa (clarinete)
  • Sara Moreira (oboé)
  • Sara Araújo (clarinete)
  • Telmo Borges (clarinete/músico militar)

Anabela Araújo

Anabela Araújo, saxofonista, de Penafiel

Anabela Araújo, saxofonista, de Penafiel

Fernando Meireles

Fernando Meireles, violeiro, de Penafiel

Fernando Meireles, violeiro, de Penafiel

João Merino

João Merino, Barítono, de Penafiel

João Merino, Barítono, de Penafiel

João Moreira

João Moreira, clarinete, de Penafiel

João Moreira, clarinete, de Penafiel

Telmo Borges

Telmo Borges, clarinete, Penafiel

Telmo Borges, clarinete, Penafiel

Fontes: Anabela Araújo facultou a informação relativa a João nuno Moreira (percussão), Nuno Sousa (clarinete), Sara Moreira (oboé), Sara Araújo (clarinete), João Moreira (clarinete), João Merino (cantor), Telmo Borges (clarinete/músico militar), Hugo Vieira (percussão, direção), Marco Maia (trompa).

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Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/penafiel-anabela-araujo-saxofone.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-12-30 12:03:442024-10-29 23:31:37Penafiel e os seus músicos
Carlos Ferreira, clarinetista, de Paredes, créditos Daniel DelangDaniel Delang
Músicas no Concelho

Paredes e os seus músicos

Músicos naturais do Concelho de Paredes

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis tem como objetivo aproximar dos munícipes os músicos e o património musical.

  • Afonso Torres (organista)
  • Ana Cunha (oboísta, 1988)
  • Carlos Ferreira (clarinetista)
  • José Pedro Pereira (maestro, 1993)
  • Luís Coelho (saxofone)
  • Marco Maia (trompista)
  • Orlando Rocha (maestro, 1980)
  • Vergílio Pereira (etnomusicólogo, 1900-1965)
Afonso Torres

Afonso Torres frequenta o curso de Órgão no Conservatório Nacional Superior de Paris, na classe de Olivier Latry e Thomas Ospital. Natural de Paredes, recebeu as primeiras lições de música na Academia de Música da cidade natal — piano com Marco Oliveira e Joana Moreira, órgão com Rui Soares. Aos 15 anos, ingressou no Conservatório de Música do Porto, onde prosseguiu os estudos com Paulo Alvim.

Em 2018, iniciou os estudos superiores em Órgão na Hochschule für Musik und Theater em Hamburgo, classe de Wolfgang Zerer.

Através do programa de mobilidade internacional Erasmus+, pôde em 2023 aprofundar o seu conhecimento do repertório francês para órgão, estudando com Yoann Tardivel e Michel Bouvard em Toulouse, cidade notória pelo seu espólio organístico variado e singular.

Ganhou em 2021 o segundo prémio no 15º Concurso Internacional de Órgão Gottfried-Silbermann em Freiberg, Alemanha (não foi atribuído primeiro prémio).

Graças a este prémio, tem tocado desde então em festivais de música de renome (Bachfest Leipzig, Heinrich-Schütz-Musikfest, Silbermann-Tage) e em órgãos históricos importantes (Alkmaar, Altenburg, Arnstadt).

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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António José Ferreira
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Carlos Ferreira

Natural de Paredes, Portugal, Carlos Ferreira é um dos mais aclamados clarinetistas da atualidade. Vencedor do 2º Prémio no ARD International Competition em Munique, do 3º Prémio e Prémio do Público no Concurso Internacional de Genebra e do WEMAG Soloist Prize do Festspiele Mecklenburg-Vorpommern 2021, Carlos Ferreira é atualmente Clarinete Principal numa das principais orquestras mundiais, a Orchestre National de France.

Carlos Ferreira é um convidado regular dos principais festivais e salas mundiais. Tocou como solista com diversos ensembles e formações, entre os quais se destacam a Orquestra Filarmónica Portuguesa, Transylvania State Philharmonic Orchestra, a Orchestre de Chambre de Genève, a Münchener Kammerorchester, a Münchener Rundfunkorchester e a Orchestre National de France.

Academista da Orquestra Royal Concertgebouw em 2016, Carlos Ferreira continuou o seu percurso orquestral na Orchestre Philharmonique de Monte Carlo e posteriormente ocupou o lugar de Clarinete Principal na Orchestre National de Lille e também na Philharmonia Orchestra de Londres. Em música de câmara, atuou com músicos de renome mundial tais como Emmanuel Pahud, Eric le Sage, Paul Meyer, Lise Berthaud, Pierre Fouchenneret, Sarah Nemtanu, Quatuor Hermès, Timothy Ridout, Pedro Emanuel Pereira, Frank Dupree, Nika Goric, entre outros.

Foi bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian enquanto estudante na Escola Superior de Música Reina Sofía em Madrid, na classe dos professores Michel Arrignon e Enrique Pérez Piquer. Posteriormente, ingressou no Conservatorium van Amsterdam na classe de Arno Piters, e no HEMU de Lausanne na classe de Florent Héau.

Em Portugal, foi aluno de José Ricardo Freitas na Academia de Música José Atalaya e na ARTAVE, tendo concluído a licenciatura com Nuno Pinto na Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo do Porto.

Lançou o seu primeiro álbum intitulado “XX-XXI” com obras para clarinete e piano com o pianista e compositor Pedro Emanuel Pereira.

Carlos Ferreira, clarinetista, de Paredes, créditos Daniel Delang

Carlos Ferreira, clarinetista, de Paredes, créditos Daniel Delang

Carlos Ferreira é Artista Buffet Crampon e D’Addario Woodwinds.

Fonte: Carlos Ferreira

José Pedro Pereira
José Pedro Pereira, maestro, de Paredes

José Pedro Pereira, maestro, de Paredes

José Pedro Barbosa Alves Pereira nasceu a 12 de janeiro de 1993, em Castelões de Cepeda, Paredes e reside na freguesia de Cête. Iniciou os estudos musicais aos 8 anos, na Academia de Música de Paredes, tendo completado o Curso Complementar de Flauta Transversal, na classe de Ana Cavaleiro.

Frequenta o Curso Superior de Direção Musical no Conservatório Superior de Música de Gaia, sob a orientação de Mário Mateus.

Foi parte integrante do Coro da Fundação Conservatório de Gaia e do Coro Contemporâneo da mesma instituição, onde contactou com maestros como Adam Klocek, Amos Talmon, Jesus Medina, Peter Tiboris, entre outros, e participou em diferentes récitas e óperas efetuadas pelo Conservatório. A convite do Maestro Mário Mateus, lecionou a classe de Flauta Transversal Infantil no respetivo Conservatório. Frequentou classes de aperfeiçoamento de Flauta Transversal e de Direção Musical, sob a orientação dos professores Ana Maria Ribeiro, Herlânder Sousa, Nuno Inácio, Adam Klocek, entre outros. É membro da Banda Musical de Cete desde 2003, tendo desempenhando ao longo destes anos a função de flautista e docente, sendo atualmente o maestro titular.

Marco Maia

Marco Maia nasceu em Paredes no ano 1980. Iniciou os estudos musicais a nível particular com o professor António Rodrigues. Frequentou o Conservatório de Música do Porto na classe de Trompa de Gil Lopes.

Em 2004 foi admitido na Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo (ESMAE) onde concluiu o Bacharelato e Licenciatura na Classe de Trompa de Bohdan Šebestik e Abel Pereira. No ano de 2012 concluiu o Mestrado em Ensino de Música no Campus Universitário de Viseu, Instituto Piaget.

Participou em vários cursos de aperfeiçoamento em Portugal e no estrangeiro, trabalhando com Hermann Baumann, David Johnson, Tomas Gallart, Bernardo Silva, Leonardo Feroleto, Francis Orval, Bruno Schneider, Helder Vales, Abel Pereira, Freydis Ree Wekre, Javier Bonet, Ab Koster, Will Sanders, Zdeněk Divoký, Jiří Havlík, Jindřich Petráš, entre outros.

Como artista convidado, tem colaborado com várias orquestras, nomeadamente: Orquestra Clássica do Centro, Orquestra e Banda Sinfónica de Jovens de Santa Maria da Feira, Banda Sinfónica Portuguesa, Orquestra Filarmonia das Beiras, Orquestra do Norte, Orquestra Filarmónica Portuguesa, Orquestra Clássica da Madeira e Orquestra Clássica do Minho.

Foi Músico da Banda Militar do Porto desde o ano 2000 a 2008 onde se apresentou a solo executando o Concerto nº 1 – Richard Strauss.

Frequentou cursos de direção trabalhando com Marcel Van Free, António Saiote, José Rafael Pascual Vilaplana, Francisco Ferreira e José Pedro Figueiredo.

Ministrou cursos de aperfeiçoamento em Portugal e no estrangeiro. Em  2018 foi professor de Trompa do II Seminário Internacional e Pesquisa em Instrumentos De Metais, no Instituto Federal de Goiás – Campus Goiânia – Brasil, participando também no concerto de encerramento deste mesmo seminário com o Quinteto de Metais HomeBrass Quintet.

Ministrou classes de aperfeiçoamento de Trompa em 2022 e em 2023 na Glazbena Škola Dugo Selo, Zagreb – Croácia. São de salientar os recitais realizados em conjunto com a pianista Amélia Iliescu, na Glazbena Škola Dugo Selo, Zagreb – Croácia, em junho de 2022, como também o recital realizado e inserido no Festival Internacional de Música Clássica, em maio de 2023 na mesma cidade.

Lecionou no Conservatório de Música de Felgueiras, Academia de Música de Vila Verde, Academia de Música do Alto Minho e na Academia de Música de Arouca.

Foi trompista do quinteto de metais – HomeBrass Quintet de 2013 a 2018.

Leciona na Academia de Música de Vilar do Paraíso, Conservatório de Música de Paredes, Escola de Música da Póvoa de Varzim e Academia de Música de Vale de Cambra. É membro do grupo Dogma Brass Band.

Ao longo da sua carreira pedagógica, os seus alunos têm obtido vários prémios em concursos nacionais e internacionais.

Como interprete realizou numerosos projetos musicais, apresentando-se a Solo e em Música de Câmara. Tem realizado vários recitais a Norte e Sul de Portugal com a pianista Amélia Iliescu.

Orlando Rocha

Orlando Gabriel Moreira da Rocha nasceu a 2 de outubro de 1980, na freguesia de Castelões de Cepeda (Paredes).

É licenciado em Música – Composição, pela Escola Superior de Estudos Interculturais e Transdisciplinares – Instituto Piaget de Mirandela.

Iniciou a aprendizagem musical na Banda de Música de Cête. Estudou trombone na Academia de Música de Paredes, no Conservatório de Música do Porto, na Escola Profissional de Música do Porto e concluiu o curso profissional de instrumentista na ESPROARTE (Mirandela) na Classe de Nuno Scarpa. Já em Mirandela integrou a “Orquestra Esproarte” e foi o primeiro instrumentista de sopro a tocar a solo com a mesma, em Portugal e no estrangeiro. Foi músico convidado na Orquestra do Norte.

Lecionou Trombone, Formação Musical e Orquestra na Escola de Música da Banda de Amares, Escola de Música de Paredes (Sólido), e na Academia de Música de Lamego.

Orlando Rocha

Orlando Rocha, regente de banda, de Paredes

Orlando Rocha, regente de banda, de Paredes

Foi Músico convidado da “Endemol Entertaiment” e “CBV – Produções”, onde se apresentou a solo com Orquestras Ligeiras e de Jazz na RTP, SIC e TVI. Foi músico cofundador das Orquestra Ligeiras “Arsis” (Vale do Sousa, Paredes) e “Corleone Big Band” (Porto). Frequentou um curso de Direção com o maestro Alberto Roque.

Iniciou a sua atividade como Diretor Artístico na Banda Filarmónica de Rebordelo – Vinhais com apenas 18 anos. Foi cofundador da Orquestra de Sopros e Percussão da Academia de Música de Lamego e o seu primeiro Maestro Titular durante 2 anos. Foi diretor artístico da Banda Marcial de Cambres durante 8 anos (1999-2008). Organizou e lecionou a classe de Orquestra de Sopros nos Masterclass “Vila de Cambres-Douro” nos anos de 2006 e 2007.

Foi diretor artístico da Banda de Música de Freixo de Espada à Cinta durante 6 anos (2008-2014), participando no festival “Filarmonia ao mais alto nível”, e no “V Concurso de Bandas do Ateneu Vilafranquense”, no qual venceu o 1º Prémio da categoria II. Lecionou Expressão Musical na Escola EB1 de Freixo de Espada à Cinta durante 5 anos letivos.

Como maestro, em novembro de 2013 e julho de 2014 foi convidado a orientar estágios na Ilha Graciosa – Açores, a convite da Filarmónica Recreio dos Artistas.

Frequenta o curso de Formação Continua de Maestros da Associação Portuguesa de Banda sob a orientação do Maestro Paulo Martins e é maestro da Banda Nova de Fermentelos desde 5 de outubro 2014.

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/carlos-ferreira-clarinete-ft-daniel-delang-2020.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-12-30 12:03:132024-10-29 23:00:59Paredes e os seus músicos
Jorge Salgueiro, compositor, de Palmela
Músicas no Concelho

Palmela e os seus músicos

Músicos naturais do Concelho de Palmela

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis tem como objetivo aproximar dos munícipes os músicos e o património musical.

  • Abílio Coelho (trompete, 1964)
  • António Quítalo (trompete, 1974)
  • Armando Martins (trompista, 1978)
  • Jorge Salgueiro (compositor)
  • Raquel Coelho (musicóloga)
Abílio Coelho

Abílio Manuel dos Santos Silva Coelho nasceu em Palmela em 1964. Iniciou os estudos musicais aos 9 anos na Sociedade Filarmónica Humanitária com Leonel Camolas. Ingressou na respetiva banda um ano mais tarde, onde se mantêm em atividade até ao presente. Fez parte das extintas Orquestra Humanitária e da Orquestra de Variedades Melodias de Sempre.

Aos 18 anos ingressou na Banda de Música da Força Aérea Portuguesa, onde desempenhou as funções de executante de trompete, chefe de naipe, solista e professor nos cursos de formação de sargentes e praças, tendo passado à situação de reserva em 2019 com o posto de Sargento-Chefe. Ao serviço desta instituição foi condecorado com as Medalhas de Ouro de Comportamento Exemplar e de Mérito Aeronáutico.

Estudou com José Augusto Carneiro, na Academia de Música Luísa Todi e no Conservatório Regional de Setúbal, e Música de Câmara com Bruno Pizamiglo.

Como membro do Grupo de Metais do Seixal participou e organizou classes de aperfeiçoamento com os professores Phillip Legris, Bruno Nouvion, David Taylor, Allen Vizzutti, Philip Myers, Joseph Alessi e Thomas Stevens. (…)

Clique AQUI para ler a biografia completa.

António Quítalo

António Quítalo nasceu em Palmela em 1974. Iniciou os estudos musicais aos 5 anos com o seu avô na Sociedade Filarmónica Humanitária de Palmela.

Foram seus professores José Augusto Carneiro (Academia Luísa Tody), Kevin Wauldrom (Escola Superior de Música do Porto) e Steve Mason (Escola Superior de Música de Lisboa).

Foi 1º premiado nos mais prestigiados concursos Nacionais – Juventude Musical Portuguesa (1988) e Prémio Jovens Músicos (1989).

Foi bolseiro da Academia de Música e Belas Artes Luísa Tody (Setúbal) de 1989 a 1992, da Fundação Calouste Gulbenkian de 1987 a 1991 e da Fundação Eng. mesquita de Araújo (Porto) de 1993 a 1995. (…)

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Armando Martins

Armando Martins nasceu em Palmela no ano de 1978. Iniciou os estudos musicais na Sociedade Filarmónica Humanitária (Palmela). Aos 16 anos, ingressou no Conservatório Regional de Música de Setúbal, tendo como professor Adácio Pestana. No ano de 1996 entra na Escola Profissional de Música de Almada, onde estudou sob orientação de Paulo Guerreiro.

Ingressou, em 1999, na Academia Nacional Superior de Orquestra, onde estudou com os professores Bruno Hiron e Abel Pereira, tendo concluído o curso no ano de 2005.

Durante o seu percurso académico apresentou-se a solo com a Orquestra Sinfónica Juvenil e a Orquestra Académica Metropolitana. Participou em diversas masterclasses, Cursos e Workshops, com trompistas e agrupamentos de renome tais como Paulo Guerreiro, Abel Pereira, Sexteto da Orquestra Sinfónica Portuguesa, Philip Myers, André Cazalet, Radovan Vlatkovic e Javier Bonet.

É membro efetivo da Banda Sinfónica da PSP, como Solista. Colabora frequentemente com diversas orquestras, tais como a Orquestra Filarmonia das Beiras, Orquestra do Algarve, Orquestra Foco Musical, Orquestra do Tejo, Orquestra Sinfónica de Leiria, Orquestra Sinfonieta de Lisboa, Orquestra Metropolitana de Lisboa, Orquestra Nacional do Porto, Orquestra Sinfónica Portuguesa e com o Serviço de Música da Fundação Calouste Gulbenkian. (…)

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Armando Martins, trompa, de Palmela

Armando Martins, trompa, de Palmela

Jorge Salgueiro

Jorge Salgueiro, natural de Palmela, compõe desde os 14 anos e conta com uma obra vastíssima, onde se contam óperas, sinfonias, música para orquestra, banda, coro, teatro e cinema. Compositor residente da Banda da Armada Portuguesa entre 2000 e 2010, é, atualmente, compositor residente da Foco Musical e membro da direção artística do Teatro O Bando.

Clique AQUI para ler a biografia completa.

Jorge Salgueiro, compositor, de Palmela

Jorge Salgueiro, compositor, de Palmela

Raquel Coelho

Natural de Palmela, Ana Raquel Coelho é Licenciada em Música – Ramo Musicologia pela Universidade de Évora e Mestranda em Património na NOVA FCSH, encontrando-se, atualmente, a desenvolver a sua dissertação de Mestrado sobre a Música Militar em Portugal.

Iniciou os estudos musicais no Conservatório Regional de Setúbal e na escola de música da Casa do Povo de Lavre nas classes de Piano e Flauta Transversal dos professores António Toscano e Jorge Nunes, respetivamente.

Frequentou o curso regular de voz da Escola de Jazz Luiz Villas Boas do Hot Clube de Portugal nas classes das professoras Vânia Fernandes e Paula Oliveira.

Estudou, também, com professores como Afonso Pais, Benoît Gibson, César Cardoso, Christopher Bochmann, Claus Nymark, David Cranmer, Filipe mesquita de Oliveira, João Capinha, Jorge Moniz, Luís Cunha, Marcos Freire dos Santos, Nuno Costa, Rui Vieira Nery e Vanda de Sá.

Participou em classes de aperfeiçoamento e workshops com professores como Cristina Fernandes, Paulo Lourenço, Albert Sanz, Ohad Talmor Trio “Tziour”, Carlos Bica, kari Ikonen, Romain Pilon, Euardo Marson, Perico Sambeat e Seamus Blake.

Foi bolseira do projeto de investigação “História Temática da Música em Portugal e no Brasil” do CESEM – Centro de Estudos de Sociologia e Estética Musical da NOVA FCSH. Colabora com o Projeto “PASEV – Patrimonialização da Paisagem Sonora em Évora” através do CESEM – Pólo da Universidade de Évora.

FOI NOTÍCIA

Em 2016, no âmbito das comemorações do Dia do Concelho, o Cine-teatro S. João foi palco, a 4 de junho, às 22 horas, da “Sinfonia Palmela”, obra musical da autoria de Jorge Salgueiro. Além de procurar refletir a identidade do território, o compositor encontrou, também, inspiração na realidade musical do concelho, marcada pelo grande dinamismo das filarmónicas, e nas características únicas da sala de espetáculos.

Depois de, em 2015, terem sido apresentados os quatro primeiros andamentos – “Do mar até cá”, “Os sinos de Santiago”, “O lugar dos anjos” e “A viagem da máquina de ferro” – este ano, junta-se-lhes o 5.º andamento, dedicado à freguesia de Poceirão. Participaram as bandas da Sociedade Filarmónica Humanitária, da Sociedade Filarmónica Palmelense “Loureiros”, da Sociedade Filarmónica União Agrícola e da Sociedade de Instrução Musical, a Orquestra Nova de Guitarras e a Orquestra de Cordas do Conservatório Regional de Palmela.

No total, seriam 150 músicos em palco, acompanhados pelas sopranos Isabel Biu e Lucina Morais. O projeto fica concluído em 2017, com a inclusão de coros e a estreia do andamento final. A organização foi da responsabilidade do Município de Palmela, com o apoio das empresas Casa Ermelinda Freitas, Vinhos, lda. e SLEM – Sociedade Luso Espanhola de Metais, Lda., ao abrigo do programa “Mecenas de Palmela”, e da Associação da Rota de Vinhos da Península de Setúbal/Costa Azul.

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/palmela-jorge-salgueiro-compositor.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-12-30 12:02:202021-10-03 21:00:27Palmela e os seus músicos
Jorge Campos, maestro, de Paços de Ferreira
Músicas no Concelho

Paços de Ferreira e os seus músicos

Músicos naturais do concelho de Paços de Ferreira

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis aproxima os munícipes e os cidadãos do património musical e dos músicos do Concelho.

  • António Leal (trombone)
  • Cândida de Oliveira (clarinete, n. 1983)
  • Jorge Campos (compositor, n. 1969)
  • Luís Duarte Moreira (trompa, n. 1993)
  • Nuno Alves (músico)
  • Sílvio Cortez (maestro)
António Leal

Natural de Freamunde, Paços de Ferreira, o trombonista António Leal deu os primeiros passos na música com o seu pai José Luís Leal Pacheco. Mais tarde ingressou na classe de trombone dos professores Alexandre Fonseca e José Borges na ARTAVE (Caldas da Saúde-Santo Tirso), concluindo com a nota final de curso de dezasseis valores.

No ano letivo de 2000/2001 iniciou os  estudos na Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo do Porto (ESMAE), do Porto, onde teve como professores Emídio Coutinho, Hugo Assunção John Etterbeek e Severo Martinez, concluindo a em 2004 a sua Licenciatura de Trombone com a nota final de dezasseis valores.  Concluiu o curso de Mestrado do Ensino da Música ramo instrumento, variante Trombone, na  ESMAE, com a nota final de 16 valores.

A sua experiência como instrumentista e professor é diversa e algo extensa. Fez diversos concertos com as Orquestra Sinfónica da ARTAVE, Orquestra de Sopros da ARTAVE, Orquestra Sinfonieta-ESMAE, Orquestra Filarmonia das Beiras, Orquestra Nacional do Porto, atual Orquestra Sinfónica da Casa da Música.

Participou ainda em diversas classes de aperfeiçoamento de metais de trombone, orientados pelo quinteto de metais do Porto, Spanish Brass Lur Metals, Jonathan Pipen e Emídio Coutinho, entre outros. É membro fundador do quinteto Quinteto de Metais GAUDETTE desde 2003 em conjunto com os professores Rui Brito, Hélder Magalhães, Vítor Vieira e Filipe Fonseca, com o qual têm vindo a desenvolver diversos trabalhos na área da pedagogia musical e na realização de várias parcerias com o coro da Sé Catedral do Porto, Orfeão de Rio Tinto, entre outros.

Ao longo da sua atividade artística, teve a oportunidade de trabalhar com conceituados maestros nacionais e internacionais: António Saiote, Marc Tardue, Omri Hadari, Paulo Martins, José Eduardo, entre outros. Frequentou ainda o curso de maestro de Bandas e coros organizado pelo INATEL no ano de 2002, e recentemente participou no Curso de Direção Coral e interpretação do reportório litúrgico organizado pela Diocese do Porto. Em 2015 participou no Workshop de Improvisação Orquestral organizado pelo Centro Cultural de Amarante com o formador Tim Steiner, assim com tem sido um dos professores orientadores do Estágio de Orquestra de Sopros do Conservatório do Vale do Sousa e no Centro Cultural de Amarante.

Desde de 2004 tem lecionado com regularidade, sendo que já lecionou no Ensino Secundário na EB 2/3 de Vila Verde-Braga e na EB 2/3 Nadir Afonso Chaves, lecionou ainda a disciplina de Educação Musical no Ensino Primário no Concelho Municipal de Lousada, foi professor de Formação Musical no Conservatório de Música de Paredes, professor de Trombone na Escola Municipal de Música da Póvoa de Varzim, na Academia de Música de Arouca, Escola de Artes da Bairrada, Conservatório de Música de Barcelos e Conservatório de Música de Felgueiras.

Leciona trombone no Conservatório do Vale do Sousa-Lousada e no Centro Cultural de Amarante, onde também foi professor da Orquestra de Sopros. Leciona ainda na Academia de Artes do Marco de Canaveses (ARTAMEGA) e no Projeto Orquestra Energia na EB 2/3 de Amadeo Souza Cardoso.

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

Cândida Oliveira

Cândida Oliveira nasceu a 30 de Janeiro de 1983, na freguesia de Frazão, Paços de Ferreira. Iniciou os estudos musicais aos 6 anos na classe de Piano Sílvio Cortês. Em 1995 foi admitida na Escola Profissional Artística do Vale do Ave – ARTAVE, na classe de clarinete de Adam Wierzba, com o qual terminou o curso básico de instrumentista de sopros, com 19 valores.

Em 1999 prosseguiu os estudos de Clarinete com José Ricardo Freitas. Em música de câmara trabalhou com os professores Aldo Salvetti, Rui Lopes, José Pedro Figueiredo, Paulo Martins, Sandra Pina, Nuno Pinto, Luís Carvalho, António Saiote, Ana Mafalda Castro, Nuno Pinto, entre outro.

Tocou enquanto membro das orquestras: Sinfónica Artave, de sopros Artave, da APROARTE – Associação Nacional do Ensino Profissional de Música e Artes, Orquestra Sinfonieta, Filarmonia das Beiras, Orquestra Nacional de Sopros dos Templários, Orquestra de Jovens Remix, Remix Ensemble.

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Jorge Campos

Jorge Campos nasceu a 02 de julho de 1969, em Eiriz, concelho de Paços de Ferreira, distrito do Porto.

A par da execução de Trompete na(s) Banda(s) Militar(es) do Exército, estudou Percussão (Conservatório Nacional de Música de Lisboa com o Professor Carlos Voss), Direção de Coro/Orquestra (Escola Superior de Música de Lisboa com os Professores Roberto Pérez e Christopher Bochmann) e Composição (Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo – Porto, com os professores Cândido Lima, Filipe Pires, Virgílio Melo, Carlos Guedes e Eugénio Amorim).

Em complemento curricular, por um lado, participou em diversos seminários multitemáticos com personagens impares no panorama musical nacional e internacional como: Virgílio Melo, Paul Burg, Pedro Oliveira, Emmanuel Nunes, Cândido Lima, António de Sousa Dias, Mikael Laurson. Por outro lado, tem um conjunto diversificado de colaborações performativas, a destacar: a Orquestra Sinfónica Juvenil, a Orquestra do Norte, a Orquestra da Fundação Calouste Gulbenkian e o Coro de Câmara de Lisboa.

Jorge Campos

Jorge Campos, maestro, de Paços de Ferreira

Jorge Campos, maestro, de Paços de Ferreira

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Luís Duarte Moreira

Natural de Paços de Ferreira, Luís Duarte Moreira nasceu em 1993 e iniciou os estudos musicais na Banda Musical de Paços de Ferreira, em Saxofone, aos 10 anos. Em 2005 ingressou na Escola Profissional Artística do Vale do Ave (ARTAVE) na classe de trompa de Hélder Vales, tendo concluído com classificação máxima o recital final e obtendo o prémio Dra. Manuela Carvalho, atribuído ao aluno com melhor média final de curso da escola.

Em 2011 ingressou na Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo com Abel Pereira, Bohdan Sebestik e Nuno Vaz, concluindo o recital final de licenciatura novamente com classificação máxima. Durante o seu percurso académico frequentou inúmeros cursos de aperfeiçoamento, o que lhe permitiu colaborar com profissionais de renome nacional e internacional.

Leia AQUI a biografia completa.

Luís Duarte Moreira

Luís Duarte Moreira, trompa, de Paços de Ferreira

Luís Duarte Moreira, trompa, de Paços de Ferreira

Sílvio Cortez

Silvio Cortez iniciou os estudos musicais em regime de curso livre em Paços de Ferreira, tendo frequentado posteriormente a Academia de Música de Paredes onde conclui o curso básico. Ingressou depois no Conservatório do Porto onde viria a concluir o curso complementar.

Concluiu com alta classificação o curso superior de Direção Musical (coro e orquestra) no Conservatório Superior de Gaia, onde trabalhou com os maestros Manuel Ivo Cruz, Mário Mateus e Gerald Kegelmann. Estudou Técnica Vocal e repertório com Fernanda Correia e frequentou diversos seminários de expressão corporal orientados por Jane Davidson.

Participou em vários seminários de análise musical e instrumentação sob orientação de Álvaro Salazar, participou em cursos de aperfeiçoamento de Direção de orquestra de sopros dirigidos por Saúl Silva. Frequentou classes de aperfeiçoamento de Direção de Orquestra com o Maestro Sergei Stadler, e trabalhou como assistente do Maestro Manuel Ivo Cruz nas óperas «Flauta Mágica» e «Amahl e os visitantes da noite». Nas diferentes áreas da história, teoria, análise e composição teve oportunidade de estudar com Christopher Bochmann, Benoît Gibson, João Pedro Alvarenga, Vanda de Sá, e Rui Vieira Nery.

É licenciado em História e Teoria da Música pela Universidade de Évora e realiza o doutoramento na Universidade de Aveiro. Do vasto repertório coral e orquestral que trabalhou, destacam-se as obras: Missa de Stravinsky; Missa da Coroação de Mozart; Concertos solo de J.S.Bach e A. Vivaldi; Concertos de A. Corelli, Fantasia Tallis de Vaughan Williams, Cantata nº 4 (Christ lag in Todes Banden) de J.S.Bach; Oratório de Natal de Camile saint-saëns; Concerto em Ré maior para Guitarra de A. Vivaldi; Requiem de G. Fauré; Missa Solemnis de L.V. Beethoven; Carmina Burana de Carl Orff; Missa Brevis de Jacob Hann; Missa Brevis de W. A. Mozart, Missa Luba de Guido Haazen; The Little Sweep de B. Britten, The Tale Of Three Trees de Allen Pote & Tom S.Long e Festival Sanctus de John Leavitt.

Com as formações corais que dirige e no âmbito de festivais / competições realizou concertos em Espanha, França, Itália, Dinamarca, Hungria, Grécia, Noruega e Suíça assim como concertos em Portugal continental e ilhas.

Dirigiu entre 2005 e 2010 o eCOROmia – Coro da Faculdade de Economia do Porto e entre 2004 e 2017 o Ensemble Vocal de Freamunde. Foi diretor artístico do F.I.C.C. – Freamunde International Choir Competition (2010-2016).

É professor das disciplinas de coro e História da Cultura e das Artes no Conservatório de Música de Paredes e no Conservatório do Vale do Sousa. Orienta workshops de direção coral e de Coro -práticas e saberes.

Em 2017 foi convidado para participar como júri no 4th International Passion Music Festival Szczecin – Polónia.

Dirige, desde a sua fundação, o Coro Feminino CVS (2007) e o Vocal Art Ensemble (2018). É maestro do Coro Académico da Universidade do Minho desde 2018.

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/pacos-de-ferreira-jorge-campos-composicao.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-12-30 12:01:522024-10-30 06:46:52Paços de Ferreira e os seus músicos
Andreia Castro, oboé, natural de Cortegaça
Músicas no Concelho

Ovar e os seus músicos

Músicos naturais do Concelho de Ovar

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis aproxima os munícipes e os cidadãos do património musical e dos músicos do Concelho.

  • Ângela Lopes (compositora)
  • Ascendino Silva (maestro)
  • Joana Carvalhas (violino)
  • Manuel Carvalho (clarinete)

Falecidos

  • Maria Albertina (cantora, 1909-1985)
Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

Andreia Castro

Andreia Pinto Castro nasceu a 9 de outubro de 2000, sendo natural de Cortegaça. Iniciou os estudos musicais aos 10 anos, na classe de Júlio Conceição, na Academia de Música de Paços de Brandão onde concluiu o 8º grau em oboé. Ao longo do seu percurso musical, participou em diversas classes de aperfeiçoamento, orientadas pelos oboístas Nelson Alves, Ana Madalena Silva, Aldo Salvetti, Jean Michel Garetti, Ricardo Lopes, David Walter, Tamás Bartók e Fabian Menzel.

Participou em diversos estágios e trabalhos orquestrais com os maestros Fernando Marinho, Cesário Costa, Pedro Neves, Vítor Matos, Paulo Martins, Douglas Bostock, Artur Pinho Maria, José Ferreira Lobo, José Maria Moreno, entre outros.

Integrou a Orquestra Sinfónica Ensemble durante três temporadas em Corne Inglês e 1º Oboé, a Orquestra e Banda Sinfónica de Jovens de Santa Maria da Feira com a qual colabora regularmente desde o ano de 2016 e a Orquestra Ópera no Património. Colabora também desde 2013 com bandas filarmónicas.

Andreia Castro faz ainda parte do Quinteto Sinestesia. Com este grupo, do qual é membro desde a sua criação, teve a possibilidade de ser laureada com um Segundo lugar no “VI Odin International Music Online Competition” (Dublin, Irlanda), com uma Menção Honrosa no “II ISCART Competition” (Lugano, Suíça), com o Primeiro lugar no “The 4th International Moscow Music Competition” (Moscovo, Rússia) e com o Terceiro lugar no “Marker And Pioneer International Music Competition” (Los Angeles, Califórnia, EUA). Todos estes prémios foram atribuídos na categoria de música de câmara, nas idades compreendidas entre os 18 e 25 anos. O grupo terminou a cadeira de música de câmara com nota de 20 valores.

Andreia Castro, oboé, natural de Cortegaça

Andreia Castro, oboé, natural de Cortegaça

A solo, obteve uma menção honrosa na 4ª edição do concurso “Prémio Ilda Moura” no escalão E da categoria de sopros, realizado em 2019.

Frequenta desde 2018 a Universidade do Minho, estudando atualmente com Aldo Salvetti.

Ascendino Silva

Ascendino Silva nasceu em Ovar a 16 de outubro de 1980. Iniciou os estudos musicais aos 8 anos, na Banda Filarmónica Ovarense, em clarinete, passando a integrar o corpo musical em dezembro de 1989. Em 1993 ingressou no Conservatório de Música Calouste Gulbenkian de Aveiro, na Classe de Clarinete, tendo prosseguido os estudos na Academia de Música do Orfeão de Ovar, e posteriormente no Conservatório de Música de Vila Nova de Gaia, tendo trabalhado com os professores Nelson Aguiar, Fernando Rainho, Arménio Pinto, Isabel Silva, Manuel Carvalho e Luís Silva.

No âmbito do sistema de ensino Yamaha Classband, do qual é Professor Certificado desde 2012, a convite da Junta de Freguesia de Maceda, implementou o referido sistema de ensino, o qual deu origem à atual Orquestra de Sopros de Maceda, da qual é Diretor Artístico e Maestro.

Frequentou diversos estágios, workshops e classes de aperfeiçoamento, onde teve a possibilidade de trabalhar com vários professores e maestros. Destaca-se o Curso Internacional para Jovens Músicos promovido pelo INATEL em 1997 na cidade de Viseu, onde trabalhou com José Monteiro, Agostinho Caineta, Tristão Nogueira, Fátima Juvandes, Luís Rego e Paulo Lameiro, entre outros.

Em 2000 foi um dos fundadores da Orquestra Ligeira da Banda Ovarense, desempenhando desde então as funções de Maestro. Em 2003 ingressou na Policia de Segurança Pública, tendo posteriormente integrado a Banda da PSP do Comando Metropolitano do Porto, onde desempenhou as funções de clarinetista até 2014. Por convite da Direção, em agosto de 2011, iniciou as funções de Diretor Artístico e Maestro da Banda Filarmónica Ovarense (BFO), tendo dirigido várias performances musicais, onde se destacam “Filarmónica Extravagante”, com os UXU KALHUS, as aberturas do carnaval de Ovar de 2014 a 2017, com o Maestro Tim Steiner e Ricardo Batista, numa coprodução Onda Amarela e Câmara Municipal de Ovar; e com a ACERT – Associação Cultural e Recreativa de Tondela, sob a Direção Artística do Ator Pompeu José.

Ainda na qualidade de Diretor Artístico e Maestro da BFO, destaca-se o projeto artístico D’Ovar Pr’Ovar, do qual foi o mentor, tendo assumido todo o processo criativo e produtivo, resultando em varridíssimas parcerias com músicos, artistas e Associações, numa fusão com a Banda, sendo de realçar as participações do Tenor Sérgio Sousa Martins, o Pianista Miguel Silva, os Trompetistas Manuel Luís Azevedo e Jorge Almeida, a Fadista Patrícia Costa.

Em 2015, foi o mentor do projeto BASS PHILHARMONIC OWARENSE, numa fusão BFO e o coletivo de DJ’s Owar Bass Warriors, tendo tido a sua apresentação em 24 de julho de 2015. Foi ainda mentor de produções como “Despique”, numa fusão entre a BFO e o agrupamento “Pevides de Cabaça”, numa performance construída de raiz em parceria com o Compositor e Arranjador Rui Lima.

Foi diretor pedagógico da Escola de Música da Banda Filarmónica Ovarense de 2010 a 2018, tendo sido responsável pela implementação de todo o processo administrativo, inexistentes até então, bem como pela criação de conteúdos programáticos no âmbito das classes lecionadas. Na área financeira, entre 2015 e 2018, foi responsável pela autossustentabilidade da Escola, invertendo os consecutivos resultados negativos até então.

Além de professor, é diretor Artístico e maestro da Banda Sinfónica de Ovar e da Orquestra de Sopros de Maceda, acumulando com as funções de diretor pedagógico da Fusa – Academia de Música e da Classband Maceda.

Manuel Carvalho

Manuel Augusto da Silva Carvalho nasceu em Ovar. Iniciou os estudos musicais com seu pai, Fausto Carvalho, prosseguindo-os no Conservatório Nacional de Lisboa na classe de Vladimir Stoyanov, Jaime Carriço e Rui Martins. Admitido na ESMAE, na classe de António Saiote, trabalhou com Luís Silva e Carlos Alves, concluindo o Curso Superior de Clarinete, com o grau de Bacharel, apresentando-se no recital final com obras de Pierné, Schumann, Penderecki e Weber. Em 1999 concluiu a Licenciatura em Clarinete na Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo do Instituto Politécnico do Porto, na Classe de António Saiote.

Manuel Carvalho

Manuel Carvalho, clarinete, de Ovar

Manuel Carvalho, clarinete, de Ovar

Em 2003 foi admitido na Universidade de Aveiro no Mestrado em Música, Área de Performance Investigação em Clarinete, tendo como professor de clarinete Alain Damiens. Em 2006, defendeu a Tese de Mestrado na Universidade de Aveiro, subordinada ao tema: “A ópera como paradigma no Grande Duo Concertante de Weber”, sendo-lhe conferido o grau de Mestre em Música.

Fez seminários, cursos livres e classes de aperfeiçoamento de Clarinete, na Escola Superior de Música do Porto, no Conservatório Regional de Setúbal, no Conservatório Nacional de Lisboa, no Conservatório do Porto e na Universidade de Aveiro, com António Saiote, Alain Damiens, Guy Deplus, Howard Klug, Henri Bok, Kalio Miulberg, Luís Silva, Manuel Jerónimo, Michel Arrignon, Paul Meyer, Philippe Cuper e Walter Boeykens, de Anatomia e Fisiologia da Respiração para cantores e instrumentistas, pelo Prof. Doutor Diogo Pais (docente da Faculdade de Ciências Médicas da U.N. de Lisboa), sobre a respiração diafragmática com Hugues Kestman na ESMAE e, sobre palhetas e boquilhas, com Jean Paul Gauvin (Vandoren). Fez Curso Livre de Música Electrónica com Eduardo Patriarca e de Direcção de Banda com Jacinto Montezo.

Como solista atuou na Orquestra Ligeira do Exército, Bandas de Música da ex-Guarda Fiscal e da Guarda Nacional Republicana, bem como nas Orquestras do Conservatório Nacional e da ESMAE, Conservatório de Fornos e de Jovens do Concelho da Feira. Colaborou com algumas das orquestras portuguesas, bandas militares e filarmónicas como instrumentista convidado, bem como com agrupamentos de música de câmara. Foi membro fundador da Orquestra Invicta, sob a direção de António Saiote.

Interpretou em público grande parte do repertório escrito para Clarinete, abrangendo as obras mais significativas até ao século XX, com acompanhamento de Orquestra, Banda Militar, Piano, ou a Solo, nos mais importantes palcos e salas do País, onde se destacam as atuações em Lisboa, nos Teatros de S. Carlos, Trindade e S. Luís, os Cine-Teatros de Vila Franca de Xira, Ovar, Conservatórios e Academias de Almada, Conservatório Nacional de Lisboa, Porto, Coimbra, Castelo Branco, Espinho, Castelo de Paiva, Fornos, Feira, Paços de Brandão, Ovar, Conservatório Calouste Gulbenkian; Coliseus de Lisboa e Porto, Casinos da Figueira da Foz, Espinho e Póvoa do Varzim. Concertos em Igrejas de norte a sul do país, Convento dos Lóios em Santa Maria da Feira, Europarque, Claustros do Mosteiro de S. Bento da Vitória, Fórum da Maia, Café Concerto da ESMAE e Casa Jardim, Aula Magna da UTAD, Fundações Engenheiro António de Almeida, Cupertino de Miranda, Casa do médico, Museu do Carro Eléctrico, Auditório de Velas, nos Açores.

Gravou para a RTP e RDP e participou em gravações com alguns dos mais reputados cantores e instrumentistas portugueses.

Foi Professor de Clarinete na Escola de Música do Grupo Musical Estrela de Argoncilhe, no Conservatório de Coimbra e foi Professor de Clarinete, Música de Câmara e Classe de Conjunto no Conservatório de Música de Fornos. Foi regente da Banda Velha Sanjoanense e Banda de Mateus e Maestro da Orquestra Clássica do Conservatório de Música de Fornos.

Exerceu funções de Direcção Pedagógica e Delegado Coordenador de instrumentos de sopro, respetivamente no Conservatório de Música de Fornos e na Academia de Música de Santa Maria da Feira. É o Mandatário da Associação Portuguesa do Clarinete no Concelho da Feira e Professor de Clarinete, Música de Câmara e Classe de Conjunto nas Academias de Música de Sta Maria da Feira e do Orfeão de Ovar. A sua atividade docente estende-se ao trabalho com Bandas Filarmónicas, através de Master Classes, fazendo chegar a todos os escalões etários a motivação para o estudo deste instrumento. Apresenta-se em público como solista na Banda de Música da GNR, bem como em orquestras e diversas formações de Música de Câmara, tendo vindo a realizar concertos, recitais e classes de aperfeiçoamento, um pouco por todo o País.

Maria Albertina

Nascida em Ovar, Maria Albertina começou por cantar o fado de Coimbra, estreando-se em 1931 como cantadeira no Teatro Maria Vitória na peça História do Fado. Em 1932 obteve o prémio “Guitarra de Ouro” um concurso organizado pelos jornais Diário de Notícias e O Século. Maria Albertina cantou canções regionais na revista Viva a folia!, no Teatro Ginmásio, em 1933, ano em que filmou pela primeira vez, cantando no filme Canção de Lisboa o tema Fado dos beijos quentes, obtendo um enorme sucesso. Inaugurou o “Retiro da Severa” no Luna Parque e em  1934 fez a sua estreia como atriz na revista Vista Alegre, encenando com Carlos Ramos o célebre quadro de Malhoa O Fado.

Maria Albertina

Maria Albertina, cantadeira, de Ovar

Maria Albertina, cantadeira, de Ovar

No decorrer do seu percurso artístico Maria Albertina cantou nos teatros Ginmásio, Maria Vitória, em esperas de touros em Vila Franca de Xira, no Grémio Alentejano e no Maxim’s, no “Solar da Alegria” e no Salão de Chá do “Café Chave d’Ouro”. Atuou também em casas particulares como a da Duquesa de Palmela, do banqueiro Ricardo Espírito Santo e nos palácios do Conde da Torre e de Fontalva. Estes locais foram conciliados com passagens na rádio, casos da Emissora Nacional e Rádio Clube Português. Maria Albertina partiu em digressão pelo Brasil, Argentina, Espanha, E.U.A. e Canadá, apresentando-se em inúmeros palcos, com destaque para a deslocação a Paris, onde, na Exposição Internacional, representou o folclore português, com enorme sucesso e que se traduziu em convites para atuações em duas rádios de Paris.

Como atriz representou, sempre com grande sucesso, para além das revistas já citadas, Viva a folia!, Bola de neve (1935), O Rapa (1935), Sardinha assada (1935), A vara larga (1936), «Feira de Agosto» (1936), «Coração de Alfama» (uma opereta), «Há festa na Mouraria»(1936), «Maria Rita» (1936) e Água vai (1937). Posteriormente entrou no filme Bocage (1936) cantando bailarico saloio. Em 1941, entrou na Grande Marcha de Lisboa. Na década de 60 foi contratada para cantar no restaurante típico “O Faia” onde permaneceu durante 20 anos. É mãe de Cândido Mota, locutor da Rádio e Televisão. O seu espólio está depositado no Museu Nacional do Teatro

Fonte: Museu do Fado

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/andreia-castro-oboe.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-12-30 12:01:282024-10-30 06:39:41Ovar e os seus músicos
Fernando Alvim, violista, nascido Ourém
Músicas no Concelho

Ourém e os seus músicos

Músicos naturais do Concelho de Ourém

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis tem como objetivo aproximar dos munícipes os músicos e a música do Concelho.

  • Bia Maria (cantautora)
  • Fernando Alvim (violista, 1934-2015)
  • Francisco Ferreira Silva (regente, 1928)
Bia Maria

Bia Maria, nome artístico de Beatriz Pereira, é uma cantora e compositora de Ourém que transforma vivências em canções intimistas e universais. Influenciada pela avó, iniciou-se no trompete e piano, instrumentos musicais que moldaram a sua musicalidade. A sua sonoridade mistura fado, pop, bossa nova e canto popular, destacando-se pela sua espontaneidade. Após os EP “Mal Me Queres, Bem Te Quero”, “Tradição” e “Do Roberto”, lançou, em 2024, o álbum “Qualquer Um Pode Cantar”, que explora a voz como meio de expressão. Presença assídua em palcos portugueses, Bia Maria afirma-se pela sua ligação às raízes e constante inovação.

Fernando Alvim

Violista e arranjador

Fernando Alvim, violista, nascido Ourém

Fernando Alvim, violista, nascido Ourém

Violista e arranjador, Fernando Gui de São-Payo de Sousa e Alvim nasceu em Seiça, concelho de Ourém, Seiça, distrito de Santarém, a 27 de fevereiro de 1934 e morreu em Lisboa, a 27 de fevereiro de 2015.  Com 18 anos teve as primeiras aulas de viola com o professor Duarte Costa. Com 24 anos frequentou um curso com o guitarrista Emílio Pujol.

Na Emissora Nacional realizou o programa de music-hall “Nova Onda” que depois deu nome ao conjunto, formado com Gonçalo Lucena, António Roquette e Bernardo d’0rey, que durou de 1957 a 1961 e que depois deu origem ao Conjunto Mistério. Acompanhou os fadistas Vicente da Câmara, Frei Hermano da Câmara e Teresa Tarouca, entre outros. Conheceu Carlos Paredes e em 1959 formaram uma parceria que durou 24 anos. Fundou o Conjunto de Guitarras de Fernando Alvim em 1969 e gravou um disco com João Maria Tudela. Em 1998 participou no disco “A Guitarra e Outras Mulheres” de António Chainho. Em 2005 recebeu a medalha de mérito cultural atribuída pela Câmara Municipal de Cascais.

O CD “Nas Veias de Uma Guitarra – Tributo a Fernando Alvim”, em conjunto com Ricardo Parreira, foi lançado em 2007. Em 2011 foi lançado um duplo CD de fados e músicas por si, compostas ao longo da sua longa carreira, batizado por Camané como «Os Fados e as Canções do Alvim». No disco participam músicos de renome como Ana Moura, António Zambujo, Bernardo Couto, Camané, Carlos do Carmo, Carminho, Cristina Branco, Filipa Pais, Marco Rodrigues, Pedro Jóia, Pedro Moutinho, Rão Kyao, Raquel Tavares, Rui Veloso. As letras das músicas são da autoria de diversos autores, entre os quais Amélia Muge, João Monge, Manuela de Freitas, Tiago Torres da Silva e a própria mulher do músico, Rosarinho Alvim. O documentário “Azul Alvim” realizado por Margarida Merces de Mello para a RTP, foi eleito em 2014 o melhor documentário pelo público do Festin.

A 7 de outubro de 2011, esteve em destaque no Público (Ípsilon Música)

Fernando Alvim era conhecido como “o sombra”, por ter tocado ao lado de Carlos Paredes durante 25 anos sem que Portugal conhecesse o seu nome.

Nos mais de 50 anos de carreira, 25 foram passados a acompanhar à viola o guitarrista Carlos Paredes, com quem gravou cinco discos. Por ser a segunda figura do autor de “Verdes Anos”, dentro do meio musical era conhecido por “o sombra”. Num entrevista ao site Rua de Baixo, em 2011, admitiu que ao longo da carreira sentiu alguma falta de protagonismo.

Só na última edição dos “Verdes Anos” é que Zé Niza escreveu um artigo sobre o papel do trabalho de Fernando Alvim como acompanhador do Carlos Paredes.

Eu soube pelo Rui Veloso que eu era conhecido, na gíria do fado e no mundo artístico, como “O Sombra”. Eu gostava que os meus colegas guitarristas e violistas começassem a ter mais protagonismo, a serem mais valorizados, porque sem eles não havia fado” – afirmou Fernando Alvim.

Entre as várias colaborações que fez contam-se concertos e gravações com António Chainho, Pedro Jóia, Zeca Afonso, Manuel Freire, Luz Sá da Bandeira, Mísia e Vicente de Câmara. Amália Rodrigues convidou-o para gravar o tema “Formiga Bossa Nova”, de Alexandre O’Neil e Alain Oulman.

Quando Caetano Veloso atuou em Portugal no Teatro Monumental, ainda antes do 25 de abril, e quis cantar um fado, Fernando Alvim foi chamado para o acompanhar. Um momento especial para quem, nos anos 60, na Emissora Nacional, conduzia o programa “Nova Onda”, com que Portugal travou conhecimento com o Bossa Nova que chegava do outro lado do Atlântico.

Em 2011, Fernando Alvim editou o CD duplo O fado e as canções do Alvim, constituído exclusivamente por composições suas interpretadas, entre outros, por Camané, Ana Moura, Ricardo Ribeiro, Cristina Branco, Rui Veloso, Fafá de Belém, Vitorino e Carlos do Carmo.

Em 2012, o trabalho d’”o sombra” foi reconhecido. Recebeu a Medalha de Honra da Sociedade Portuguesa de Autores, que referiu na ocasião que era uma “forma de reconhecimento pelo trabalho de décadas ao serviço da dignificação da música portuguesa”. Em 2005 recebeu a medalha de mérito cultural atribuída pela Câmara Municipal de Cascais.

Aquando da sua morte, o Secretário de Estado da Cultura emitiu uma nota de pesar onde descreve Alvim como “um dos mestres da viola e um dos mais notáveis músicos da sua geração”.

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/cascais-fernando-alvim.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-12-30 12:00:592025-01-19 16:42:58Ourém e os seus músicos
Fátima Santos, acordeonista, de Oliveira do Hospital
Músicas no Concelho

Oliveira do Hospital e os seus músicos

Músicos naturais do Concelho de Oliveira do Hospital

Projeto em desenvolvimento, o Musorbis aproxima os munícipes e os cidadãos do património musical e dos músicos do Concelho.

  • Fátima Santos (acordeonista)
  • Venceslau Pinto (compositor, 1883-1973)

Fátima Santos

Fátima Santos, acordeonista, de Oliveira do Hospital

Fátima Santos, acordeonista, de Oliveira do Hospital

Venceslau Pinto

Venceslau Pinto, compositor, de Oliveira do Hospital

Venceslau Pinto, compositor, de Oliveira do Hospital

Venceslau Pinto

Venceslau Pinto foi um compositor sobretudo de teatro, maestro e professor. Nasceu em Oliveira do Hospital em 1883 e morreu  em Lisboa, 1973. Educado na Casa Pia, tornou-se maestro e compositor com o curso de Contraponto, Composição e de Oboé do Conservatório Nacional, escola onde foi também professor de Composição de 1919 a 1953. Também foi docente da Sociedade de Concertos e Escola de Música, na Rua do Alecrim nº 17, como se pode ver na publicidade da época.

Fez parte da primeira equipa escolar de futebol da Casa Pia e começou a sua carreira musical como primeiro-oboísta nas orquestras de Lambertini, Pedro Blanch, Viana da Mota e David de Sousa, tendo sido um dos sócios fundadores da Sociedade de Escritores e compositores Teatrais Portugueses (SECTP) em 1925, estrutura presidida por Júlio Dantas.

Ao longo da sua carreira teve a função de diretor musical de várias companhias teatrais (como as de Taveira, de Luís Galhardo, de Estêvão Amarante ou de Armando de Vasconcelos), assim como regeu a Orquestra Sinfónica Popular da Emissora Nacional. Venceslau Pinto compôs sinfonias, quartetos, canções para piano e canto, o quadro sinfónico fandango, o poema sinfónico 1140 ou o auto Nun’Álvares, bem como inúmeras operetas de que se destacam Pérola Negra (1922), Poço do Bispo, Onze Mil Virgens, Flor do Bairro ou El-Rei Soviet. Também musicou comédias e teatro de revista e ainda escreveu música para os seguintes filmes: Mademoiselle Écran (1919), A Revolução de Maio (1937), Viagem de Sua Excelência o Presidente da República a Angola (1939), Feitiço do Império (1940) com Jaime Silva Filho e algumas canções para Rapsódia Portuguesa (1959).

No fado, ainda hoje se recordam êxitos seus, em conjunto com Raúl Portela e Alves Coelho, concebidos para o teatro, como o Fado do Bairro Alto e o Fado das Iscas (1927), criados para a opereta Bairro Alto. Para o Parque Mayer produziu o Fado Culinário, tema de autoria partilhada com Álvaro Santos, António Lopes, Lopo Lauer, Gustavo Matos Sequeira e Lino Ferreira. Venceslau Pinto concebeu ainda três fados que foram grandes sucessos: o Fado Ganga – que esteve proibido de passar na Emissora Nacional -, o Fado Maioral e o Fado Pão de Ló para o vaudeville homónimo.

Colaborou com a Câmara Municipal de Lisboa, particularmente nos anos de 1961 e 1962, em que a edilidade lhe comprou a partitura O Aqueduto das Águas Livres e outros temas relacionados com a cidade e Venceslau Pinto regeu alguns concertos da Orquestra Filarmónica de Lisboa, no Pavilhão dos Desportos.

Venceslau Pinto está, desde 2008, como topónimo da Rua que liga a Rua Maluda à Rua Barata Feyo, na freguesia de Santa Clara, em Lisboa, numa zona em que a toponímia comporta nomes de figuras de diversas artes. A sugestão partiu de António Valdemar, enquanto membro da Comissão Municipal de Toponímia de Lisboa, considerando ser «figura de Lisboa que merece ser assinalada na toponímia da cidade». A concretização nasceu da publicação do Edital Municipal de 3 de julho de 2008 na Rua 5 (projetada ao Bairro das Galinheiras), o mesmo que colocou o guitarrista Jaime Santos na Rua 4 e o maestro Carlos Rocha na Rua 6. Cerca de um ano e 3 meses antes, por Edital de 27 de abril de 2007, já haviam sido dados neste bairro os nomes da fadista Berta Cardoso (à Rua 3), do escultor Barata Feyo (Rua 2) e da pintora Maluda (Rua 1).

Fonte: Toponímia de Lisboa

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/oliveira-do-hospital-fatima-santos-acordeao.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2020-12-30 12:00:342021-06-22 10:25:09Oliveira do Hospital e os seus músicos
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