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Património musical dos concelhos. Encontre rapidamente o que procura, digitando, por exemplo, “Lisboa e os seus órgãos de tubos”.

Banda Filarmónica de Faro
Músicas no Concelho

Faro e as suas filarmónicas

Filarmónicas de Faro

Bandas de Música, História e Atividades no Concelho

Banda Filarmónica de Faro

A Associação Filarmónica de Faro, detentora do Estatuto de Utilidade Pública desde 1998, e da Medalha grau Prata da Cidade de Faro no ano de 2003, foi fundada em Junho de 1982 pela Câmara Municipal de Faro como sócio número 1 e por um conjunto de pessoas com gosto pela música, com o objetivo de criar uma Banda Filarmónica ativa e uma escola de música que proporcionasse o ensino e a divulgação da música.

Conta com 280 associados e, pela primeira vez na sua história, uma sede que permite tanto o funcionamento da escola de música num ambiente digno e propício a todo o trabalho desenvolvido, como também congrega numa sala do mesmo edifício os ensaios da Banda Filarmónica.

A Escola de Música tem 60 alunos e nove professores nas diferentes disciplinas individuais de: Iniciação Musical; Sopros Madeiras; Trompete; Trombone; Guitarra Elétrica; Baixo Elétrico, Bateria, Percussão, Piano e nas disciplinas Coletivas de Combos e Teoria Musical são o exemplo prático dessa mudança.

No âmbito da Banda Filarmónica o crescimento tem sido tanto qualitativo como quantitativo, proporcionado tanto pelas condições logísticas como pelo trabalho do nosso Maestro Edward Machado iniciado em 2004 e com a colaboração da maestrina Dawn Woodhurst. Compõem a Banda Filarmónica de Faro 42 músicos, na sua maioria provenientes da nossa escola de música, tantos alunos como professores, e numa pluralidade cultural que envolve sete nacionalidades diferentes.

Banda Filarmónica de Faro

Banda Filarmónica de Faro

Em 2005, participou na Inauguração do Teatro Municipal de Faro, com as congéneres algarvias; e em concertos no Auditório das Gambelas (semana de receção ao caloiro) e no Instituto Português da Juventude em Faro (concerto de Natal),. São de realçar as habituais atuações nas Comemorações Oficiais do 25 de Abril e do Dia da Cidade e, no Natal, em instituições de Solidariedade Social como a Santa Casa da Misericórdia, Casa dos Rapazes e Refúgio Aboim Ascensão. Desde Abril de 2006, as atuações da Banda Filarmónica são uma realidade, salientando os concertos no Teatro Lethes, no Instituto Português da Juventude em Faro, e nas Comemorações do 24º Aniversário da AFF no Palco da Doca em Faro.

O ano de 2006 fica também marcado com a realização da 1ª Edição do Festival de Filarmónicas de Faro “Bandas a Faro” que contou com a presença da maioria das filarmónicas do Algarve.

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/05/faro-banda-filarmonica-de-faro-2019.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-05-24 22:35:592024-10-28 18:42:09Faro e as suas filarmónicas
Grupo Folclórico de Faro
Músicas no Concelho

Faro e o seu folclore

Folclore em Faro

Grupos etnográficos, tradições e atividades no Concelho

  • Região: Algarve
  • Distrito: Faro

03 grupos

  • Grupo Folclórico de Faro
  • Grupo Folclórico e Etnográfico Amigos do Montenegro
  • Rancho Folclórico da Casa do Povo de Conceição de Faro
Grupo Folclórico de Faro

Por ser na altura o único na região, começou por se chamar Rancho Regional Algarvio ou, simplesmente, Rancho do Algarve. Na época, o corridinho era considerado a expressão máxima das danças populares algarvias. Atingiu grande fama o virtuosismo dos seus tocadores e a habilidade dos bailadores nas “escovinhas” e “sapateados”. A tradição oral estava também representada nos Bailes de Roda, sendo de realçar o característico “baile mandado”.

Para além das recolhas e reproduções de trajes de finais do Séc. XIX e inícios do Séc. XX, são também apresentadas as músicas tradicionais da região algarvia no cancioneiro do Grupo Folclórico de Faro. Os mais pequenos têm a oportunidade de aprender os jogos, as brincadeiras e as danças de roda dos seus avós no Grupo Folclórico Infantil de Faro.

O Grupo Folclórico de Faro é o anfitrião e organizador do FOLKFARO, o maior festival internacional de folclore do sul de Portugal, e único reconhecido como festival CIOFF®, organismo internacional ligado à UNESCO.

Embaixador da região e do país, o Grupo Folclórico de Faro efetuou inúmeras deslocações ao estrangeiro, tendo representado Portugal em Espanha, França, Marrocos, Canadá, EUA, Itália, Brasil, Turquia, Suíça, México, Hungria, República Checa, Chipre, Grécia, Rússia, Eslovénia, Bélgica e Polónia.

O Grupo é membro efetivo da Federação do Folclore Português e filiado no INATEL. No ano de 2002, foi distinguido pela Câmara Municipal com a Medalha de Ouro da Cidade.

Grupo Folclórico de Faro

Grupo Folclórico de Faro

Em 2024 publica o “Corridinho de Memórias | Grupo Folclórico de Faro – Mais de 90 anos a dançar”.

Reciclanda

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O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Misericórdias, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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Grupo Folclórico e Etnográfico Amigos do Montenegro

Foi a 15 de agosto de 1995 que a localidade do Montenegro, próximo de Faro, viu nascer o seu grupo folclórico. Fez a apresentação nas festas tradicionais do Montenegro, usando, na altura, trajes típicos uniformes. No ano seguinte levou a cabo uma pesquisa e recolha documental das danças e trajes usados no final do século XIX e princípios do século XX.

Na localidade, os habitantes viviam do trabalho da terra e do mar. Assim, os elementos vestem cópias de fatos domingueiros de época, semelhantes aos que eram usados: trajes domingueiros, morgados, de ir à feira, de ir à missa, noivos, fazendeiros, lavradores abastados, rendeiros e namorados quando iam à fonte. Trajes de trabalho incluem os de apanhadores de frutos secos (amêndoa, alfarroba e figo), trabalhadores do campo, queijeira e vendedeira de ovos.

As danças e os cantares apresentados pelo Grupo Folclórico e Etnográfico Amigos do Montenegro são os que os antigos cantavam e dançavam aos domingos e dias de trabalho, nos adros das igrejas, nas festas de casamento, nas feiras, nas eiras e nos alpendres pelas gentes do distrito de Faro. O seu reportório é composto por corridinhos, bailes de roda, encadeados e baile mandado.

O grupo é filiado no INATEL.

Grupo Folclórico e Etnográfico Amigos do Montenegro

Grupo Folclórico e Etnográfico Amigos do Montenegro

Rancho Folclórico da Casa do Povo de Conceição de Faro

O Rancho Folclórico da Casa do Povo de Conceição de Faro foi fundado em 1958, por iniciativa da Direcção da Casa do Povo e de Mário da Encarnação. Pode-se dizer que o Rancho serviu de apoio á legalização da Casa do Povo porque era necessário existir alguma atividade cultural para dar suporte ao desejo da desagregação da Casa do Povo de Estoi que na Conceição funcionava com uma delegação. O major Mateus Moreno, natural de Conceição de Faro, presidente da Casa do Algarve, em Lisboa, que estava a apoiar na criação da Casa do Povo, tomou a iniciativa de convidar para formar o rancho, o folclorista Henrique Bernardo Ramos que na ocasião por outros afazeres declinou o convite mas indicou o Mário da Encarnação que veio a aceitar o cargo, com o apoio da Direcção da Casa do Povo.

Rancho Folclórico da Casa do Povo de Conceição de Faro

Rancho Folclórico da Casa do Povo de Conceição de Faro

A primeira atuação pública do Rancho, faz-se no dia 8 de dezembro de 1958, por ocasião das Festas em Honra de Nossa Senhora da Conceição, onde atuou num pequeno palco frontal à igreja. Os seus jovens elementos apresentam-se trajando apenas com blusa ou camisas brancas e saias ou calças pretas, isto é, ainda sem o tradicional traje algarvio que só no ano seguinte passaria a ser usado.

Após algum tempo juntaram-se ao grupo alguns elementos do Grupo Folclórico de Faro e o Henrique Bernardo Ramos que passou a dirigir artisticamente o Rancho. Entretanto com a partida da maioria dos moços para a guerra colonial em África o Rancho ficou desfalcado de elementos masculinos, acabando por parar a sua atividade. Após alguns anos de inatividade tenta reiniciar agora sob a mão de Zeca Barão, antigo elemento juvenil do rancho mas por pouco tempo, voltando a parar.

Algum tempo após o 25 de Abril de 1974, aproveitando o regresso do Zeca Barão que tinha emigrado, a direção da Casa do Povo, convida-o para pôr o Rancho em atividade e ficar com o cargo de ensaiador. Foi também criada uma Comissão de três elementos para dirigir o Rancho.

Com a criação do Grupo Cultural e Desportivo da Casa do Povo, o Rancho passou a ser uma secção desse Grupo e tem durante vários anos o João Manuel Ministro, como seu seccionista responsável. Desenvolveu a sua atividade, funcionando como uma “escola de folclore” para grande número de moços e moças tendo criado o Rancho Infantil e Juvenil.

Rancho Folclórico da Casa do Povo de Conceição de Faro

Rancho Folclórico da Casa do Povo de Conceição de Faro

O Rancho atuou por todo o País, tendo-se deslocado a Marrocos, França e ao Parlamento Europeu. Organiza com grande sucesso, durante anos consecutivos, o Festival Anual de Folclore Nacional, de Conceição de Faro. O seu trabalho foi distinguido pela Câmara Municipal de Faro que em 1989 lhe atribui a “Medalha de Mérito Grau Ouro”. Durante muitos anos o Rancho continuou a desenvolver a sua atividade até nova paragem. O Rancho com o seu grupo infantil apresentou-se ao público no dia 8 de dezembro de 2008, 50 anos depois do primeiro e o grupo adulto já no início de 2009. Em 2010 organizou o seu Festival Nacional de Folclore aproveitando para homenagear o seu primeiro ensaiador Mário da Encarnação.

Fontes do Musorbis Folclore:

  • Federação do Folclore Português
  • Gente que Canta e Balha
  • Roteiro dos Ranchos Folclóricos dos Açores
  • Páginas de grupos etnográficos
  • Archeevo (Ministério da Administração Interna)
  • Municípios

A “Lista dos Ranchos Folclóricos” disponível na Meloteca e a informação nesta plataforma resultam de uma pesquisa aturada no Google e da nossa proximidade nas redes sociais. Para o Musorbis foram revistos todos os historiais de grupos.

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/05/faro-grupo-folclorico-de-faro.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-05-24 22:20:562024-10-28 18:38:11Faro e o seu folclore
Sociedade Musical de Instrução e Recreio Aljustrelense
Músicas no Concelho

Aljustrel e as suas filarmónicas

Filarmónicas de Aljustrel

Bandas de Música, História e Atividades no Concelho

Sociedade Musical de Instrução e Recreio Aljustrelense

Fundada em 1942, por antigos músicos de anteriores filarmónicas, a SMIRA entrou em novo interregno em 1952, após a sua fusão com a Associação de Bombeiros de Aljustrel, numa tentativa de superar as dificuldades em manter o regente. A música foi suspensa numa pausa de mais de vinte anos. Em 1975, surgiu novo fôlego, sendo a SMIRA reorganizada e instalada no Edifício das Escolas Reis, por cedência do presidente da Câmara Municipal de Aljustrel.

Os estatutos aprovados em 1943 foram readoptados. Desde então a SMIRA, tem vindo a promover a ação cultural junto dos seus associados e população do concelho de Aljustrel. Assumindo como principal atividade o ensino e divulgação da música, a SMIRA atualmente com trezentos e dez sócios, assegura a organização e funcionamento de uma escola de música responsável pela iniciação e formação musical de jovens, imprescindível para a manutenção e renovação da sua Banda Filarmónica.

A escola de música tem vinte e um jovens com idades compreendidas entre os 8 e os 15 anos. A banda tem trinta e seis executantes, quinze até aos 20 anos de idade, catorze entre os 20 e os 25 anos de idade, sendo os restantes sete, maiores de 25 anos de idade. Quanto à distribuição por sexo, novamente o sexo feminino é maioritário com vinte e três elementos. No campo da educação musical, é de salientar o protocolo estabelecido entre a SMIRA, a Câmara Municipal de Aljustrel e o Conservatório Regional de Música do Baixo Alentejo, que tem por objetivo o aprofundamento dos estudos e melhoria da capacidade interpretativa dos jovens executantes da banda.

A SMIRA, através da sua banda, tem vindo a participar ativamente em eventos diversos, para além dos tradicionais concertos, arruadas, procissões e touradas. Neste âmbito, destaca-se a participação em projetos organizados pelas autarquias locais, designadamente Câmara Municipal e Junta de Freguesia de Aljustrel – Concerto de Páscoa, comemorações do 25 de Abril, Feira do Campo, Santos Populares, Quartas à Noite. Privilegiando a divulgação da música e um contacto estreito e regular com as populações do concelho, a SMIRA, numa parceria com as cinco Juntas de Freguesia, tem vindo a levar a efeito o projeto “Primavera Musical”, com a realização de um concerto em cada uma das cinco freguesias do Concelho.

São numerosas as participações em eventos regionais, nacionais e internacionais, dos quais se destaca a participação na Ovibeja, em Concertos realizados na Casa do Alentejo, em Lisboa, e em encontros de bandas congéneres, com especial incidência para o Alentejo e Algarve. Nas participações internacionais, é de salientar a cooperação com Hem, em França que esteve na origem do processo de geminação.

Em 2015, organizou e realizou em Aljustrel o 10º Festival de Bandas “Adolfo Vilhena”, tendo como banda convidada a Sociedade Filarmónica Recreativa Gaeirense”, de Gaeiras.

Sociedade Musical de Instrução e Recreio Aljustrelense

Sociedade Musical de Instrução e Recreio Aljustrelense

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

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Escola das Artes do Alentejo LitoralL. VdV
Músicas no Concelho

Sines e as suas escolas de música

Escolas de Música de Sines

Escolas do Ensino Especializado de Música e Dança no Concelho

Escola das Artes do Alentejo Litoral

A Escola das Artes do Alentejo Litoral é um projeto gerido pela Associação Pro Artes de Sines. Foi inaugurada em 2008 por iniciativa da Câmara Municipal de Sines. Desenvolve atividades de ensino de música e outras artes nos concelhos de Sines e noutros concelhos do Alentejo Litoral. Os serviços da escola estão sedeados no edifício da antiga estação de caminhos de ferro e no edifício da Câmara Velha, que a Câmara Municipal de Sines recuperou no âmbito do Programa de Regeneração Urbana de Sines. Além da candidatura para as novas instalações da Escola das Artes, a Câmara Municipal realizou outra candidatura para apoio às suas atividades, contemplando projetos de diferentes naturezas, desde as Oficinas de Sensibilização para as Artes a obras de beneficiação do edifício da antiga estação, aquisição de instrumentos musicais, mobiliário, equipamento técnico.

Contactos

Largo Poeta Bocage
Sines
Tel. 269 036 778
Correio eletrónico: geral.eaal@gmail.com

Escola das Artes do Alentejo Litoral

Escola das Artes do Alentejo Litoral

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2024/10/sines-eaal-ft-l-vdv.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2024-10-03 14:44:062024-10-26 23:45:01Sines e as suas escolas de música
Coral Atlântico, Sines
Músicas no Concelho

Sines e os seus coros

Coros de Sines

Grupos e atividade coral no Concelho

Coral Atlântico

A 30 de dezembro 2006 a Lusa apresentava o Coral Atlântico como o mais jovem coral polifónico português. Formado por 30 elementos, na sua maioria funcionários do município de Sines, apresentaria o seu sétimo espetáculo a 06 de janeiro, Dia de Reis.

O Coral Atlântico, criado pela associação dos serviços sociais, culturais e desportivos da autarquia, era apresentado como o primeiro do género em Sines. “Em Sines, este é o primeiro coral polifónico, pelo menos nos últimos 15 anos. Os que já existiram foram coros alentejanos ou da paróquia”, garantiu o maestro, a trabalhar há 16 anos no Coral Harmonia, criado em 1936, no concelho vizinho de Santiago do Cacém.

Coral Atlântico, Sines

Sines e os seus coros

A formação do Coral Atlântico, concretizada em 2005 em Sines, nasceu de um sonho antigo de um grupo de pessoas, liderado por um técnico da autarquia, entretanto eleito vereador, nas autárquicas de 2005. “O coral teve origem nos serviços sociais da Câmara de Sines, no entanto o seu percursor foi Albino Roque, presidente dos serviços e vice-presidente da câmara, que tinha este desejo desde longa data”, relatou Fernando Malão.

Das ideias de um maestro experiente e de um “espectador assíduo dos concertos do Coral Harmonia”, Albino Roque, nasceu o coral, que somava 30 cantores, com idades entre os 30 e 40 anos. O grupo é constituído maioritariamente por trabalhadores das autarquias locais de Sines e seus familiares e até hoje já participou em meia dúzia de concertos e encontros de coros.

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

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Sociedade Musical Fraternidade Operária Grandolense (Música Velha)
Músicas no Concelho

Grândola e as suas filarmónicas

Filarmónicas de Grândola

Bandas de Música, História e Atividades no Concelho

Sociedade Musical Fraternidade Operária Grandolense (Música Velha)

A Sociedade Musical Fraternidade Operária Grandolense, também conhecida por Música Velha, foi fundada em  1912, sendo  a mais antiga do Concelho de Grândola. Com os primeiros Estatutos redigidos por um operário corticeiro a SMFOG é a única coletividade do Concelho vocacionada para a cultura e a educação musical, tendo por fim a promoção e o desenvolvimento cultural e recreativo dos seus associados, de modo a enriquecer a sua formação humana integral.

Ao nível cultural esta coletividade atinge um dos seus pontos mais altos nas décadas de 50 e 60 com a criação de uma biblioteca, um grupo de teatro e o cineclube, bem como a organização de colóquios, conferencias e exposições.

Grandes nomes da cultura portuguesa passaram por esta coletividade, nomeadamente, Alves Redol, Manuel da Fonseca, Antunes da Silva, Romeu Correia, Manuel Cabanas, Maestro Lopes Graça, Carlos Paredes, entre outros.

José Afonso, convidado a participar nos festejos do 52º Aniversário da coletividade (1964), ficou de tal modo impressionado com o ambiente fraterno e solidário da mesma que três dias depois escreveu, em homenagem à SMFOG, a primeira versão do poema “Grândola Vila Morena”. José Afonso regressa a Grândola para participar em vários eventos organizados pela SMFOG.

Destaque importante para a participação da Banda na “Fette Casteur”, Concerto para a Comunidade Portuguesa, realizado em França, na localidade de Ville Antony-Paris, no ano de 1980, a deslocação a Espanha, em 1987, às cidades de Vigo, Corunha e Santiago de Compostela, para participar em festas de homenagem a José Afonso, e a deslocação à Hungria em 2007 para participar no Festival Internacional “Entre Províncias”.

Como atividades periódicas destacam-se a realização anual do Encontro de Bandas Civis, as audições da Escola de Música e Banda Juvenil, os Concertos de Natal, Ano Novo e Aniversário, a participação na cerimónia do hastear da Bandeira no dia do Concelho e no 25 de Abril, para além da representação em festas, romarias e procissões.

A SMFOG foi condecorada com o Diploma de Alto Significado Coletivo e a Medalha de Prata da então Federação Portuguesa das Coletividades de Cultura e Recreio, com o Diploma de Mérito Associativo, por ocasição do 100º Aniversário, atribuído pela Confederação Portuguesa das Coletividades de Cultura Recreio e Desporto, agraciada com o Diploma de Reconhecimento Público por Serviços Prestados, atribuído pela Região de Turismo de Setúbal – Costa Azul e com a Medalha de Ouro de Mérito Municipal, atribuída pela Câmara Municipal de Grândola.

Atualmente a SMFOG tem uma Escola de Música, na qual aprendem cerca de 40 alunos e uma Banda Juvenil com 31 elementos. A Banda conta com 48 elementos residentes e está sob a direção musical do Maestro Luís Filipe de Araújo e Silva, que é também o Diretor Pedagógico da Escola de Música.

Sociedade Musical Fraternidade Operária Grandolense (Música Velha)

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https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/05/grandola-musica-velha.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-05-24 15:05:192024-11-20 10:19:35Grândola e as suas filarmónicas
Rancho Folclórico 5 Estrelas de Abril
Músicas no Concelho

Grândola e o seu folclore

Folclore em Grândola

Grupos etnográficos, tradições e atividades no Concelho

  • Alentejo (Litoral Alentejano)
  • Distrito: Setúbal
  • Concelho: Grândola

03 grupos

  • Rancho Folclórico 5 Estrelas de Abril
  • Rancho Folclórico de Danças e Cantares Os Rurais de Água Derramada
  • Rancho Folclórico dos Cantares de Grândola

Grândola tem três grupos folclóricos. O Rancho Folclórico 5 Estrelas de Abril, que foi criado a 5 de Abril de 1979, o Rancho Folclórico dos Cantares de Grândola, fundado a 9 de Junho de 1989, e o Rancho Folclórico de Danças e Cantares ‘Os Rurais de Água Derramada’, cuja fundação data de 11 de Março de 1996.

Fonte: O Setubalense

Rancho Folclórico 5 Estrelas de Abril

O Rancho Folclórico “5 Estrelas de Abril” foi fundado em 5 de abril de 1979, por iniciativa da Comissão de Moradores do Bairro do Isaías, em Grândola.

Os trajes e as modas são fruto do trabalho dos elementos do rancho, que os têm recuperado ao longo da existência do mesmo, quer pelo contacto com os mais idosos, quer através de documentos escritos e fotografias da época existentes e que são património do município, de modo a que seja possível ter a certeza dos usos e costumes das gentes de Grândola.

O grupo apresenta tanto trajes domingueiros como de trabalho. Nos trajes domingueiros, destaque para os noivos, a lavradora de classe média (traje que usava para ir à vila), entre outros. Nos trajes de trabalho encontram-se representados o almocreve, a ceifeira alentejana, o corticeiro, o moral de gado e o mineiro, dando enfâse ao que foi o setor das minas no concelho de Grândola.

Os temas mais representativos do reportório são: alma alentejana, praia de Vila Nova, chegadinho, valsa marcada e sogorra, valsa mandada, característica da Serra de Grândola, que é mandada na roda por vários mandadores, ao despique.

Rancho Folclórico 5 Estrelas de Abril

Rancho Folclórico 5 Estrelas de Abril

Rancho Folclórico de Danças e Cantares Os Rurais de Água Derramada

Sediado no Lugar de Água Derramada – 7570 freguesia e Concelho de Grândola, o Rancho Folclórico de Danças e Cantares Os Rurais de Água Derramada é uma associação de natureza etnográfica constituída a 11 de março de 1996.

Rancho Folclórico dos Cantares de Grândola

O Rancho Folclórico dos Cantares de Grândola é uma associação de natureza etnográfica sediada na Rua São João de Deus, nº 10, 7570, freguesia e Concelho de Grândola, constituída a 9 de junho de 1989.

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

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Rancho Folclórico Ninho de Uma Aldeia
Músicas no Concelho

Santiago do Cacém e o seu folclore

Folclore em Santiago do Cacém

Grupos etnográficos, tradições e atividades no Concelho

  • Alentejo (Alentejo Litoral)
  • Distrito: Setúbal

02 grupos

  • Grupo Coral e Etnográfico da Casa do Povo de Alvalade
  • Rancho Folclórico Ninho de Uma Aldeia
Grupo Coral e Etnográfico da Casa do Povo de Alvalade

A Casa do Povo de Alvalade foi fundada em 1943, e o Grupo Coral e Etnográfico surgiu em 1964. É composto por utentes, sócios, funcionários e voluntários das respostas sociais da Casa do Povo e está aberto a receber mais vozes e mais elementos, entre sócios e não sócios da instituição, utentes ou não. O objetivo principal do grupo é manter a tradição coral e musical alentejana. Os seus trajes são sobretudo os de trabalho, nomeadamente mondadeira e ceifeira. O seu reportório é constituído por modas do cancioneiro alentejano, nomeadamente: Alvalade és nossa terra; É tão grande o Alentejo; Ceifeira, linda ceifeira; Venham ver os passarinhos.

Grupo Coral e Etnográfico da Casa do Povo de Alvalade

Grupo Coral e Etnográfico da Casa do Povo de Alvalade

Rancho Folclórico Ninho de Uma Aldeia

O Rancho Folclórico Ninho de Uma Aldeia é uma coletividade de natureza etnográfica sediada na Rua Zeca Afonso Lote 6, 7540-321 São Bartolomeu da Serra, concelho de Santiago do Cacém.

Rancho Folclórico Ninho de Uma Aldeia

Rancho Folclórico Ninho de Uma Aldeia

Fontes do Musorbis Folclore:

  • Federação do Folclore Português
  • Gente que Canta e Balha
  • Páginas de grupos etnográficos
  • Archeevo (Ministério da Administração Interna)
  • Municípios
Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

Contacte-nos:

António José Ferreira
962 942 759

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/05/santiago-do-cacem-rancho-folclorico-ninho-de-uma-aldeia.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-05-24 14:16:432025-01-09 21:18:08Santiago do Cacém e o seu folclore
Sociedade Recreativa Filarmónica União Artística - SRFUA
Músicas no Concelho

Santiago do Cacém e as suas filarmónicas

Filarmónicas de Santiago do Cacém

Bandas de Música, História e Atividades no Concelho

  • Banda Filarmónica Lira Cercalense
  • Sociedade Recreativa Filarmónica União Artística – SRFUA
Banda Filarmónica Lira Cercalense

Ao longo do séc. XX, o Cercal viu nascer e morrer quatro filarmónicas, a última das quais em 1983 (fundadora da Escola de Música), desapareceu em 1988, devido a dificuldades financeiras. A Associação Musical dos Amigos da Banda Filarmónica Lira Cercalense foi fundada em 20 de Agosto de 1989, por uma comissão de músicos empenhados em fazer renascer a atividade musical na então aldeia do Cercal.

As raízes da associação, essas, remontam a 1911, ano em que aqui surge a primeira Banda de Música. Desde a sua fundação, a Banda Filarmónica Lira Cercalense assumiu-se como um projeto ao serviço da população, e, se excluirmos o ensino público, tem sido, com a sua Escola de Música, a única entidade que proporciona formação musical aos cercalenses. Numa terra em que, fora da escola, não há praticamente atividades de tempos livres, a Banda constituiu, nas últimas décadas, uma oportunidade única para a população, sobretudo a jovem, contactar com uma atividade cultural criativa, sã, enriquecedora e em prol da comunidade.

De 1983 até hoje, apesar das dificuldades e das interrupções de atividade da banda, a Escola de Música quase nunca deixou de funcionar. Por ela passaram cerca de 200 aprendizes (na maioria jovens), dos quais quase metade foram executantes da Filarmónica, sendo que alguns, como o atual regente, prosseguiram estudos na área musical. Todos os atuais executantes da Filarmónica foram formados na sua escola. Na freguesia de Cercal do Alentejo, a Banda animou dezenas de concertos, arruadas, festividades civis, laicas e religiosas.

Fora, a Banda Filarmónica Lira Cercalense representou a freguesia e o concelho em múltiplas iniciativas pelo Alentejo, contando, desde 1989, com o apoio da Junta de Freguesia de Cercal do Alentejo e da Câmara Municipal de Santiago do Cacém. Para além da Banda e da Escola de Música, esta associação conta ainda com o seu Orfeão, um coro feminino. Samuel Julião é o atual maestro da Banda Filarmónica Lira Cercalense e Orfeão.

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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Sociedade Recreativa Filarmónica União Artística – SRFUA

A Sociedade Recreativa Filarmónica União Artística – SRFUA, anteriormente designada de Sociedade Recreativa de Santiago do Cacém, sediada no Rossio da Senhora do Monte – freguesia de freguesia e Concelho de Santiago do Cacém, é uma associação de natureza cultural, desportiva e recreativa, constituída a 12 de outubro de 1987.

SRFUA

Sociedade Recreativa Filarmónica União Artística - SRFUA

Sociedade Recreativa Filarmónica União Artística – SRFUA

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2020/12/santiago-do-cacem-srfua.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-05-24 13:57:522024-11-10 11:48:59Santiago do Cacém e as suas filarmónicas
Sociedade Filarmónica Progresso Matos Galamba
Músicas no Concelho

Alcácer do Sal e as suas filarmónicas

Filarmónicas de Alcácer do Sal

Bandas de música, história e atividades no Concelho

  • Sociedade 1.º de Janeiro Torranense
  • Sociedade Filarmónica Amizade Visconde de Alcácer
  • Sociedade Filarmónica Progresso Matos Galamba
Sociedade 1º de Janeiro Torranense

Sediada na Rua 1º de Janeiro, freguesia de Torrão, 7595, Concelho de Alcácer do Sal, a Sociedade 1º de Janeiro Torranense é uma associação de natureza recreativa e musical, constituída a 19 de junho de 1928.

Sociedade 1.º de Janeiro Torranense

Sociedade 1.º de Janeiro Torranense

Sociedade Filarmónica Amizade Visconde de Alcácer

Em 1830, existia na Vila de Alcácer do Sal uma charanga denominada Sete Estrelas. O Visconde de Alcácer, político e chefe do Partido Regenerador, impelido pela ação política e pelo ambiente da música popular, chamou a si o velho grupo musical Sete Estrelas e em 11 de julho de 1830 fundou a sua Sociedade Filarmónica, comprando instrumental e abrindo aulas de música. Ao fim de pouco tempo pode apresentar uma Banda de Música que passou a ser considerada das melhores da região e grande orgulho da população alcacerense.

Em 1842, dado o grande desenvolvimento das sociedades filarmónicas, o Visconde de Alcácer resolveu dotar a Filarmónica com os primeiros Estatutos, onde ficou consignado que a Sociedade de destinava à Cultura e Recreio Popular, abrindo assim a toda a população à sua Sociedade, dando-lhe meios para se tornar o centro de reunião dos Alcacerenses. Mais tarde, por volta do ano de 1860, a Sociedade passou a denominar-se Sociedade Filarmónica Amizade, em virtude da reconciliação entre facções divergentes dentro da coletividade: sob o signo da Amizade resolveram os seus diferendos para bem da Sociedade.

Em 1880, um incêndio destruiu a sede da Sociedade. O Visconde de Alcácer, mais uma vez, salvou a Banda de Música, dando-lhe alojamento no seu “Clube Pedro Nunes”, onde foram instaladas todas as atividades da “Sociedade Filarmónica Amizade”, sede onde se encontra atualmente como proprietária do edifício. Nas festas de 11 de Julho de 1880, foi deliberado, por aclamação, como preito de homenagem e gratidão ao seu fundador e grande benemérito que bastantes serviços prestou à Arte e Humanidade, que a Sociedade de passasse a denominar Sociedade Filarmónica Amizade Visconde de Alcácer, designação que se mantém.

Sociedade Filarmónica Amizade Visconde de Alcácer

Sociedade Filarmónica Amizade Visconde de Alcácer

Sociedade Filarmónica Progresso Matos Galamba

A Sociedade Filarmónica Progresso Matos Galamba é uma sociedade recreativa de Alcácer do Sal. Foi fundada em 1879, incluindo o Padre Francisco de Matos Galamba e o Padre João Maria Palmeiro. Teve como primeiro Maestro D. João José Escoto. Paralelamente à atividade da Escola de Música, Banda e Orquestra Juvenil, a coletividade mantém atividades recreativas e culturais.

A Progresso Alcacerense terá sido criada devido à recusa, em cima da hora, da Filarmónica do Visconde (a atual Sociedade Filarmónica Amizade Visconde de Alcácer), em participar na procissão do Senhor dos Passos, a qual se viria a realizar uma semana depois com a participação da Banda do Regimento de Infantaria 11. António de Campos Valdez, adversário político do Visconde de Alcácer, protestou energicamente e prometeu que no ano seguinte não seria necessário vir uma banda de fora para a procissão. A promessa foi cumprida com a criação da nova Coletividade.

O desenvolvimento da Progresso e o fino trato de Campos Valdez atraiu o próprio regente da Filarmónica do Visconde, o Maestro José Stichini, autor do hino dedicado a Campos Valdez e que é atualmente o Hino da Sociedade. No início do século, agradado com as suas atuações, nas caçadas reais, na Herdade de Palma, El-Rei D. Carlos conferiu-lhe o título de Real Filarmónica Progresso Alcacerense.

Com o advento da República, a Sociedade adotou a atual designação, em homenagem ao Padre Francisco de Matos Galamba, um dos seus fundadores e grande dinamizador da Cultura em Alcácer do Sal. No certame de Bandas de Música na Cidade de Setúbal a 12 de Setembro de 1915 conquistou o 2º Prémio. Em 1927, devido a grave crise no seio da Sociedade, houve uma clivagem de que resultou o nascimento de uma nova coletividade, a Sociedade Recreativa Amadores de Música. Apesar disso a Matos Galamba não interrompeu a sua atividade.

Em 1934, Banda interrompeu a sua atividade, por um período de três anos, vindo a retomá-la em 1937, sob a regência do Maestro Alfredo Reis de Carvalho. Em 1976 a Banda passou a ser dirigida pelo Maestro Alcacerense João José Ferreira Marrafa que, devido a um trabalho profícuo e dedicado, elevou o nível da Banda e fez com que esta atingisse os cinquenta elementos, destacando-se um concerto realizado na Praça de Espanha na Cidade de Mérida em 15 de agosto de 1981.

Sociedade Filarmónica Progresso Matos Galamba

Sociedade Filarmónica Progresso Matos Galamba

Em 1985, devido a cansaço e ao seu estado de saúde, o Maestro João Marrafa suspendeu a sua atividade. Sob a regência do Maestro João Neves a banda tem atuado por todo o território nacional e além fronteiras. Atuou em Coimbra, Viana do Castelo, Famalicão, e muitas outras localidades. Em 1993, a convite do INATEL da Região Autónoma dos Açores, deslocou-se à Ilha de São Miguel onde participou como convidada de honra nas festas e procissão em honra do Senhor Santo Cristo dos Milagres. Deslocou-se a França em 1997 e 1999.

Em 1997 iniciou a sua atividade a Orquestra Juvenil, composta pelos elementos mais jovens da Banda e por alguns da Escola de Música.

Reciclanda

Reciclanda, música e poesia para um mundo melhor

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração) e dinamiza atividades em colónias de férias com crianças. Municípios, Escolas, Agrupamentos, Colégios, Festivais, Bibliotecas, CERCI, Centros de Formação, Centros de Relação Comunitária, podem contratar serviços Reciclanda.

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FOI NOTÍCIA

Bandas Filarmónicas a Património Cultural Imaterial da Humanidade

A 31 de agosto de 2018 a Lusa divulgou que  a Câmara Municipal de Alcácer do Sal (distrito de Setúbal) avançaria com a candidatura das Bandas Filarmónicas Civis à lista representativa do Património Cultural Imaterial da Humanidade da UNESCO, tendo como foco o papel agregador destas organizações. “Num país com 308 concelhos, há cerca de 700 bandas filarmónicas, quase o dobro do número de municípios”, disse à agência Lusa o presidente do município, Vítor Proença.

A candidatura vai ser liderada pela Câmara de Alcácer do Sal, com o apoio da Fundação INATEL e das três bandas filarmónicas do concelho, duas delas com mais de um século de “atividade ininterrupta”, segundo Vítor Proença.

“Foi a câmara que teve a ideia e que lidera a candidatura apoiada pela Fundação INATEL e pelas três bandas filarmónicas de Alcácer do Sal: a Filarmónica Amizade Visconde de Alcácer, a Sociedade Filarmónica Progresso Matos Galamba e a Sociedade 1.º de Janeiro Torranense, de Torrão”, precisou.

O processo de candidatura à Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO, na sigla em inglês) seria apresentado no sábado, em Lisboa, e tem como coordenador o antropólogo Paulo Lima, que “já esteve envolvido noutras candidaturas bem-sucedidas”, como a do fado, cante alentejano e da arte do fabrico de chocalhos.

Segundo o autarca, a candidatura, que “não envolve outros municípios”, tem como foco “os músicos, maestros e bandas filarmónicas” e quer valorizar o papel destas organizações que, apesar da sua longevidade, vivem “com dificuldades” e “têm nos associados, músicos e autarquias locais o grande fator de apoio”.

A previsão era a de que a candidatura, que tem como comissário o maestro António Victorino d’Almeida, pudesse ser lançada no primeiro trimestre de 2019.

https://www.musorbis.com/wp-content/uploads/2021/05/alcacer-do-sal-sociedade-filarmonica-progresso-matos-galamba.jpg 400 400 António Ferreira http://musorbis.com/wp-content/uploads/2020/11/logo-musorbis-com-nome-300x300.png António Ferreira2021-05-24 12:14:312024-12-05 18:17:41Alcácer do Sal e as suas filarmónicas
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